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Projeto PCPR na Comunidade atende mais de 800 pessoas em Rio Branco do Ivaí 

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientações para 840 pessoas durante o evento PCPR na Comunidade, em Rio Branco do Ivaí, na região Norte do Estado. A ação aconteceu em parceria com o Paraná em Ação. 

Durante o evento, realizado de quarta a sexta-feira (13 a 15), os policiais civis fizeram registro de boletim de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais e pesquisa de percepção de criminalidade. Além disso, foram repassadas orientações sobre como realizar denúncias, prevenções e quais as medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime.   

A disponibilização das atividades visa ajudar a população mais carente e com dificuldade de acesso aos serviços da PCPR, aproximando a instituição da comunidade. Na ação, ainda foram confeccionadas 420 carteiras de identidade.   

A PCPR também esteve no local com exposição de perícia papiloscópica (que atua com identificação digital para ajudar em  elucidação de crimes). Os participantes do evento também contaram com atividades lúdicas com as crianças, visando mostrar a atuação dos policiais civis e criar uma aproximação com a comunidade.    

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“Foi um momento muito importante para a Polícia Civil do Paraná levar os seus serviços até a população da cidade e das cidades vizinhas. Algo muito legal que ocorreu foi a orientação sobre a possibilidade de fazer o boletim de ocorrência pela internet. Houve também uma interação muito boa com as crianças. Uma maneira de educar os futuros cidadãos adultos para uma segurança de qualidade. Isso é construir uma segurança pública para o futuro”, afirmou o coordenador do PCPR na Comunidade João Mario Goes.

DEMAIS SERVIÇOS – Além das atividades de Polícia Judiciária, o Paraná em Ação ofertou outros serviços fundamentais e necessários à toda comunidade durante o evento, como assistência social, defensoria pública, confecção da carteira do autista, serviços da agência do trabalhador, além de exposições.  

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público.

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Fonte: Governo PR

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Em Antonina, atuação do Ministério Público do Paraná resulta na exoneração de servidora e na alteração de lei municipal que permitiu licença irregular

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Em Antonina, no Litoral do estado, intervenção do Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça da comarca, resultou em alteração do Estatuto dos Servidores Públicos Municipais e na exoneração voluntária de uma funcionária que havia sido beneficiada por uma mudança legislativa casuística. A medida buscou a moralização da legislação funcional do Município e a correção de irregularidades administrativas no quadro de servidores públicos locais.

Áudio do promotor de Justiça Alan Bolzan Witczak

A apuração teve início em inquérito civil que identificou manobra legislativa envolvendo o ex-prefeito e sua irmã, que tomou posse em fevereiro de 2023 em dois cargos efetivos no município (professora e cirurgiã-dentista). Pouco tempo após assumir, a servidora se licenciou, apesar de a legislação então vigente (Lei Municipal 033/1998) proibir expressamente a concessão de licença sem vencimentos para tratar de interesses particulares durante o estágio probatório.

Manobra – Para viabilizar o afastamento, o então prefeito encaminhou em regime de urgência um projeto de lei, aprovado como Lei Municipal 008/2023, autorizando a licença em estágio probatório. Apenas cinco dias após a sanção, a servidora obteve a licença sem vencimentos no cargo de professora (Portaria 096/2023) e foi nomeada pelo próprio irmão para o cargo em comissão de coordenadora geral de Odontologia. Investigação do MPPR comprovou que a servidora foi a única beneficiada pela mudança normativa.

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A Promotoria de Justiça havia expediu inicialmente recomendação administrativa buscando resolver extrajudicialmente a situação, sem resposta do chefe do Executivo. Por isso, acabou ajuizando ação civil pública apontando desvio de finalidade, violação aos princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa e pedindo incidentalmente a inconstitucionalidade da norma flexibilizadora e a anulação da portaria de licença.

Reforma legislativa e exoneração – O ajuizamento da medida judicial levou à correção das irregularidades. A servidora requereu exoneração voluntária dos quadros do Município. Além disso, o Município de Antonina editou a Lei Municipal 015/2026, reestruturando o artigo 129 do Estatuto dos Servidores para proibir expressamente a concessão de licença para tratar de assuntos particulares a ocupantes de cargos efetivos que estejam em estágio probatório, vedando também a contagem do tempo de afastamento para qualquer efeito legal.

Diante da regularização da legislação e da exoneração voluntária da servidora envolvida, o MPPR manifestou-se pela extinção, sem resolução do mérito, da ação civil pública que questionava os atos irregulares.

Processo 0000384-02.2026.8.16.0043

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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