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Curitiba

Obras alteram embarque e desembarque em estações-tubo do Terminal Guadalupe, a partir desta quarta-feira (19)

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G1 PR

Estações-tubo que ficam ao lado do Terminal Guadalupe, na Rua João Negrão, entre as ruas Pedro Ivo e André de Barros, em Curitiba, serão interditadas a partir desta quarta-feira (19) para obras, segundo o município.

A previsão é de que os trabalhos de revitalização da placa de concreto que fica em frente às estações que recebem ônibus das linhas Sítio Cercado (sentido horário), Caiuá/Cachoeira e Reforço Guadalupe/Fazendinha, motivo da interdição, terminem em 21 dias.

A Prefeitura de Curitiba informou que, durante o fechamento das estações em frente às obras, os passageiros devem embarcar e desembarcar nas estações-tubo da mesma rua, da seguinte forma:

  • Passageiros da linha Sítio Cercado (sentido horário): embarque e desembarque na estação-tubo que recebe as linhas Boqueirão/Centro Cívico e Barreirinha/Guadalupe.
  • Passageiros das linhas Caiuá/Cachoeira e Reforço Guadalupe/Fazendinha: embarque e desembarque na estação-tubo que atende a linhaSítio Cercado (sentido anti-horário).

O município informou que deve inserir cartazes com orientações e manter cobradores nas estações-tubo para repassar informações sobre a mudança aos passageiros.

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Curitiba

Crise de abastecimento de remédios chega aos postos de saúde no Paraná

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A crise de abastecimento de remédio não só continua nas farmácias como já afeta os postos de saúde gerenciados pelas Prefeituras dos municípios do Paraná. Um ofício publicado no dia 22 de junho pelo Consórcio Paraná Saúde, que atua na aquisição de medicamentos para 398 municípios paranaenses, alertou sobre os medicamentos que estarão em falta para os próximos lotes de abastecimento.

Entre os remédios que podem faltar estão alguns essenciais para o tratamento de síndromes respiratórias, como Amoxilina + Clavunalato e Dipirona. Em pelo menos cinco prefeituras, também há falta de Tamiflu, antiviral para pacientes com complicações do vírus Influenza.

Segundo o consórcio, o problema se agravou nas últimas semanas, devido ao avanço da pandemia de coronavírus, ao aumento dos casos de doenças respiratórias em crianças, ao cenário de epidemias de dengue em várias regiões do Estado, e ainda pela falta de princípios ativos para a produção de diversos medicamentos.

Os remédios em falta, segundo o Consórcio Paraná Saúde, são: Amoxicilina + Clavulanato (50 + 12,5 mg/ml – suspensão oral), Dipirona Sódica – comprimido, Dipirona Sódica – solução injetável, Gentamicina 5 mg/ml – solução oftálmica e Hipromelose – 5 mg/ml – solução oftálmica.

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Os medicamentos em falta fazem parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF), cuja responsabilidade pela aquisição é das Secretarias Municipais de Saúde para posterior dispensação no nível ambulatorial por meio das Unidades Básicas de Saúde e abastecimento das Unidades de Pronto Atendimento.

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