Paraná
Piana celebra parceria com municípios no Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora
O governador em exercício Darci Piana participou na noite desta quinta-feira (18) da entrega da etapa estadual do 12º Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora (PSPE), no Restaurante Madalosso, em Curitiba. A premiação da seção paranaense do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PR) reconhece iniciativas municipais que contribuem para um ambiente de negócio favorável à consolidação e ao crescimento de micro e pequenas empresas, impactando diretamente no desenvolvimento social e territorial.
“O Sebrae é um grande parceiro do governo estadual e das administrações municipais, com um trabalho extraordinário no Paraná. Mas, sobretudo, o Sebrae vem ajudando os micro e pequenos empresários, o que colabora muito no crescimento dos municípios, gera empregos e, claro, auxilia o Paraná”, ressalta Piana.
O governador em exercício enfatizou que o Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora é um grande incentivo para que todos os municípios, em especial os pequenos, estimulem a população a empreender, gerando, assim, empregos. Levantamento do próprio Sebrae-PR aponta que em 2023 as micro e pequenas empresas geraram 74,2 mil novos postos de trabalho no Estado. Esse resultado representa 84,7% de todas as vagas de emprego abertas no Paraná ano passado, que figurou como melhor do Sul em empregabilidade.
“Por isso essa premiação do Sebrae aos municípios é tão importante. É um programa diferenciado, que mostra o poder que o Paraná tem para crescer ainda mais. O Governo do Paraná tem uma parceria muito ampla com investimentos e programas nos municípios, e esse envolvimento de todos os setores da sociedade contribui para melhorar a qualidade de vida da população”, complementou Piana.
Neste ano, o PSPE recebeu 145 inscrições de prefeituras de todo Paraná. Em fevereiro, o Sebrae-PR selecionou os 30 projetos finalistas de 27 prefeituras – alguns municípios foram para final em mais de uma categoria. Nesta quinta foram anunciados os municípios vencedores de cada uma das dez categorias.
Na categoria “Compras Governamentais”, a vencedora foi a prefeitura de Foz do Iguaçu, no Oeste. Na categoria “Empreendedorismo na Escola”, o primeiro lugar foi para o município de Assaí, no Norte Pioneiro. A prefeitura de Cerro Azul, na Região Metropolitana de Curitiba, levou na categoria “Empreendedorismo Rural”. Já Ponta Grossa, nos Campos Gerais, foi a cidade vencedora na categoria “Inclusão Produtiva”. Na categoria “Sala do Empreendedor”, o prêmio foi para Francisco Beltrão, no Sudoeste.
Londrina, no Norte do Paraná, conquistou o prêmio de “Simplificação e Fomento ao Empreendedorismo”. A sétima cidade premiada foi Curitiba, que levou o primeiro lugar na categoria “Sustentabilidade e Meio Ambiente”. Na categoria “Turismo e Identidade Territorial” o prêmio ficou com Pato Branco, também no Sudoeste. “Governança Territorial” foi para Bom Jesus do Sul, outro município do Sudoeste. Por fim, Jacarezinho, no Norte Pioneiro, levou o prêmio de “Cidade Empreendedora”.
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LIVRO E AGILIDADE – Em seu discurso na premiação, o diretor-superintendente do Sebrae-PR, Vitor Roberto Tioqueta, destacou não só o trabalho de todas as prefeituras que se inscreveram no PSPE, como também do próprio Governo do Estado. Segundo o dirigente, todas as administrações municipais que se inscreveram no projeto estão tentando mudar a realidade, independente de terem chegado à final ou mesmo conquistado o prêmio.
“A importância de um município desenvolver um projeto desse é o desenvolvimento econômico e social, com geração de renda e emprego a partir dos pequenos empreendedores. Por isso vamos lançar um livro narrando a história de todos os 145 projetos inscritos no prêmio desse ano, para que sirvam de modelo para outras prefeituras”, destacou.
Da parte do Estado, o diretor-superintendente do Sebrae-PR destacou as iniciativas de desburocratização para auxiliar os empreendedores, em especial os micro e pequenos, os mais beneficiados por essas ações. Tioqueta elencou a parceria do Sebrae-PR com a Junta Comercial, que vem fazendo com que o tempo de abertura de empresa no Paraná seja cada vez mais rápido.
Em março, o Estado bateu novo recorde no tempo de abertura de empresa, com a marca de 8 horas e 55 minutos. Pela primeira vez o tempo médio de abertura ficou abaixo de 9 horas. Com o resultado, o Paraná ficou na terceira colocação como estado mais ágil na abertura de empresa, atrás apenas de Sergipe e Tocantins. O Paraná, entretanto, processou 13,4 vezes mais aberturas de empresas do que o líder Sergipe, e 11,5 vezes mais do que o vice-colocado Tocantins.
Outro ponto destacado pelo dirigente do Sebrae-PR como destaque da atuação do Governo foi o Decreto de Baixo Risco. Ele regulamentou a Lei Estadual 20.436/2020, conhecida como Lei de Liberdade Econômica. O ato dispensou empresas enquadradas como de baixo risco das licenças no Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, Instituto Água e Terra (IAT) e Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), no caso de municípios em que as prefeituras fizeram a adesão ao decreto estadual. Com tal medida, a abertura de empresas no Paraná ficou ainda mais ágil.
“O Paraná agora sempre está entre os estados mais ágeis na abertura de empresa. Isso faz com que os empresários, que querem investir em um negócio, não percam tempo e nem dinheiro, já que agora não demora mais para abrir uma empresa”, destacou o diretor-superintendente do Sebrae-PR.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná em Ibiporã obtém liminar para proibir a comercialização de terrenos em loteamento clandestino situado na zona rural
Em Ibiporã, no Norte Central do estado, atendendo a ação proposta pelo Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca, o Judiciário determinou liminarmente a suspensão imediata de um loteamento irregular situado na zona rural do Município, na região do Ribeirão Jacutinga, área de preservação ambiental. Conforme o MPPR, o empreendimento imobiliário, nomeado “Recanto do Vale”, vem sendo comercializado de forma indevida, inclusive com intensa divulgação nas redes sociais. Além do problema ambiental, como se trata de um imóvel irregular, as pessoas que compram os lotes correm o risco de perder o dinheiro investido.
Na liminar, entre outras questões, foi deliberada a indisponibilidade do imóvel e o bloqueio financeiro e de bens dos responsáveis pelo loteamento. Foi determinado que os requeridos “cessem imediatamente toda e qualquer atividade de comercialização, reserva, hipoteca ou qualquer negócio jurídico oneroso ou gratuito relacionado aos lotes do empreendimento”, sob pena de multa de R$ 50 mil por lote ou chácara comercializado, e que os responsáveis ou que as pessoas que já compraram terrenos não façam qualquer modificação nos imóveis (como corte de árvores, demarcações, início de edificações, etc.), também sob pena de multa. Com a decisão, os requeridos também devem suspender qualquer ação publicitária da venda do loteamento, inclusive em perfis nas redes sociais, bem como devem postar nota nos perfis ligados ao empreendimento “informando o embargo judicial e a suspensão das vendas”.
Ilegalidades – A Promotoria sustenta na ação que o empreendimento é irregular porque configura parcelamento indevido de zona rural para fins urbanos. O terreno tem área total de aproximadamente 132 mil metros quadrados e foi indevidamente dividido em cerca de 26 chácaras, de 1.000 metros quadrados cada. Essa metragem é muito inferior à fração mínima de parcelamento permitida para áreas rurais no Estado do Paraná, que é de 20 mil metros quadrados. Conforme o MPPR, para tentar dar uma falsa aparência de legalidade ao negócio e atrair compradores, os responsáveis vendiam as áreas sob o rótulo de “fração ideal” e atreladas à promessa de criação de uma “Associação de Moradores”, estratégia que é frequentemente utilizada para tentar burlar o Estatuto da Terra e a legislação que regula o parcelamento do solo.
Processo 0001233-27.2026.8.16.0090
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(41) 3250-4469
Fonte: Ministério Público PR
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