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Luz para Todos transforma a realidade de milhares de famílias em Juruti, no Pará

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O município de Juruti, localizado no Pará, vive um novo ciclo de inclusão e desenvolvimento social com a ampliação do acesso à energia elétrica na Comunidade Juruti Velho. Por meio do programa Luz para Todos (LPT), cerca de 22 mil pessoas já foram beneficiadas ao longo dos anos, garantindo mais dignidade, segurança e qualidade de vida às famílias da região. 

Desde junho de 2024, o Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com o Grupo Equatorial Pará, lideranças políticas e comunitárias e a Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho (ACORJUVE), atuam para ampliar o acesso à rede elétrica na localidade. A iniciativa atende a uma demanda dos moradores, que por muitos anos permaneceram sem acesso à rede elétrica convencional em razão das características geográficas da região. 

A proposta inicial previa o atendimento por meio de Sistemas Individuais de Geração de Energia com Fonte Intermitente (SIGFIs), baseados em painéis solares, mas, a partir do diálogo com as comunidades do Projeto Agroextrativista Juruti Velho, a solução técnica foi revista, adotando-se um modelo mais robusto, com extensão da rede elétrica no lugar da instalação de sistemas fotovoltaicos.

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As obras seguem em ritmo acelerado. Já foram executados 72 km de rede, com 282 novos clientes ligados, dentro de um total previsto de 246 km e 1.205 famílias mapeadas. Até o momento, foram instalados 815 postes e 315 transformadores. Uma das etapas mais desafiadoras do projeto será a travessia subaquática de 1,3 km sob o lago de Juruti Velho, essencial para alcançar os pontos mais isolados da comunidade.

Ao longo dos anos, o programa Luz para Todos já beneficiou 5.559 famílias no município de Juruti. Com a conclusão da nova fase, prevista para julho, mais de mil famílias passarão a ter acesso regular à energia elétrica. 

Luz para Todos acelera inclusão energética no Pará

O Luz para Todos já atendeu mais de 590 mil famílias no estado do Pará desde sua criação, em 2003, beneficiando cerca de 2,65 milhões de pessoas com o acesso à energia elétrica. Desse total, 2,39 milhões de pessoas foram atendidas por meio da expansão convencional da rede elétrica, enquanto 267 mil foram contempladas com soluções de atendimento remoto, por meio de sistemas isolados de geração. No que se refere à execução financeira, o total no estado alcançou R$ 6,98 bilhões, sendo R$ 4,28 bilhões destinados ao atendimento convencional e R$ 2,7 bilhões aplicados em soluções para áreas remotas. 

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No âmbito das metas do Novo Programa de Aceleração e Crescimento (Novo PAC), os resultados superaram de forma consistente a meta prevista e, desde 2023, o programa já atendeu mais de 103 mil famílias paraenses, com investimentos oriundos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), demonstrando a aceleração das entregas e reforçando o compromisso do Governo do Brasil com a universalização do acesso à energia elétrica.

  • 2023 – 25.060 ligações efetivadas (a meta era 14.573)
  • 2024 – 39.113 ligações efetivadas (a meta era 30.744) 
  • 2025 – 39.528 ligações efetivadas (a meta era 26.885)

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Dia D mobiliza crianças e adolescentes para atualizar a caderneta de vacinação

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O Dia D de Multivacinação acontece neste sábado (22) e mobiliza pais, mães, responsáveis e equipes de saúde de estados e municípios para intensificar a vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Ao longo do dia, Unidades Básicas de Saúde, pontos móveis e ações em locais públicos, como parques e espaços de lazer, estão abertos para receber as famílias. São mais de 20 doenças que podem ser prevenidas com as vacinas do calendário do SUS. A iniciativa faz parte da Campanha Nacional de Multivacinação, que segue até 1º de setembro.

Durante a ação, pais e responsáveis devem levar a caderneta de vacinação, em papel ou disponível no Meu SUS Digital para que os profissionais verifiquem a situação vacinal e indiquem as doses necessárias.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou a ação em Brasília (DF) e reforçou a mobilização em todo o país. “Todos os estados e municípios brasileiros responderam ao chamado do Ministério da Saúde para a atualização da imunização de crianças e dos adolescentes. Essa é uma campanha diferente porque ela não é de uma vacina, mas de todas que estão no calendário infantil. Leve o seu filho, leve a sua filha para se proteger”, ressaltou.

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Foto: Rafael Nascimento/MS

Na noite de ontem (21), Padilha também fez um pronunciamento em rede nacional para convocar a população para a vacinação e reforçar a importância de manter a caderneta atualizada, contribuindo para a prevenção e o controle de doenças imunopreveníveis.

Entre as doenças que podem ser evitadas pela vacinação estão formas graves de tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, infecções por rotavírus, pneumonias e meningites causadas por pneumococos e meningococos, influenza (gripe), covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela (catapora), infecções pelo papilomavírus humano (HPV) e dengue.

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Esta é a primeira edição da campanha com a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada neste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal.

A verificação da caderneta é especialmente importante para crianças que iniciaram um esquema vacinal, mas não receberam todas as doses previstas ou os reforços. A vacinação é seletiva: os profissionais de saúde conferem a situação de cada pessoa e aplicam somente as doses necessárias para iniciar ou completar o esquema previsto.

Abaixo, as vacinas disponíveis:

  • BCG;
  • Hepatite B recombinante;
  • Penta (DTP/Hib/HB)
  • Pólio inativada VIP;
  • Rotavírus humano;
  • Pneumo 10-v e 20-v;
  • Meningo C;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Meningo ACWY;
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • Pneumo 23-v;
  • dT;
  • HPV 4;
  • Dengue tetravalente. 

Vacinação contra o sarampo

Como parte da estratégia, a vacinação contra o sarampo foi intensificada nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Nesses locais, a vacina está sendo ofertada para pessoas de 6 meses a 59 anos, conforme a situação vacinal e as orientações para cada faixa etária.

A medida foi adotada após o registro de casos de sarampo relacionados à importação do vírus. Para crianças de 6 a 11 meses, a chamada dose zero é adicional e não substitui as doses de rotina, previstas aos 12 e aos 15 meses. Para as demais faixas etárias, os profissionais de saúde verificam a idade e o histórico vacinal para indicar as doses necessárias.

Em 2024, o Brasil recebeu a recertificação da eliminação da circulação endêmica do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e mantém esse status. Durante o Dia D e até o fim da campanha, a vacinação contra o sarampo estará disponível em todos os estados, conforme a indicação para cada faixa etária e situação vacinal.

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Foto: Rafael Nascimento/MS

Abastecimento

Para a Campanha de Multivacinação deste ano, foram distribuídas 1,5 milhão de doses aos estados. No total, mais de 177 milhões de doses foram distribuídas no país para abastecimento da rede de vacinação.

Até o momento, foram registradas mais de 94,8 milhões de doses aplicadas das vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação. 

Novo reforço contra a poliomielite

Desde 3 de agosto de 2026, o esquema de vacinação contra a poliomielite passou a incluir o segundo reforço da vacina poliomielite (VIP) aos 4 anos de idade.

A mudança complementa o esquema exclusivamente com VIP adotado no Brasil desde 2024 e reforça a proteção contra a poliomielite, doença que ainda não foi erradicada mundialmente.

O Brasil não registra casos de poliomielite há décadas e mantém a vacinação como principal medida para evitar a reintrodução do poliovírus. Por isso, é importante que as crianças recebam todas as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

Vacinação infantil

Dados divulgados em 14 de julho pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) indicam avanço no cenário da vacinação infantil no Brasil.

Segundo as Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC), o número de crianças que não receberam a primeira dose da vacina Penta (DTP/Hib/HepB) — as chamadas crianças “zero-dose” — passou de 360 mil em 2023 para 255 mil em 2024 e 50 mil em 2025, uma redução de aproximadamente 86% em relação a 2024 e de quase 90% em relação a 2023. 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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