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Paraná leva 67 medalhas no Campeonato Brasileiro de Judô, disputado no Complexo Tarumã

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O Paraná conquistou 67 medalhas no Campeonato Brasileiro de Judô – Regional 5, disputado neste sábado e domingo (6 e 7), no Complexo Esportivo Tarumã, do Governo do Estado. Os paranaenses levaram 13 medalhas de ouro, 14 de prata e 40 de bronze. Participaram da competição mais de 600 atletas do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, nas categorias sub-13, sub-15, sub-18, sub-21 e sênior. O evento teve o apoio da Secretaria do Esporte (SEES), que disponibilizou o espaço e a estrutura para a competição.

São Paulo liderou o quadro de medalhas de todas as categorias e ficou com o troféu de campeão geral, totalizando 130 medalhas (52 de ouro, 40 de pratas e 38 de bronzes). Em segundo lugar, o Rio Grande do Sul, que finalizou a competição com 59 medalhas (14 ouro, 14 prata e 31 bronzes).

Representado por 162 atletas, o Paraná ficou em terceiro, mesmo conquistando mais medalhas que os gaúchos, em função do número de medalhas de ouro: 13 para os paranaenses e 14 do Rio Grande do Sul. Em quarto ficou Santa Catarina, que totalizou 38 medalhas (um ouro, 12 pratas e 25 bronzes).

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DESEMPENHO PARANAENSE – Do total de 67 medalhas, 36 foram conquistadas pelas meninas (53%). No Sub-13, a única campeã do Paraná foi Gabrielle Santana (-52kg), da academia Judô Lemanczuk Jr. No sub-15 foram duas conquistas: Luiza Tavares (-44kg), da Academia Municipal de Judô Pinhãoense, e Rafael Lima (-81kg), da Associação Esportiva Juventus, de Cascavel.

A grande campanha paranaense ficou no sub-18, com cinco medalhas de ouro. Ana Costa (-63kg), Daniela Yokoyama (-57kg) e Nycolly Carneiro (-48kg) foram as campeãs no feminino, enquanto João Lira (-60kg) e Ramon Correa (-66kg), ambos da Sociedade Morgenau, de Curitiba, venceram no masculino.

No Sub-21, Ana Costa (-63kg), da Sociedade Morgenau, e Gustavo Milano (-81kg), da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), foram os únicos ouros do Estado. Ana Camargo (-78kg) foi a única paranaense campeã da categoria sênior.

Para o diretor de Grandes Eventos da SEES,  Clésio Prado, a competição converge com as ações de políticas públicas para a área esportiva no Paraná. “O ano de 2024 tem um calendário bem ativo. Neste campeonato, destacamos a parceria do Governo do Estado, com a Prefeitura de Curitiba e a Federação de Judô. Este tipo de parceria é um tripé básico, sendo que o Estado entra com a estrutura do nosso grande palco esportivo que é o Tarumã”, afirma.

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PARANÁ COMBATE – O Campeonato Brasileiro de Judô antecede o Paraná Combate, evento de lutas promovido pela da secretaria estadual do Esporte e que neste ano acontecerá em Pato Branco, em setembro. O Paraná Combate envolve, além do judô, outras nove modalidades: boxe, capoeira, jiu-jitsu,, karatê, kickboxing, kung-fu, muay thai, taekwondo e wrestling. Ele é realizado em parceria com as federações das modalidades. As duas primeiras edições (2021 e 2022) aconteceram em Londrina. Ano passado, Cascavel sediou o torneio, com a participação de 2.268 atletas.

Fonte: Governo PR

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Operação Mulher Segura cumpre 249 mandados de prisão e prende 2,3 mil em flagrante

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A Operação Mulher Segura, da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), intensificou ao longo do mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, o cumprimento de mandados de prisão em aberto relacionados a crimes de violência contra elas. A ação resultou em avanços no número de prisões e no andamento de investigações no Estado.

Ao todo, foram cumpridos 249 mandados de prisão de pessoas condenadas por crimes no âmbito da violência contra a mulher, em ação coordenada pelo Centro de Operações Integradas de Segurança Pública (Coisp). A operação resultou também em 2.354 prisões em flagrante entre diferentes tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

As atividades envolveram os setores de inteligência da Polícia Civil do Paraná (PCPR), da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Penal do Paraná (PPPR), Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) com foco em crimes como feminicídio, lesão corporal, importunação sexual, estupro, violência doméstica, ameaça e perseguição.

“Quando o Estado localiza e prende quem deve responder à Justiça, demonstra que o crime não compensa e que a segurança permanece como prioridade”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo Sanson.

Segundo a delegada-chefe da Divisão de Polícia Especializada, da PCPR, Luciana Novaes, a atuação das unidades de polícia judiciária e das Delegacias da Mulher se reflete na eficácia na captura de agressores. “É um encorajamento à denúncia. Ao retirar de circulação aqueles que ameaçam a integridade feminina e monitorar de perto os agressores, reafirmamos que a proteção à vida é uma prioridade absoluta. ​A justiça só é plena quando o silêncio da vítima é substituído pela voz da coragem e pela resposta imediata do Estado”, diz.

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Para a major Carolina Zancan, coordenadora da Patrulha Maria da Penha, da PMPR, as ações garantem que agressores sejam responsabilizados e que as vítimas recebam proteção e acolhimento. “É uma iniciativa que concentra esforços no cumprimento de mandados em aberto, no fortalecimento das investigações e, ao mesmo tempo, na ampliação de ações preventivas, demonstrando que o enfrentamento a esse tipo de crime é permanente e prioridade em todo o Paraná”, afirma.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão por ameaça, descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência (MPU), por lesão corporal, perseguição, estupro de vulnerável, estupro ou atentado violento ao pudor, além de tentativa de feminicídio e feminicídio consumado, e outras tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

Das prisões em flagrante, os registros são por ameaça, lesão corporal e prisões por outras tipificações no âmbito da Lei Maria da Penha, incluindo injúria, vias de fato e dano, e por descumprimento de medida protetiva de urgência (MPU). Foram registrados ainda casos de perseguição, tentativa de feminicídio, estupro e feminicídio consumado.

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De acordo com o coordenador do Coisp, coronel Sérgio Augusto Ramos, a integração das forças de segurança paranaenses foi fundamental para os resultados alcançados com a Operação Mulher Segura. “Foi uma grande força-tarefa visando a prisão dessas pessoas que já tinham mandados de prisão concedidos pelo Poder Judiciário. O número de presos colabora com a redução dos índices de violência dessa natureza no Paraná”, explica.

A Operação Mulher Segura 2026, realizada nos 399 municípios paranaenses, ainda promoveu 318 palestras educativas, alcançando um público de 27.174 pessoas. Também intensificou as visitas preventivas e de fiscalização à violência doméstica e familiar, consultando tanto vítimas quanto agressores.

“Além da conscientização, que é a ação primária da prevenção, as forças de segurança paranaenses também trabalham no combate ao crime com repressão, por meio de prisões e análise de mandados que estavam em aberto para impulsionar as investigações”, afirma o coordenador do Programa Mulher Segura da Sesp, coronel Cleverson Machado.

Fonte: Governo PR

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