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Brasil

Piauí recebe etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho

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Na próxima terça-feira, 7 de outubro, será realizada em Teresina, no auditório do Sesc Cajuína, a etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT).

O encontro reunirá autoridades locais e representantes de trabalhadores, empregadores e governo para debater os desafios do mundo do trabalho e apresentar propostas que serão levadas à etapa nacional da Conferência.

A II CNT é um espaço tripartite, paritário e democrático, que busca construir coletivamente diretrizes para a promoção do trabalho decente no Brasil.

O diagnóstico do trabalho decente aponta avanços importantes no Piauí. Nos últimos anos, houve aumento da formalização das relações de trabalho, crescimento real dos rendimentos e queda significativa da taxa de desocupação em comparação a 2019. Além disso, o estado registra uma das maiores taxas de sindicalização do país (17,6%), reforçando a importância do diálogo social na construção de soluções coletivas.

“As etapas estaduais são fundamentais porque trazem para o centro da Conferência a diversidade local e regional do país, garantindo que as propostas reflitam as realidades locais e fortaleçam o processo nacional de construção coletiva do trabalho decente”, afirma o Secretário de Relações do Trabalho do MTE, que coordena a comissão executiva da II Conferência Nacional do Trabalho.

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Segundo o superintendente Regional do Trabalho no Piauí, Ítalo do Rêgo Barros, o evento é uma oportunidade de consolidar avanços e enfrentar desafios. “O Piauí tem ampliado a formalização e vem fortalecendo o diálogo social como instrumento de desenvolvimento. A Conferência é o espaço adequado para transformar esses resultados em propostas que contribuam para a construção de um mercado de trabalho mais justo e inclusivo”, ressalta. 

Para saber mais sobre a II Conferência Nacional do Trabalho, acesse o hotsite aqui.

Serviço:

Etapa Piauí da II Conferência Nacional do Trabalho
Data:
7 de outubro
Horário: 9h às 18h
Local: Auditório do Sesc Cajuína – Teresina/PI

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

Usina Termelétrica Azulão inicia operação em teste para reforçar segurança energética na região Norte

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O reforço da segurança energética na região Norte e a ampliação da capacidade de geração de energia elétrica avançaram com o início da operação em teste da Usina Termelétrica (UTE) Azulão, localizada no município de Silves (AM), no mês passado. Integrante do Complexo Termelétrico Azulão, a usina é a primeira unidade a entrar em fase de teste, contribuindo para a diversificação da matriz elétrica brasileira e para a confiabilidade do fornecimento de energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Prevista para entrar em operação comercial em agosto deste ano, a UTE Azulão recebeu investimento avaliado em R$ 781 milhões. O empreendimento conta com 361,5 MW de capacidade instalada e foi projetada em ciclo simples, utilizando uma turbina a gás para geração de energia. A usina será abastecida com gás natural proveniente do Campo de Azulão, contribuindo também para o desenvolvimento econômico regional. 

Estima-se que durante sua fase de implantação, a UTE Azulão tenha gerado mais de 4 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

Complexo Termelétrico Azulão

O Complexo Termelétrico Azulão faz parte da carteira de investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e deverá contar com 964 MW de capacidade instalada ao final da sua implantação, prevista para julho de 2027. A operação completa do empreendimento irá ampliar a capacidade de geração despachável na região, além de garantir mais estabilidade ao sistema elétrico.

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Para viabilizar sua integração ao SIN, o empreendimento será conectado à rede básica por meio de um sistema de transmissão compartilhado com a UTE Azulão II, com conexão à Subestação Silves 500/138 kV. 

Coordenado pelo Governo do Brasil, o Novo PAC reúne investimentos voltados à expansão da infraestrutura. No eixo de Transição Energética, o programa conta com 595 usinas previstas, das quais 446 já foram concluídas, reforçando a capacidade de geração de energia e o desenvolvimento sustentável no Brasil.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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