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Curitiba

Polícia Civil alerta para aumento de casos de golpe no WhatsApp em Curitiba; saiba como se prevenir

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O delegado José Barreto, do Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber), alertou para o aumento do número de clonagem de contas de WhatsApp em Curitiba.

Segundo ele, nos últimos dois meses, pelo menos metade dos boletins de ocorrência registrados são relacionados a esse tipo de golpe.

“Nós ainda não temos um levantamento oficial, mas eu posso garantir, com certeza, que esses casos aumentaram muito nos últimos dias. É extremamente importante que a população fique em alerta para não cair nesse tipo de golpe”, argumentou o delegado.

Barreto explicou que os golpistas agem de diversas formas, mas uma delas é tendo acesso ao número do telefone e aos dados pessoais que estão disponíveis na internet, principalmente em sites de anúncios de compra e venda.

“Os criminosos entram nesses sites, pegam o telefone que foi descrito lá, e ligam para o dono da conta se passando pelos administradores do site. Depois, ele informa que para a confirmação do cadastro, é necessário a verificação de um código. Mas, na verdade, esse código que aparece para a pessoa, é o que o estelionatário precisa para ativar a conta de WhatsApp em outro aparelho”, detalhou Barreto.

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Depois que o estelionatário consegue clonar a conta, começa a mandar mensagem para vários conhecidos da vítima pedindo dinheiro, segundo o delegado.

“E nisso, o verdadeiro dono da conta perde totalmente o controle. Os criminosos, normalmente, inventam uma história triste e pedem valores mais baixos para não gerar desconfiança”, acrescentou.

Veja dicas para se prevenir do golpe

  • Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas” (configurações/ajustes > conta > verificação em duas etapas). Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app;
  • Também é importante evitar a divulgação de dados muito pessoais nos sites de anúncio. Os sites nunca entram em contato para confirmar o cadastro, segundo o delegado;
  • Antes de fazer qualquer transferência para saber se a pessoa realmente precisa do dinheiro;
  • Se, por acaso, acontecer da conta ter sido clonada, é importante registrar o boletim de ocorrência juntamente com as vítimas que fizeram a transferência. Com mais informações em mãos, de acordo com o delegado, fica mais rápida a investigação.
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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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