Cidades
Copel alerta para os riscos e prejuízos de soltar balões
A transmissão e a distribuição de energia aos consumidores é ameaçada nesta época do ano pelos balões. Apesar de ser crime ambiental fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios em florestas e áreas urbanas, a incidência deles cresce nos meses de junho e julho.
Ao cair sobre as redes e linhas de energia, os balões podem deixar cidades inteiras sem luz e até provocar graves acidentes. Na próxima semana, para alertar sobre os riscos, uma campanha promovida em parceria da Copel com os aeroportos nas maiores cidades paranaenses orientará as comunidades do entorno sobre o perigo.
A parceria surgiu porque os balões também representam um risco para a operação do tráfego aéreo. “Pode parecer que a distância é grande, mas isto não é verdade. As faixas da atmosfera ocupadas por aviões e balões de ar quente coincidem, e isto traz riscos a todos os envolvidos”, destaca a coordenadora de Segurança Operacional no Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Grande Curitiba, Leticia Maria Heineck Andriani.
Em julho do ano passado, um balão deixou 130 mil domicílios em bairros da zona norte de Curitiba sem luz, após cair sobre uma linha de alta tensão e provocar um curto-circuito. Em agosto, um balão sobrevoou os bairros Tarumã e Jardim Social, rota dos aviões para o Aeroporto do Bacacheri.
Para evitar ocorrências como estas, em 2019 a Copel lançou uma campanha para conscientizar as pessoas pelas redes sociais, com divulgações em rádio e visitas à comunidade do entorno dos aeroportos de Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Maringá e Cascavel.
O diretor de Distribuição da Copel, Maximiliano Andres Orfalli, destaca a importância da disseminação de informações para a prevenção de acidentes: “Acreditamos que a educação tem o potencial de transformar o comportamento das pessoas. Todos precisam conhecer o prejuízo que esta prática causa na sociedade para que tenhamos cidadãos mais conscientes de suas ações”, alerta.
Soltar balão no Brasil é crime previsto no Código Penal, devido ao risco para a segurança do transporte aéreo, com previsão de pena que varia entre seis meses e 12 anos de detenção (art.261). A atividade também configura crime ambiental, com tempo de reclusão de um a três anos, além de multa (Lei nº 9.605/98).
Cidades
Feriadão? Saiba quais são os melhores horários para pegar a estrada no Paraná
O 7 de Setembro, sempre muito aguardado pelos curitibanos que têm um dia de bônus por conta do feriado municipal, neste ano não será um feriadão. Isso porque, a data nacional, 7, cai em um domingo. Em resumo, o feriado será bom para quem mora e trabalha em Curitiba, que celebra o dia da padroeira Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, no dia 8 de setembro.
A parte boa deste ‘meio’ feriado para o curitibano deve ser o alívio nas estradas. A tendência é de um movimento um pouco mais tranquilo em comparação ao de outros feriados nacionais, onde o movimento costuma crescer até 40% em alguns trechos e até mais.
O fluxo maior de carros pode ocorrer em direção ao litoral, mas com movimento considerado normal para um fim de semana.
No entanto, vale ressaltar que as estradas do Paraná têm movimento constante. Além disso, o movimento de caminhões, geralmente restringidos em feriados nacionais, estarão rodando normalmente. Então vale a dica para quem é de Curitiba e quer aproveitar o feriado de um dia sem se estressar.
Qual é o melhor horário para pegar a estrada?
Para evitar o tráfego intenso, o melhor horário geralmente é madrugada ou início da manhã (entre 5h e 8h) e, em viagens de retorno, as madrugadas.
Outra dicas é consultara os sites das concessionárias (como CCR PR Vias, Via Araucária, EPR Litoral Pioneiro e Arteris) antes de viajar, pois os horários de pico variam dependendo do feriado e da rodovia, com picos concentrados em dias e horários específicos.
Horários a evitar pegar as estradas
- Dias de semana: Final da tarde, das 16h às 22h, quando as pessoas estão voltando do trabalho e o fluxo aumenta.
- Feriados:
- Dia de ida: Quarta-feira e quinta-feira costumam ser os dias de maior movimento para sair das cidades.
- Dia de retorno: Domingo e o feriado em si são os dias de maior movimento para voltar.
Dicas bônus para uma viagem tranquila
- Planejamento: Os horários de pico são mais intensos em feriados prolongados e em dias que antecipam alguns feriados nacionais, como o Natal, por exemplo.
- Verifique as previsões: Acompanhe as previsões de tráfego das concessionárias rodoviárias antes de viajar. Cada empresa fornece dados específicos sobre cada trecho e período.
- Roteiro: Rotas de grande volume, como o acesso ao litoral do Paraná, têm tráfego mais intenso sempre. Vale consultar rotas alternativas por outras rodovias, com a BR-277 e BR-376. Mas lembre-se que este caminho, por enquanto, depende de travessia por balsas pela baía entre os municípios de Matinhos e Guaratuba.
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