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Ministro Fávaro destaca o papel fundamental dos adidos agrícolas para o avanço das exportações brasileiras

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou, nesta quarta-feira (26), da abertura oficial do Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas, realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em Brasília-DF.

O evento tem como tema principal “Parcerias que vão Além” e reúne 54 adidos agrícolas, sendo 40 em missão e 14 recém-designados, além das equipes dos escritórios da ApexBrasil em Bogotá, Miami, Bruxelas, Moscou, Dubai, Lisboa e Pequim.

Na ocasião, o ministro Carlos Fávaro evidenciou a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reconstruir a credibilidade internacional do Brasil. “Parece que alguma coisa falava para ele: em algum momento vai acontecer uma mudança e a geopolítica e as relações comerciais serão muito afetadas, e o Brasil precisa estar preparado. Ele foi lá, começou a escalar o time, escolheu o Jorge para estar na Apex, nos escolheu para estar no Mapa, escolheu o time do MRE, escolheu o vice-presidente no MDIC. Essas escolhas foram determinantes para reposicionar o país no cenário global”, disse.

Destacou o papel fundamental das adidâncias agrícolas para o crescimento do comércio brasileiro no exterior e a importância do trabalho conjunto entre governo, adidos e setor produtivo. “É um momento muito especial. Todos nós fazemos parte da história que está acontecendo no mundo. Os adidos agrícolas contribuem abrindo muitas portas. Cada abertura e ampliação de mercados é mais emprego, mais desenvolvimento e mais oportunidade”, afirmou Fávaro.

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O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua, reforçou a importância estratégica do encontro e das parcerias institucionais. “Este é um momento de celebração das conquistas que alcançamos até aqui. Dos 491 mercados que abrimos pelo mundo e das mais de 200 ampliações, boa parte só foi possível graças ao trabalho dos adidos agrícolas, ao apoio das embaixadas e à promoção comercial conduzida pela ApexBrasil. Mas também é um momento de planejamento. O cenário internacional muda a cada segundo e precisamos estar preparados, com diretrizes claras, para avançar ainda mais em 2026”, destacou.

O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, ressaltou os resultados expressivos alcançados pelo Brasil até outubro deste ano, demonstrando o fortalecimento da presença internacional do país. “Os investimentos estrangeiros diretos no Brasil já alcançaram 74 bilhões de dólares este ano, um número que não víamos há mais de uma década. Esses resultados são fruto do trabalho de todos nós, da credibilidade que o país voltou a conquistar e do empenho das nossas equipes no Brasil e no exterior”, afirmou.

Ao falar sobre os avanços recentes, o ministro Carlos Fávaro salientou o impacto econômico das aberturas de mercado e das negociações sanitárias conduzidas pelas equipes do Mapa e pelos adidos agrícolas. “A consequência do nosso trabalho tem efeitos para toda a sociedade brasileira. Eu acredito no trabalho, na perseverança e na dedicação, e é isso que faz as coisas acontecerem”, disse.

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Na oportunidade, as autoridades ressaltaram o impacto da estratégia de abertura e ampliação de mercados conduzida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores. Já são US$ 3 bilhões em novos negócios, e mais US$ 33 bilhões previstos.

Integraram também a mesa de abertura a presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvia Massruhá, e o embaixador especial da FAO para o Cooperativismo e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

ENCONTRO NACIONAL DO AGRO E DOS ADIDOS AGRÍCOLAS

Realizado pelo Mapa e pela ApexBrasil, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Encontro está sendo realizado desde o dia 24 de novembro e vai até 2 de dezembro.

O objetivo é estreitar relações entre instituições governamentais, adidos agrícolas, equipes técnicas e setores produtivos do agro, contribuindo para o aumento das exportações brasileiras e o acesso aos mercados internacionais de forma mais eficiente.

A programação conta com reuniões individuais entre entidades do setor privado, adidos agrícolas e representantes dos escritórios da ApexBrasil a respeito de temas como abertura e melhoria de acesso a mercados, parcerias estratégicas e promoção comercial. Além disso, será realizada uma visita de campo ao Complexo Industrial no Paraná.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Qualidade das sementes se torna fator decisivo para aumentar a produtividade e a rentabilidade no agronegócio

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A qualidade das sementes tem assumido papel cada vez mais estratégico na agricultura brasileira. Em um cenário marcado por custos elevados de produção, volatilidade dos preços agrícolas e busca constante por eficiência, produtores rurais passaram a enxergar a semente não apenas como um insumo, mas como uma ferramenta fundamental para a gestão de risco e maximização da produtividade.

Estudos técnicos indicam que sementes de alto desempenho podem proporcionar ganhos expressivos na produção. De acordo com pesquisas da Embrapa, materiais com elevado vigor e qualidade fisiológica têm potencial para aumentar a produtividade da soja entre 10% e 15%, representando impacto direto na rentabilidade das propriedades rurais.

Qualidade começa antes do plantio

O avanço tecnológico da agricultura brasileira elevou as exigências do mercado de sementes. Além do potencial genético das cultivares, fatores como germinação, vigor, uniformidade, sanidade, armazenamento adequado e rastreabilidade passaram a ser determinantes para garantir o estabelecimento inicial das lavouras.

Nesse contexto, a Boa Safra vem fortalecendo sua atuação por meio de investimentos em qualidade industrial, armazenamento refrigerado, tratamento industrial de sementes (TSI) e sistemas de controle que acompanham todas as etapas da produção.

Com o conceito “Qualidade Boa Safra: do campo ao campo, garantindo excelência a cada safra”, a companhia mantém uma estrutura especializada composta por 43 profissionais e três laboratórios próprios de controle de qualidade localizados nas regiões do Cerrado e Sul do Brasil.

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Entre os testes realizados estão análises de Tetrazólio, Envelhecimento Acelerado, Emergência em Canteiro, Germinação em Papel e Areia, além de avaliações visuais e processos apoiados por inteligência artificial.

Semente de qualidade reduz riscos e aumenta o potencial produtivo

Segundo Maikely Feliceti, gerente de Qualidade de Sementes da empresa, a confiabilidade do material entregue ao produtor tornou-se um diferencial competitivo essencial.

“A semente deixou de ser apenas um insumo agrícola e passou a ser tratada como uma ferramenta de gestão de risco. Nosso compromisso é garantir que cada lote entregue ao produtor apresente elevado potencial de emergência e desempenho fisiológico, contribuindo para o sucesso da lavoura”, destaca.

Atualmente, além da forte presença no mercado de sementes de soja, a empresa também atua com sementes de milho, sorgo e forrageiras, adotando protocolos rigorosos de controle fisiológico, físico, genético e sanitário em todas as culturas.

Ganhos econômicos podem chegar a 400 quilos por hectare

O impacto da qualidade das sementes vai além da uniformidade da lavoura. Segundo estudos da Embrapa citados pela empresa, sementes mais vigorosas podem gerar ganhos produtivos de até 400 quilos por hectare em determinadas condições de cultivo.

Para os produtores, essa diferença representa um resultado financeiro significativo, especialmente diante dos atuais custos de implantação e condução das lavouras.

“Quando analisamos o cenário atual da soja, qualquer incremento produtivo pode representar uma melhora relevante na margem operacional. A qualidade da semente passou a ser um investimento estratégico para o produtor”, afirma Glaube Caldas, diretor de Operações da Boa Safra.

Mercado valoriza confiabilidade e consistência operacional

A dinâmica do setor de sementes também mudou nos últimos anos. Hoje, aspectos como capacidade logística, estabilidade na entrega, conservação dos lotes, suporte técnico especializado, rastreabilidade e tratamento industrial são considerados diferenciais importantes no momento da compra.

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Especialistas do setor avaliam que a construção de credibilidade entre os produtores depende cada vez mais da capacidade das empresas em garantir consistência operacional e desempenho no campo.

Nesse ambiente altamente competitivo, a confiança técnica tornou-se um dos principais ativos das empresas do segmento, acompanhando a evolução da agricultura de precisão e a crescente profissionalização da gestão rural.

Tecnologia e qualidade impulsionam a agricultura brasileira

Com a necessidade de produzir mais em áreas cada vez mais eficientes, a qualidade das sementes tende a permanecer como um dos pilares da competitividade do agronegócio nacional.

A combinação entre genética avançada, rigor nos processos industriais, monitoramento de qualidade e rastreabilidade reforça o papel das sementes de alto desempenho como ferramenta essencial para elevar a produtividade, reduzir riscos e aumentar a sustentabilidade econômica das lavouras brasileiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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