Paraná
Polícia Militar do Paraná comemora 169 anos com solenidade no Guatupê
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) celebrou seus 169 anos com uma solenidade, nesta quinta-feira (10), na Academia Policial Militar do Guatupê. Mesmo com chuva, o evento reuniu autoridades e personalidades civis para homenagear a instituição e sua história.
Em seu discurso, o comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva, destacou a importância da missão constitucional da instituição e enalteceu o comprometimento e coragem dos membros da corporação. “É uma honra fazer parte dessa instituição centenária e defender os valores que ela representa”, afirmou. “A PMPR continua a desempenhar um papel fundamental na garantia da segurança e tranquilidade da comunidade”.
A relevância do trabalho desempenhado pela Polícia Militar também foi ressaltada pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Luiz Fernando Keppen. “Homens e mulheres que compõem essa gloriosa instituição colocam-se na linha de frente para manter a segurança da nossa sociedade”, afirmou.
O evento foi encerrado com um desfile militar, que contou com a participação de diversas unidades da PMPR e demonstrações técnicas do Batalhão de Operações Aéreas (BPMOA), com voos de aeronaves, e do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), com simulado de intervenção em ocorrência com refém em transporte coletivo.
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HISTÓRIA – A Polícia Militar do Paraná foi criada em 10 de agosto de 1854 como uma unidade de Caçadores, com a denominação de Companhia de Força Policial. A história da Corporação é entrelaçada aos mais importantes episódios históricos do Paraná e sua atuação teve papel essencial no controle de revoltas militares internas, como a Revolução Federalista, de 1893, a Guerra do Contestado, de 1912, e até mesmo na Guerra do Paraguai.
PRESENÇAS – Também participaram do evento o diretor-geral da Casa Civil, Luciano Borges; a 1ª vice-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargadora Joeci Camargo; o procurador-geral de Justiça do Paraná, Gilberto Giacoia, e os deputados estaduais Alisson Wandscheer e Tito Barrichello.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado
O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.
O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.
“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.
Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.
A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.
Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.
ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.
A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.
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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.
Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.
Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15
Fonte: Governo PR
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