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Na Escócia, Renan Filho destaca concessões e práticas de descarbonização no setor de transportes

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A Escócia é mais um país que mantém diálogo sobre a infraestrutura de transportes brasileira, em implementação pelo Governo Federal. Nesta quinta-feira (11), a convite de Fiona Hyslop, chefe do Gabinete para Transportes da Escócia – equivalente ao Ministério dos Transportes no Brasil –, o ministro Renan Filho visitou o parlamento escocês para uma conversa sobre investimentos, inovação e sustentabilidade no setor.

As duas autoridades abordaram pontos em comum e diferenças entre os modelos de concessões escocês e brasileiro. “Temos similaridades e diferenças nos modelos de concessões, tanto em termos de investimento e planejamento, quanto de inovação e sustentabilidade”, afirmou Fiona Hyslop. A ministra também ressaltou a importância do Brasil na agenda global de sustentabilidade: “O Brasil tem um papel fundamental nesse processo de transição energética e pode mostrar ao mundo que é possível avançar nesse caminho”, destacou.

Renan Filho ressaltou que o Brasil tem buscado ampliar a carteira de projetos por meio da atração de investimentos privados. “O governo do presidente Lula, por meio do Ministério dos Transportes, já ampliou fortemente o programa de concessões de rodovias federais. Só em 16 leilões, conseguimos conceder quase 8 mil quilômetros, somando R$ 176 bilhões em investimentos contratados”, disse.

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Para o ministro, a troca de experiências ajuda a enriquecer o debate sobre transição energética. “Apesar de atuarmos em escalas diferentes, é sempre útil compartilhar práticas e mostrar o que já avançamos no Brasil. Neste ano, receberemos a COP30 e vamos evidenciar que o Brasil está pronto para contribuir com a tarefa de liderar a transição energética no planeta, conciliando crescimento econômico e sustentabilidade”, reforçou.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Julho Verde reforça prevenção e diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço

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Feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dificuldade para engolir e caroços no pescoço são sinais que merecem atenção e podem indicar câncer de cabeça e pescoço. Durante o Julho Verde, mês nacional de conscientização sobre a doença, o Ministério da Saúde reforça as orientações à população sobre prevenção e diagnóstico precoce, além do acesso ao tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Os cânceres de cabeça e pescoço reúnem tumores que atingem estruturas como boca, língua, garganta, laringe, faringe, cavidade nasal, tireoide e glândulas salivares. Grande parte dos casos está relacionada ao tabagismo e ao consumo de bebidas alcoólicas. Alguns tipos também estão associados à infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV), especialmente pelo HPV-16, um dos principais fatores de risco para o câncer de orofaringe.

Instituída pela Lei nº 14.328/2022, a campanha Julho Verde busca ampliar o conhecimento da população sobre os fatores de risco e os sinais da doença, além de incentivar a prevenção e a procura pelos serviços de saúde diante de sintomas suspeitos.

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Sinais de Alerta e Tratamento pelo SUS

Os principais sinais de alerta incluem feridas na boca ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias, manchas brancas ou avermelhadas na boca, rouquidão por mais de três semanas, dor ou dificuldade para engolir, sensação de corpo estranho na garganta, ínguas persistentes no pescoço, sangramento nasal recorrente e perda de peso sem causa aparente.

No caso de câncer de tireoide, o principal sinal é o aparecimento de um nódulo no pescoço, especialmente quando apresenta crescimento rápido ou é acompanhado de rouquidão ou dificuldade para engolir.

Ao identificar um desses sinais, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Após a avaliação, o paciente será encaminhado, se necessário, para atendimento especializado. A confirmação do diagnóstico é feita por biópsia, seguida de exame anatomopatológico.

O cuidado é organizado pela Rede de Prevenção e Controle do Câncer, que integra ações de prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado. Conforme a indicação clínica, o tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, de forma isolada ou combinada.

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Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de sucesso do tratamento e menores os riscos de sequelas. Nos estágios iniciais, muitos casos podem ser tratados com apenas uma modalidade terapêutica, o que contribui para preservar funções importantes, como fala, deglutição e respiração.

Nos últimos cinco anos, o SUS realizou mais de 500 mil procedimentos relacionados ao tratamento dos cânceres de cabeça e pescoço.

Medidas de prevenção 

Para ajudar a prevenir a doença, é recomendado evitar o cigarro e outros produtos derivados do tabaco, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação saudável, cuidar da saúde bucal, consultar o dentista regularmente e proteger os lábios e o rosto durante a exposição ao sol. 

A vacinação contra o HPV, oferecida gratuitamente pelo SUS para pessoas de 9 a 14 anos, também ajuda a prevenir infecções associadas a diferentes tipos de câncer, incluindo alguns tumores de orofaringe.

Camila Marques
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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