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Produção de arroz orgânico é diferencial de assentamento em Querência do Norte

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Quem opta por uma alimentação mais saudável vê nos produtos orgânicos um caminho para cuidar da saúde. A tendência é animadora: o setor cresce 20% ao ano, de acordo com pesquisas da Bio Brazil Fair e Naturaltech.

No Paraná, o ritmo acompanha o nacional e sobretudo dentro dos assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) há a disseminação da chamada agroecologia.

“Agroecologia vai muito além de produzir alimentos sem agrotóxicos e sem  produtos químicos. Ela é uma consciência de que é preciso produzir alimento, ter cuidado com o consumidor, cuidado com o social, o conceito máximo da sustentabilidade onde há o equilíbrio social, econômico e ambiental”, explica Max Rickli, zootecnista professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Foi justamente neste contexto que surgiu o Arroz Becker. O alimento é um dos únicos certificados com o selo de produto orgânico (certificação por auditoria) da região. Ele é cultivado em um assentamento em Querência do Norte, região noroeste do Paraná.

O agricultor José Becker, que é assentado desde 1995, plantava o arroz tradicional e produzia leite, até que em 2002 teve contato com a agroecologia. “Eu participei da jornada de agroecologia do Paraná e foi aí que conheci os processos de produção orgânica. Então resolvi experimentar um pouco”, conta.

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Ao todo são produzidos 54 mil quilos de arroz nos quase dez hectares de terra, corroborando o aumento da demanda em todo país. Conforme Naturaltech e Bio Brazil Fair o setor de produtos orgânicos movimenta R$ 3 bilhões na América Latina.

Mais saudável

O arroz brasileiro seja considerado seguro para consumo – segundo pesquisa do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), as amostras ainda apresentam 0,3 miligramas de arsênio por quilo de alimento. O montante está abaixo do permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os dados são de 2017.

Mesmo assim, os produtos orgânicos tendem a ser mais seguros do que aqueles produzidos de forma convencional.  No assentamento de Querência do Norte o arroz é produzido sem produtos químicos do início ao fim do ciclo.

A terra é adubada com compostagem de esterco de gado leiteiro e o arroz não recebe nenhum agrotóxico.  O rendimento, de acordo com Becker, é de 200 sacas por alqueire. “Esse processo não dá diferença no gosto, mas ele [o arroz] tem mais nutrientes e é mais saudável que o convencional”, salienta o agricultor.

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O produto pode ser encontrado na feira Faísca, que acontece nos fundos do Sesc Umuarama todo sábado a partir das 15h30.

 

Por OBemdito

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Feriadão? Saiba quais são os melhores horários para pegar a estrada no Paraná

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O 7 de Setembro, sempre muito aguardado pelos curitibanos que têm um dia de bônus por conta do feriado municipal, neste ano não será um feriadão. Isso porque, a data nacional, 7, cai em um domingo. Em resumo, o feriado será bom para quem mora e trabalha em Curitiba, que celebra o dia da padroeira Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, no dia 8 de setembro.

A parte boa deste ‘meio’ feriado para o curitibano deve ser o alívio nas estradas. A tendência é de um movimento um pouco mais tranquilo em comparação ao de outros feriados nacionais, onde o movimento costuma crescer até 40% em alguns trechos e até mais.

O fluxo maior de carros pode ocorrer em direção ao litoral, mas com movimento considerado normal para um fim de semana.

No entanto, vale ressaltar que as estradas do Paraná têm movimento constante. Além disso, o movimento de caminhões, geralmente restringidos em feriados nacionais, estarão rodando normalmente. Então vale a dica para quem é de Curitiba e quer aproveitar o feriado de um dia sem se estressar.

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Qual é o melhor horário para pegar a estrada?

Para evitar o tráfego intenso, o melhor horário geralmente é madrugada ou início da manhã (entre 5h e 8h) e, em viagens de retorno, as madrugadas.

Outra dicas é consultara os sites das concessionárias (como CCR PR Vias, Via Araucária, EPR Litoral Pioneiro e Arteris) antes de viajar, pois os horários de pico variam dependendo do feriado e da rodovia, com picos concentrados em dias e horários específicos.

Horários a evitar pegar as estradas

  • Dias de semana: Final da tarde, das 16h às 22h, quando as pessoas estão voltando do trabalho e o fluxo aumenta.
  • Feriados:
    • Dia de ida: Quarta-feira e quinta-feira costumam ser os dias de maior movimento para sair das cidades.
    • Dia de retorno: Domingo e o feriado em si são os dias de maior movimento para voltar.

Dicas bônus para uma viagem tranquila

  • Planejamento: Os horários de pico são mais intensos em feriados prolongados e em dias que antecipam alguns feriados nacionais, como o Natal, por exemplo.
  • Verifique as previsões: Acompanhe as previsões de tráfego das concessionárias rodoviárias antes de viajar. Cada empresa fornece dados específicos sobre cada trecho e período.
  • Roteiro: Rotas de grande volume, como o acesso ao litoral do Paraná, têm tráfego mais intenso sempre. Vale consultar rotas alternativas por outras rodovias, com a BR-277 e BR-376. Mas lembre-se que este caminho, por enquanto, depende de travessia por balsas pela baía entre os municípios de Matinhos e Guaratuba.
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