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Ministério Público do Paraná empossa Paulo Sergio Markowicz de Lima no cargo de corregedor-geral nesta quinta-feira, 14 de dezembro

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O procurador de Justiça Paulo Sergio Markowicz de Lima toma posse no cargo de corregedor-geral do Ministério Público do Paraná nesta quinta-feira, 14 de dezembro, às 11 horas. A solenidade integra a programação do evento de comemoração do Dia Nacional do Ministério Público e ocorre no Plenário do Bloco II da sede do MPPR em Curitiba (Rua Marechal Hermes, 820, 6º andar).

O novo corregedor-geral postulou o cargo como candidato único e foi eleito em 4 de dezembro com 97 dos 108 votos do Colégio de Procuradores de Justiça. Deixará o cargo a procuradora de Justiça Rosângela Gaspari.

Carreira

Nascido em Curitiba, Paulo Sergio Markowicz de Lima graduou-se em Direito na Universidade Federal do Paraná, em 1992. No mesmo ano ingressou no MPPR, atuando nas comarcas de Campo Largo, Chopinzinho, Laranjeiras do Sul, Campo Mourão, Almirante Tamandaré e Curitiba. Na capital, atuou na Promotoria de Investigação Criminal, Promotorias do Tribunal do Júri, Centro de Apoio das Promotorias do Júri, Assessoria da Procuradoria-Geral de Justiça e Centro de Apoio das Promotorias Criminais, do Júri e Execuções Penais.

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Foi promotor-corregedor (2007-2009), secretário do Colégio de Procuradores de Justiça e do Conselho Superior do Ministério Público (2015-2021) e subcorregedor-geral (2020-2022). Participou como examinador de Processo Penal de várias bancas de concurso de ingresso da carreira no MPPR e no Ministério Público do Maranhão. Como procurador, atua hoje no 5º Grupo da Procuradoria de Justiça Criminal.

Fonte: Ministério Público PR

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Fazendinha da Expoingá aproxima público urbano da produção agrícola

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A tradicional Fazendinha da Expoingá está de volta em 2026 com força renovada e protagonismo ampliado da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O espaço, que integra ciência, educação e entretenimento, promete encantar visitantes de todas as idades ao apresentar, de forma prática e interativa, o universo da produção rural no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro.

Um dos responsáveis pela organização do espaço, o professor Ednaldo Michellon, do Departamento de Agronomia, destaca que a Fazendinha é resultado de um esforço coletivo. A iniciativa reúne parcerias com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), além da Sociedade Rural de Maringá, responsável pela feira.

Segundo Michelon, o local oferece uma verdadeira imersão no campo. “O visitante vai encontrar diversos experimentos com plantas, hortaliças e um bosque preservado, além da presença de animais. A sericicultura, com o bicho-da-seda, deve retornar e costuma encantar especialmente as crianças”, explica.

Entre as novidades deste ano está a demonstração de sistemas de aquaponia, que integra a criação de peixes ao cultivo de plantas, utilizando a água como elemento de conexão sustentável entre as atividades. A iniciativa conta com apoio de projetos acadêmicos e evidencia o papel da universidade na difusão de tecnologias voltadas à agricultura sustentável.

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A estrutura da Fazendinha também inclui espaços como a Casa do Colono — uma recriação histórica da colonização de Maringá —, áreas com flores, hortas e demonstrações práticas que incentivam o cultivo de alimentos em pequenos espaços, inclusive em residências urbanas.

Apesar de ocupar uma área estimada em cerca de um hectare, o espaço demanda grande esforço logístico. De acordo com o professor, a montagem exigiu intenso trabalho das equipes técnicas, que enfrentaram condições desafiadoras do solo para preparar os canteiros e desenvolver os experimentos. “Quem visita não imagina nem 1% do trabalho envolvido”, afirma.

A expectativa é que cerca de 200 mil pessoas passem pela Fazendinha durante o evento, dentro de um público total que pode chegar a 500 mil visitantes. Um dos destaques é o atendimento a escolas, com atividades educativas voltadas ao público infantil, reforçando o papel da extensão rural como ferramenta de desenvolvimento social.

Além da exposição, o espaço contará com cursos e oficinas ao longo da programação, incluindo capacitações sobre práticas agroecológicas para controle de pragas e doenças. A área de gastronomia e a chamada “Feira de Sabores” também ganham destaque, integrando produtores, instituições e iniciativas voltadas à agricultura familiar.

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Para Michellon, a Fazendinha simboliza a essência da extensão universitária. “A proposta é mostrar ao público urbano como o rural pode contribuir para a qualidade de vida, especialmente por meio da alimentação saudável e sustentável”, ressalta.

Fonte: Governo PR

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