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Ministério dos Transportes entrega duplicação da BR-290 e autoriza nova etapa de obras no Rio Grande do Sul

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O ministro dos Transportes, George Santoro, entregou nesta quinta-feira (30), 14 quilômetros de duplicação da BR-290/RS, em Pantano Grande, e autorizou o início das obras de duplicação no trecho entre Arroio dos Ratos e Butiá. As ações integram a ampliação da capacidade da rodovia, que recebe investimento de R$ 1,4 bilhão aplicado na modernização de 115,7 quilômetros da estrada, um dos principais corredores logísticos utilizados para o escoamento da produção de grãos do oeste gaúcho em direção ao porto de Rio Grande.

“Essas obras são muito importantes para o Rio Grande do Sul e para o Brasil. A BR-290 é um corredor estratégico para o Mercosul, com fluxo intenso de veículos e grande importância para a logística do estado. Por isso, a duplicação é tão importante para ampliar a segurança viária e garantir mais tranquilidade para quem utiliza diariamente a rodovia”, afirmou o ministro George Santoro.

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Com recursos do Novo PAC, a obra foi retomada em 2023, após período de baixo ritmo de execução no estado.

“Para nós, que estamos vivendo esse momento histórico, a duplicação da BR-290 vai muito além de Pantano Grande ou da região carbonífera. Essa é uma rodovia que move pessoas, conecta destinos e impulsiona o desenvolvimento de todo o estado”, ressaltou o prefeito de Pantano Grande, Alcides Emilio Paganotto.

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A duplicação do trecho vai reduzir o tempo de viagem, melhorar a mobilidade urbana e aumentar a segurança no trânsito para cerca de 4,2 milhões de habitantes da região.

O aposentado Manuel Batista Vieira, morador de Pantano Grande, acompanhou a transformação da BR ao longo dos últimos anos. Ele lembra que a rodovia já foi apenas um corredor de terra e destaca os impactos da duplicação para a segurança e o desenvolvimento da região.

“Hoje, a rodovia está muito mais segura e o trânsito flui melhor. Já percebemos redução nos acidentes e mais tranquilidade para quem precisa viajar todos os dias. A duplicação representa desenvolvimento para Pantano Grande e para toda a região, porque essa estrada liga o Rio Grande do Sul a diferentes destinos do Brasil e também à Argentina”, disse.

Ainda no estado, o ministro George Santoro também assinou a ordem de início dos serviços para a duplicação da BR-290/RS, no trecho entre Arroio dos Ratos e Butiá. As obras abrangem o segmento entre os km 142,0 e 172,08 da rodovia, com extensão total de 30,08 quilômetros, e com investimento previsto de R$ 320 milhões.

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Aumento de investimentos

Em 2025, o Rio Grande do Sul recebeu o maior volume de investimentos federais em infraestrutura de transportes. Para 2026, o estado mantém um ritmo constante de melhorias no setor, são oito obras em andamento ou já contratadas, doze intervenções previstas para contratação ou em fase de projeto, três trechos sob concessão e uma rota em estudo para futura licitação.

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“Precisamos sempre olhar para as pessoas e pensar no Brasil que queremos construir: um país que avança, cresce, gera empregos e promove desenvolvimento social e econômico. Hoje, o Brasil voltou a investir, retomou obras e vive a menor taxa de desemprego da história. É esse país que queremos fortalecer, olhando para frente e entregando mais obras que melhorem a vida da população”, concluiu George Santoro.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Debate no Recife discute desafios para formação de recursos humanos em ciência, tecnologia e inovação

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Promovida pela Associação dos Pós-Graduandos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a mesa redonda Desafios para a Formação de Recursos Humanos para a Ciência e Tecnologia reuniu, nesta terça-feira (28), governo, academia e entidades estudantis. O objetivo foi para discutir caminhos e entraves da formação científica no Brasil. O evento ocorreu na sede da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife (PE). 

“A formação de recursos humanos para ciência e inovação estrutura o desenvolvimento nacional”, disse a titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos. Segundo ela, a formação científica é a base da inovação, e, sem continuidade, há risco de evasão de talentos. 

A ministra destacou ainda que existe um quadro de escassez de profissionais qualificados em áreas estratégicas, sendo o setor de tecnologia o exemplo mais evidente desse descompasso. “O Brasil forma cerca de 46 mil profissionais de tecnologia por ano, mas a demanda chega a 70 mil. Ou seja, um déficit anual de aproximadamente 24 mil profissionais numa área em que a remuneração costuma estar acima da média”, colocou. 

Luciana Santos destacou que o MCTI tem atuado para enfrentar esse desafio com uma série de iniciativas. De acordo com ela, a formação científica precisa começar na base, antes da universidade. Por isso, o MCTI lançou o Programa Mais Ciência na Escola, de letramento digital e educação científica, por meio da implementação dos laboratórios mão na massa, onde os estudantes de escolas públicas podem colocar em prática ideias e criações inovadoras. 

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Ela citou ainda iniciativas de formação pensando no futuro do trabalho, como os programas Residência em TIC, com mais de 60 mil profissionais formados nas áreas das tecnologias da informação e da comunicação; Hackers do Bem, que é a principal política pública brasileira para enfrentar o déficit global de talentos em segurança cibernética; ou Bolsa Futuro Digital, voltado à formação tecnológica de profissionais prontos para ingressar no mercado de trabalho. 

Para o reitor da UFPE, Alfredo Gomes, não há soberania nacional, sem soberania científica. “E não há soberania científica, sem universidade pública forte, com financiamento estável, valorização da pós-graduação stricto sensu e políticas efetivas de inclusão e permanência”, disse. Ele destacou que a pós-graduação ocupa lugar estratégico na consolidação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. “É nela que se formam pesquisadores, docentes, técnicos e intelectuais necessários aos grandes desafios nacionais”, concluiu. 

Ele reconheceu o apoio que o MCTI tem dado à sua instituição, informando que, na UFPE, por meio dos programas do ministério, já foram injetados mais de R$ 100 milhões nos últimos anos. 

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Representando a Associação Nacional de Pós-Graduandos, Elvis Arruda destacou avanços como o reajuste das bolsas concedido logo no início da atual gestão do Governo do Brasil e a aprovação de direitos previdenciários para pós-graduandos.  

“Estamos avançando nos direitos dos pós-graduandos. Mas é preciso um desenvolvimento justo e soberano, e isso passa necessariamente pela ciência e tecnologia”, afirmou. Ele também defendeu maior integração entre universidade e setor produtivo para absorção de mestres e doutores. 

O evento integrou uma agenda de diálogo institucional sobre financiamento da ciência, redução de desigualdades e fortalecimento da formação científica, com foco especial na realidade dos pós-graduandos brasileiros. 

Também participaram da mesa redonda o presidente da Associação de Pós-Graduandos da UFPE, Renilson Jesus de Luna; o vice-presidente da Associação de Docentes da UFPE (Adufepe), Márcio Vilela; e o ex-vereador de Olinda, Vinicius Castello. Entre os demais temas abordados, estavam financiamento da ciência, permanência estudantil, redução das desigualdades regionais e integração entre ciência, desenvolvimento e sustentabilidade. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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