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Presidente da principal agência cultural de Portugal participa de evento no MON

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A presidente da Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica de Portugal, Rosalia Vargas, participará na próxima segunda-feira (18), às 14h30, no anfiteatro do Museu Oscar Niemeyer, de uma mesa-redonda sobre “Experiências e Divulgação Científica no Brasil e em Portugal”. Também integrarão o debate a diretora do Departamento de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica do MCTI, Juana Nunes, representantes da Fundação Araucária e do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência. 

No mês de junho, uma comitiva organizada pela Fundação Araucária esteve em Portugal para assinar um memorando de entendimento entre a instituição paranaense e a Ciência Viva para estabelecer a cooperação em desenvolvimento da educação e cultura científica por meio de iniciativas conjuntas em popularização da ciência. O evento desta segunda-feira em Curitiba é um desdobramento desta parceria.

A palestra de Rosalia Vargas integra as ações de realização de eventos e cursos de formação conjuntos para troca de experiências. Ela é uma das personalidades mais influentes do mundo no setor de museus e atrações culturais.

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A parceria também tem como meta a formação colaborativa entre escolas e instituições de investigação científica e ensino superior, a criação de recursos educativos e museológicos e o desenvolvimento conjunto de exposições e módulos expositivos.

Além da Fundação Araucária e do NAPI Educação do Futuro, o Termo de Cooperação também foi assinado pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) e Universidade Aberta de Portugal.

O programa estabelecido visa congregar a expertise dos pesquisadores paranaenses, em parceria com outras instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais, em redes de pesquisa, integrando stakeholders do Paraná para a geração e disseminação de conhecimento relativo à Educação Básica Pública no Estado.

Serviço:

Mesa redonda – Experiências e Divulgação Científica no Brasil e em Portugal

Data: 18 de setembro, segunda-feira

Horário: 14h30

Local: Anfiteatro do Museu Oscar Niemeyer – Rua Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico

A entrada é gratuita com inscrições no local.

Fonte: Governo PR

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Paraná

MP implementa fluxo de atendimento a mulheres vítimas de violência

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Acontece no MPPR - Bandeirantes

O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Bandeirantes, implementou na comarca o Fluxo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada da rede de proteção e agilizar o acesso das vítimas aos serviços necessários para assegurar sua proteção.

A iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada ao MPPR pela Secretaria de Assistência Social de Bandeirantes, pelo Conselho de Segurança, pela Diretoria da Mulher do município, pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal e pelo Núcleo Maria da Penha da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Os órgãos relataram dificuldades no atendimento e na proteção integral das mulheres em situação de violência.

A partir da demanda, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo para estruturar o fluxo e reuniu representantes de diferentes órgãos que integram a rede de proteção. A primeira reunião de sensibilização ocorreu em 10 de agosto e, em 31 de agosto, foi realizada nova reunião, voltada à implementação do fluxo.

Como funciona

De acordo com o Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho, responsável pela iniciativa, o fluxo de atendimento busca integrar os diferentes serviços que atuam na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e amplia a comunicação prevista pela legislação. 

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Pela lei, os serviços de saúde públicos e privados devem notificar os casos à Vigilância Epidemiológica, que, por sua vez, comunica a autoridade policial. No fluxo estruturado pelo Ministério Público, além dos serviços de saúde, as Polícias Civil e Militar também passaram a comunicar os casos à Vigilância Epidemiológica, considerando que frequentemente são os primeiros órgãos a ter contato com as vítimas.

A partir dessas comunicações, a Vigilância Epidemiológica aciona imediatamente os demais integrantes da rede de proteção, como assistência social, atendimento psicológico e Ministério Público. Com isso, a identificação do caso não se limita à comunicação à autoridade policial, mas desencadeia uma atuação articulada para oferecer à vítima os serviços necessários, como atendimento social e psicológico, além do acompanhamento pelo Ministério Público.

Os casos comunicados pelas polícias também passam a ser registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Dessa forma, o fluxo contribui não apenas para o atendimento e a proteção das vítimas, mas também para o levantamento de dados mais completos sobre a violência doméstica, auxiliando o planejamento de políticas públicas.

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Articulação da rede

Como parte da implantação do fluxo, em 18 de setembro foi realizada uma roda de conversa na Faculdade Unopar, em Bandeirantes, com a participação do Ministério Público e de outros integrantes da rede de proteção. A atividade teve como foco os estudantes de Psicologia da instituição, que poderão participar do atendimento às mulheres encaminhadas pelos serviços municipais.

Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de atuação da Psicologia no atendimento às vítimas e sua contribuição para que elas possam romper o ciclo de violência doméstica e familiar.

O fluxo implementado em Bandeirantes também resulta de uma experiência que vem sendo desenvolvida em outras comarcas. O mesmo modelo já foi implementado em Terra Roxa e Jaguapitã, com a articulação dos serviços locais de proteção.

A experiência de Jaguapitã também foi apresentada pelo Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho em um encontro “Mão na massa”, promovido pela Escola Superior do Ministério Público do Paraná, com orientações práticas para integrantes interessados em estruturar fluxos semelhantes em suas comarcas.

Fonte: Ministério Público PR

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