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Ministério Público do Paraná promove no dia 10 de abril audiência pública para tratar de interrupções no fornecimento de energia elétrica em Adrianópolis

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O Ministério Público do Paraná promoverá no próximo dia 10 de abril, sexta-feira, em Adrianópolis, na Região Metropolitana de Curitiba, audiência pública para tratar das constantes interrupções no fornecimento de energia elétrica no município. O encontro será realizado pela Promotoria de Justiça de Bocaiúva do Sul (sede da comarca) às 14 horas na Câmara Municipal de Adrianópolis (Avenida Mascarenhas de Morais, 56).

Áudio do Promotor de Justiça Rafael Pereira

A audiência pública está vinculada ao Inquérito Civil 0018.26.000187-2, instaurado para apurar suposta violação de direitos do consumidor em razão das frequentes quedas e interrupções no fornecimento de energia elétrica na cidade.

O evento é aberto a todos os interessados, que inclusive poderão fazer uso da palavra.

Outras informações podem ser obtidas com a Promotoria de Justiça de Bocaiúva do Sul, presencialmente, no edifício do Fórum (Rua Brasílio de Moura Leite, 200), pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (41) 3658-1366 (que também atende por WhatsApp).

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Estado capacita gestores municipais de Defesa Civil para atendimento de deficientes auditivos

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A Coordenadoria de Defesa Civil Estadual (Cedec) realizou nesta quinta-feira (21) o primeiro workshop de capacitação em língua brasileira de sinais. A atividade teve apoio da Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef) e reuniu 80 profissionais da Defesa Civil da capital, da Região Metropolitana de Curitiba e dos Campos Gerais. 

A ideia é ampliar a linha de atuação para atendimento desse público em situações extremas. Foi apresentada a legislação nacional, a Política de Garantia dos Direitos da Pessoa com Deficiência, noções básicas da cultura surda e normas de atendimento em situações de emergência para este público. Os participantes também receberam treinamento prático sobre algumas expressões importantes em momentos de desastre.

De acordo com o último Censo, o Paraná possui 100 mil pessoas com algum nível de deficiência auditiva, cerca de 10 mil estão na Capital e RMC. “Este é o primeiro de uma série de eventos que faremos em todo o Estado para garantir a preparação e o atendimento adequado. Para isso, envolvemos outras secretarias e as associações de surdos  para nos auxiliar nesse processo”, explica o coronel Ivan Fernandes, coordenador executivo da Defesa Civil

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Para Lígia Klen, coordenadora de projetos da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (FENES), a comunicação é uma grande barreira a ser superada para que essas pessoas recebam as informações sobre como se comportar diante de um desastre. Segundo a coordenadora, cerca de 90% da população não têm qualquer conhecimento sobre a língua de sinais.

“Essa preocupação da Defesa Civil em promover esse evento e trazer essa pauta de discussões é algo de muito valor. Na tragédia que ocorreu no Rio Grande do Sul, muitos surdos ficaram pedindo a suas famílias por conta dessa falta de comunicação. Precisamos conseguir passar as informações em tempo hábil para que eles não sejam vítimas das tragédias”, declara. 

Identificar e cadastrar pessoas com deficiência em áreas de atenção é uma das orientações repassadas aos agentes municipais de Defesa Civil. O objetivo é incorporar essas informações no plano de contingência para servir de base em momentos de desastres. 

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“Rever práticas como o uso de sirene, alarmes e a dinâmica dentro dos abrigos são algumas realidades revistas a partir desses encontros. A ideia, num segundo momento, é capacitar as coordenadorias municipais para assegurar o primeiro atendimento, seja para fazer perguntas básicas para saber como está se sentido ou indicar o local para onde tem que ir e assim conseguir padronizar esses contatos”, complementa o capitão Julian Waldrigues, que participou do curso.

A gestão dos abrigos também foi um dos assuntos discutidos entre os participantes, principalmente nos casos de média ou longa permanência. “Quando falamos da comunidade surda, existem pessoas que sabem ler ou não, que tem a língua de sinais como a primeira língua, é nosso dever garantir o atendimento igualitário a todos”, completa. 

Fonte: Governo PR

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