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Gaeco de Curitiba cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em duas operações contra grupos criminosos envolvidos com lavagem de dinheiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpre nesta sexta-feira, 7 de julho, seis mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão no âmbito das Operações “Scelerum II” e “Strigoi”, a partir das quais são investigados dois grupos supostamente envolvidos com lavagem de dinheiro de facção criminosa. As apurações apontam, até o momento, o possível envolvimento de oito pessoas, sendo algumas parentes entre si. As ordens judiciais foram expedidas pelos Juízos da 2ª e 5ª Varas Criminais de Curitiba.

Dois dos mandados de prisão foram cumpridos no sistema penitenciário da capital, onde já se encontram presos um homem e uma mulher possivelmente integrantes do esquema criminoso. As demais ordens de prisão foram cumpridas em Londrina e Curitiba. Os mandados de busca são cumpridos em Curitiba (2), Colombo (4) e Londrina (4), em residências e em duas empresas relacionadas aos investigados.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Paraná

Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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