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Programa Bons Olhos se torna política permanente e será ampliado em 2026

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Em 2025, o Governo do Paraná proporcionou um avanço significativo para a promoção da saúde visual dos estudantes da rede pública com a transformação do Programa Bons Olhos Paraná em política pública permanente. Após a aprovação do projeto de lei enviado pelo Estado à Assembleia Legislativa e a sanção do governador Carlos Massa Ratinho Junior, a iniciativa agora está oficialmente integrada às áreas da saúde, educação e assistência social.

O objetivo é garantir avaliação oftalmológica precoce, doação gratuita de óculos e acompanhamento contínuo dos alunos. Neste ano, mais de 84 mil estudantes foram atendidos pela ação.

O Bons Olhos Paraná atende estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, priorizando municípios com menor renda e maior vulnerabilidade. “O programa se consolidou como uma política de prevenção e promoção da saúde visual, com impacto direto na educação e na qualidade de vida dos alunos”, avalia o secretário do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.

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O programa terá caráter itinerante, com triagens especializadas e articulação com a rede local de saúde, ampliando o acesso das famílias a atendimentos oftalmológicos e fortalecendo a prevenção de problemas de visão que impactam diretamente o aprendizado e a permanência escolar.

A gestão e o monitoramento do Bons Olhos Paraná serão realizados por uma comissão formada pelas secretarias estaduais do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), da Saúde (Sesa), e da Educação (Seed), podendo incluir outras pastas.

NOVA FASE – Com a consolidação da lei, o programa teve sua ampliação aprovada pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/PR) ainda em 2025. A segunda fase incluirá 275 municípios, beneficiando 539 mil alunos, concentrando esforços em regiões com maior vulnerabilidade e menor acesso a serviços oftalmológicos.

O investimento é de R$ 64,7 milhões, garantindo cobertura mais ampla e equitativa em todo o Estado. Os recursos são do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA).

Na primeira fase, já concluída em 93 municípios, o programa entregou 8,3 mil óculos, realizou 84 mil atendimentos oftalmológicos e 55 mil testes ortópticos, com investimento de R$ 5,5 milhões. Os estudantes passaram por triagem, avaliação de acuidade visual, consulta especializada, emissão da receita, escolha da armação e entrega dos óculos. Casos de patologias específicas, como estrabismo, doenças da córnea, alterações da retina e outras condições, foram encaminhados para o sistema de saúde.

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Fonte: Governo PR

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Centro de Educação Infantil de Curitiba ganha horta em ação da Ceasa Paraná

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Crianças do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Palmeiras do Tatuquara, em Curitiba, ganharam na semana passada um novo incentivo para aprender sobre sustentabilidade, meio ambiente e alimentação saudável. Parte do espaço ao lado do pavilhão, especialmente adaptado para receber alunos e professores, foi transformada em uma horta funcional, chamada de “Hortinha da Ceasa”.

A horta foi entregue com mudas prontas para o cultivo de morango, alface, rúcula e couve. O objetivo é que as próprias crianças cuidem do manejo das plantas, compreendendo o ciclo dos alimentos desde a semente até o prato.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Ceasa Paraná, Renato Lunardon Junior, a estrutura foi planejada para aproximar a realidade urbana do ciclo da natureza. “O objetivo de trazer a horta, a compostagem e as abelhas nativas para o ambiente escolar é mostrar às crianças, desde pequenas, que tudo na natureza está conectado”, disse Renato Lunardon. “Elas aprendem que o resto do alimento vira adubo, que nutre a terra, que faz a planta crescer com a ajuda da polinização das abelhas. É a educação ambiental prática transformando hábitos”.

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Segundo as professoras, esse espaço é de muito importante para o desenvolvimento das crianças porque trabalha inúmeras habilidades. “Com a horta, as crianças aprendem sobre biologia, sustentabilidade, tem exemplos práticos até de matemática e, o mais importante, é a socialização que essa iniciativa promove. Já trabalhávamos esses assuntos em sala de aula, mas nada melhor do que ter um espaço como esse. E tem tudo a ver com a Ceasa também”, disse Leda Aparecida da Silva, diretora do CMEI.

No espaço também foi instalada uma composteira, retomando um trabalho que já era feito pelas professoras na sede original da escola. A composteira instalada vai permitir que os resíduos orgânicos gerados na própria cozinha do CMEI sejam transformados em adubo de alta qualidade para nutrir os canteiros.

MELIPOLINÁRIO – E a “Hortinha da Ceasa” ganhou “moradoras” muito especiais. Junto à horta foi instalado um meliponário, com caixas de abelhas trazidas da sede da escola, hoje em reforma. As abelhas são das espécies sem ferrão, Jataí e Mirim. As abelhas cumprem o papel fundamental de polinização da horta, permitindo que os professores expliquem, de forma totalmente segura e prática, a importância desses insetos para o ecossistema e para a produção de alimentos.

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Fonte: Governo PR

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