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Prêmio Queijos do Paraná chega à terceira edição em 2026 com nova categoria

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Foi lançada nesta terça-feira (23), no Mercado Municipal de Curitiba, a 3ª edição do Prêmio Queijos do Paraná. A expectativa da organização é de que mais de 600 produtos participem do concurso este ano, consolidando o crescimento, a especialização e a excelência da cadeia queijeira no Estado.

O objetivo do concurso é valorizar a pecuária de leite paranaense, premiando os melhores produtos inscritos com medalhas de Super Ouro, Ouro, Prata e Bronze. A grande novidade desta edição é a inclusão da categoria Queijo Colonial. 

A análise dos produtos seguirá critérios sensoriais rigorosos, avaliando aspectos como sabor, textura, aroma e aparência. Para a nova categoria de queijos coloniais, haverá um diferencial: além do exame sensorial tradicional, os jurados testarão a versatilidade gastronômica do produto, avaliando o seu desempenho em preparos culinários e em harmonização com bebidas alcoólicas e não alcoólicas.

O evento de lançamento contou com a presença do vice-governador do Paraná, Darci Piana. Para ele, a união de diversas categorias é a responsável pelos bons resultados da produção de lácteos do Estado. “Com a valorização do trabalho da nossa gente, agora exportamos queijos. A harmonia entre produtores, federações, técnicos, entre outros, faz com que o nosso produto seja valorizado”, destacou.

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A cerimônia também marcou o fechamento do ciclo anterior com o lançamento do livro da 2ª edição do prêmio, que registra as histórias dos produtores vencedores, a trajetória da premiação e conteúdos técnicos sobre a produção de lácteos.

A organização do prêmio é realizada por um comitê gestor composto pelo Sistema FAEP, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Sebrae/PR, Senac-PR e Sindileite-PR.

Para o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Sistema FAEP), Ágide Eduardo Meneguette, a iniciativa funciona como uma grande vitrine para o setor e consolida o Estado como referência de excelência. “Era um sonho fortalecer essa cadeia e hoje esse sonho chega à terceira edição. No nosso primeiro evento, tivemos 291 queijos participantes. No segundo, foram 477 inscrições de 77 municípios. Isso mostra a força e a pujança do queijo do Paraná, não só para nós, mas para o mundo”, explicou.

A fase final e a cerimônia de premiação estão agendadas para os dias 2 e 3 de junho de 2027, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba. A programação do evento vai incluir palestras técnicas, minicursos, mesas-redondas e harmonizações gastronômicas.

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O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR) faz parte do grupo gestor do prêmio, mas também auxilia os produtores desde a formulação de dieta dos animais, até a parte da regularização das queijarias, tecnologia dos processos e comercialização desses produtos. “O trabalho em conjunto traz uma alternativa de renda para nossos produtores rurais, que são premiados internacionalmente. Com esse incentivo, nós conseguimos colocar técnicos em todas as regiões paranaenses. É a mão do Estado ajudando o produtor rural”, reforçou o diretor-presidente do IDR-Paraná, Altair Sebastião Dorigo.

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Foto: Igor Jacinto/ Vice-Governadoria

RECONHECIMENTO – No ano passado, o queijo colonial Aroma do Campo foi um dos medalhistas Super Ouro da 2ª edição do Prêmio Queijos do Paraná. De sabor suave e aroma frutado, o produto é produzido com flores por Solange Liller, fundadora da empresa Tia Nena Produtos Coloniais, no município de Cantagalo, no Centro-Oeste do Estado.

A produtora detalha que o queijo foi criado após uma viagem técnica para a França, que a queijaria ganhou em 2023. “Lá, conheci muitos queijos e me inspirei em um deles para criar o Aroma do Campo. Me inscrevi no prêmio para aprimorar as técnicas; foram várias tentativas até chegar à versão final”, explicou. “Quando me inscrevi, só queria que os técnicos me mostrassem o que poderia melhorar. Nunca imaginei que ganharia o Super Ouro”, finalizou Solange.

Hoje, o queijo maturado com ervas e flores de calêndula, perpétua, fada azul e camomila é vendido em diversos municípios do Paraná.

PRÊMIO QUEIJOS DO PARANÁ  Criado para estimular a pecuária leiteira, agregar valor à matéria-prima e projetar os derivados lácteos no mercado nacional, o prêmio atua diretamente no fortalecimento de uma cadeia produtiva presente em todos os 399 municípios do Paraná. O concurso aproxima o produtor do mercado consumidor, alcançando desde lojas especializadas, empórios e supermercados até as mesas das famílias paranaenses.

Para se inscrever no Prêmio Queijos do Paraná, os produtores artesanais ou agroindústrias devem preencher um formulário no site do Sistema FAEP. 

PRESENÇAS – Também estiveram presentes no evento o presidente do Sindileite-PR, Elias José Zydek; o diretor-superintendente do Sebrae/PR, Vitor Roberto Tioqueta; o diretor regional do Senac/PR, Sidnei Lopes de Oliveira; o secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Curitiba, Leverci Silveira Filho; entre outros representantes da categoria.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público firma termo de ajustamento com o Município de Londrina para garantir a reabertura de restaurante popular e o fornecimento de alimentação

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O Ministério Público do Paraná firmou termo de ajustamento de conduta com o Município de Londrina, no Norte Central do estado, para equacionar a paralisação das atividades do único restaurante popular da cidade e garantir a retomada, o mais breve possível, do fornecimento de alimentação à população em situação de vulnerabilidade. O estabelecimento está com suas atividades suspensas desde abril em razão de obras.

Áudio da Promotora de Justiça Susana Broglia Feitosa de Lacerda

De acordo com o termo, firmado pela 24ª Promotoria de Justiça da Comarca com a Prefeitura de Londrina, a reforma da unidade deverá ser concluída, impreterivelmente, até o dia 8 de julho, e sua reabertura deverá ocorrer no dia subsequente, 9 de julho.

A partir da retomada dos serviços, ficou definido também o restabelecimento, pelo Município, de forma imediata e ininterrupta, do fornecimento de, no mínimo, 640 refeições diárias à população, garantindo-se o mesmo padrão de qualidade nutricional e o custo subsidiado praticados antes da interrupção dos serviços.

Cláusula de segurança – O acordo prevê ainda uma alternativa para resguardar a população em caso de atraso: se o Município não concluir as obras no prazo estipulado — ressalvada eventual prorrogação decorrente de caso fortuito, força maior ou culpa exclusiva de terceiros devidamente comprovada —, deverá garantir o fornecimento das 640 refeições diárias aos usuários cadastrados no CadÚnico por meios alternativos, como o fornecimento de vale-refeição ou outro mecanismo de resultado equivalente.

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Em caso de descumprimento das condições do termo, está prevista a aplicação de multa diária de R$ 10 mil, a ser revertida ao Fundo Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Fumsan).

Matéria anterior:

28/05/2026 – MPPR envia recomendação administrativa ao Município de Londrina para que mantenha fornecimento de alimentação durante reforma de restaurante popular

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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