Connect with us


Brasil

MTE articula com o setor produtivo Pacto pelo Trabalho Decente no Carnaval de Salvador

Publicado em

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reuniu-se nesta terça-feira (28), em Brasília, com representantes de um dos setores produtivos envolvidos na realização do Carnaval de Salvador. Durante o encontro, representantes da Ambev confirmaram a intenção de assinar a adesão ao Pacto Intergovernamental pelo Trabalho Decente no Carnaval de Salvador, previsto para ser lançado no início de novembro.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre governos, trabalhadores e o setor produtivo, garantindo melhores condições de trabalho e maior proteção social para os profissionais que atuam durante a maior festa popular do país.

Durante a reunião, Luiz Marinho ressaltou que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) tem promovido pactos pelo trabalho decente para assegurar condições dignas aos trabalhadores. “Nossa missão principal não é apenas resgatar trabalhadores em condições precárias ou em situação análoga à escravidão — isso é o mínimo, é uma obrigação do Estado. Mas o verdadeiro desafio é fazer com que essas situações deixem de existir. E isso só será possível quando todos os entes da sociedade assumirem o direito e o dever da indignação diante da exploração. O Pacto pelo Trabalho Decente no Carnaval de Salvador é um passo importante nessa direção”, afirmou o ministro.

Leia mais:  Decisão do STJ preserva regras do RenovaBio e reforça segurança jurídica do setor de combustíveis

O diretor de Relações Institucionais da Ambev, Rodrigo Moccia, destacou a importância da iniciativa e agradeceu o convite do MTE para integrar a construção do Pacto. “É uma oportunidade de somar esforços e contribuir para garantir um carnaval mais seguro e digno para todos os trabalhadores envolvidos”, afirmou Moccia.

O secretário de Qualificação e Fomento à Geração de Emprego e Renda, Magno Lavigne, informou que, entre vendedores ambulantes, catadores e cordeiros, cerca de 20 mil trabalhadores estão diretamente envolvidos nas atividades do Carnaval de Salvador. Segundo ele, o Pacto busca oferecer oportunidades de qualificação e inclusão produtiva, valorizando o trabalho e promovendo melhores condições de renda e proteção social.

Pelo Ministério do Trabalho e Emprego, participaram da reunião o secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello; o chefe da Divisão de Assuntos Internacionais, Guilherme Candemil; o diretor de Programa Sustentável, Luiz Henrique Lopes; a diretora do Departamento de Fiscalização do Trabalho, Lorena Arruda; o secretário de Qualificação e Fomento à Geração de Emprego e Renda, Magno Lavigne; e o chefe da Assessoria Especial de Promoção da Igualdade no Trabalho, Ronaldo Crispim Sena Barros.

Leia mais:  Pomadas capilares: Ministério da Saúde orienta sobre riscos e prevenção

Representando a Ambev, estiveram presentes o diretor de Relações Institucionais, Rodrigo João Pacheco Moccia; a diretora de Relações Corporativas, Larissa Menezes; a diretora Jurídica, Mariana Torres da Costa Rodrigues; a gerente Jurídica Trabalhista, Roberta Formozo de Almeida; a gerente Jurídica, Giovanna Oliveira Furlon; e a gerente de Eventos, Fernanda Gomes.

Objetivos do Pacto pelo Trabalho Decente no Carnaval de Salvador

  • Incentivar a geração de emprego, a qualificação profissional e o desenvolvimento socioeconômico dos trabalhadores envolvidos;

  • Assegurar que todas as ações estejam alinhadas aos princípios do trabalho decente, prevenindo situações de exploração e promovendo dignidade e inclusão;

  • Estimular cada ente público a elaborar planos de ação personalizados, de acordo com as necessidades de vendedores ambulantes e catadores;

  • Promover a disseminação de práticas sustentáveis que garantam ambientes de trabalho justos, seguros e decentes para todos os trabalhadores.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Comentários Facebook

Brasil

Brasil e Alemanha assinam acordos para fortalecer cooperação em economia circular e combate ao crime ambiental

Published

on

Os governos do Brasil e da Alemanha firmaram, nesta segunda-feira (20/4), acordos para fortalecer a cooperação bilateral nas áreas de economia circular e combate ao crime ambiental. Os ministros do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, e do Meio Ambiente, Conservação da Natureza, Segurança Nuclear e Proteção ao Consumidor alemão, Carsten Schneider, assinaram os atos em Hanôver, na Alemanha, paralelamente às agendas oficiais que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu na cidade.

Os países também firmaram declaração conjunta em que a Alemanha manifesta intenção de aportar, por meio de seu banco de desenvolvimento KfW, até EUR 500 milhões para o Fundo Clima, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e liderado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), que coordena seu Comitê Gestor  – leia mais aqui.

Diálogo Brasil-Alemanha sobre Economia Circular e Eficiência de Recursos

Um dos atos cria o Diálogo Brasil-Alemanha sobre Economia Circular e Eficiência de Recursos e seu plano de ação. O objetivo é fortalecer o intercâmbio bilateral sobre as políticas públicas necessárias à promoção da economia circular, instrumento considerado pelas nações como importante para apoiar o crescimento sustentável, a eficiência de recursos e o combate à mudança do clima, à perda de biodiversidade e à poluição.

O Diálogo tratará da concepção, planejamento e implementação de estratégias, legislação e políticas em áreas de interesse mútuo. Será um fórum para desenvolver conjuntamente recomendações de ajustes de políticas para apoiar a gestão sustentável de recursos.

Leia mais:  Ministro Padilha visita primeiro Centro de Referência em Saúde Indígena do Brasil, no território Yanomami

O intercâmbio entre os países se dará em três frentes. Primeiro, no aumento da circularidade e da eficiência de recursos ao longo de toda a cadeia de valor de materiais-chave – especialmente plásticos, água, produtos químicos, minerais e metais, entre outros – e em categorias de produtos selecionadas ou setores-chave, como eletrônicos, têxteis e embalagens. Para subsidiar a primeira área, podem ocorrer trocas sobre instrumentos e ferramentas de política, tais como critérios de ecodesign, rotulagem ambiental, sistemas de gestão ambiental, responsabilidade estendida do produtor, compras públicas sustentáveis, financiamento de medidas de economia circular e subsídios. Por fim, os países podem discutir padrões ambiciosos de sustentabilidade e transparência ao longo das cadeias de valor de categorias de produtos selecionadas e materiais-chave.



No texto, as partes destacam a intenção de trabalhar conjuntamente em mecanismos multilaterais internacionais sobre esses temas, como a ONU, incluindo o Comitê Intergovernamental de Negociação sobre Poluição por Plásticos, para promover a realização de padrões sustentáveis de consumo e produção e acelerar a transição para um uso mais sustentável, eficiente e circular de materiais e recursos naturais.

O Diálogo deve ser conduzido por autoridades de alto nível dos países. Sua governança ficará a cargo de um Comitê Diretivo Conjunto, que se reunirá anualmente e terá a tarefa de supervisionar o trabalho realizado no âmbito da iniciativa. Poderão participar outros ministérios envolvidos no tema, assim como o setor privado.



O plano de ação deve ser aplicado inicialmente por um período de cinco anos.

Leia mais:  MMA e Itaipu Binacional firmam acordo para fortalecer políticas públicas de educação ambiental

Declaração Conjunta sobre a Cooperação no Combate aos Crimes Ambientais

O segundo ato assinado nesta segunda-feira institui a Declaração Conjunta sobre a Cooperação no Combate aos Crimes Ambientais. Por meio dela, Brasil e Alemanha reconhecem que os crimes ambientais – como o tráfico ilícito de fauna e flora silvestres e de resíduos e a mineração e pesca ilegais – são forma grave e em rápida expansão de crime organizado transnacional, que gera lucros ilícitos substanciais para organizações criminosas e possui impactos ambientais significativos, incluindo a aceleração da perda de biodiversidade, da mudança do clima e da poluição, o que representa ameaça a povos indígenas e comunidades locais.

A cooperação entre os países na área pode ocorrer na forma de intercâmbios bilaterais, envolvendo os ministérios relevantes de ambos os países; fortalecimento da coordenação em processos multilaterais relevantes, a fim de aprimorar a cooperação internacional; e a discussão de caminhos para um engajamento mais amplo e direcionado de iniciativas multissetoriais e da sociedade civil, entre outras.
 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262