Connect with us


Brasil

Ministério da Saúde fortalece atuação e valorização dos agentes comunitários e de combate às endemias

Publicado em

A presença dos agentes de saúde é essencial para aproximar o Sistema Único de Saúde (SUS) de cada comunidade no Brasil. Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE) desempenham funções complementares e estratégicas, estabelecem vínculos com a população local e fortalecem o acesso à saúde.

Enquanto os ACSs focam no contato diário com as famílias com visitas domiciliares, promovendo saúde com ações educativas, além de contribuírem para um atendimento mais eficaz nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Já os ACEs são essenciais no combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como dengue, Zika e chikungunya. Em muitos casos, os criadouros desse mosquito estão dentro residências, o que reforça o protagonismo dos agentes na conscientização e prevenção junto à população. 

Essa complementariedade ganha força quando as ações são integradas, como recomenda a Diretriz Nacional para Atuação Integrada dos ACE e ACS que articula a atenção primária e a vigilância em saúde.

Foto: divulgação/MS

Valorização

Em 2023, o governo federal destinou R$ 2,1 bilhões para garantir o piso salarial dos ACEs. No ano passado, o Ministério da Saúde atualizou o valor do incentivo financeiro federal de custeio mensal dos agentes comunitários. A previsão é garantir repasses de mais de R$ 2 bilhões até 2026.

Leia mais:  Feiras e mostras de ciência terão investimento de R$ 40 milhões em 2026

Formação

O Ministério da Saúde também reforçou a política de capacitação com o programa Mais Saúde com Agente que já formou mais de 176 mil agentes. O curso procura qualificar os profissionais para enfrentar os desafios das comunidades e contribuir para melhores indicadores de saúde e maior resolutividade dos serviços.

Atualmente, o Brasil conta com mais de 105 mil agentes de combate às endemias cadastrados e mais de 140 mil agentes comunitários já formados pelo programa. A expectativa é chegar em 370 mil profissionais capacitados até 2026.

Janaína Oliveira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comentários Facebook

Brasil

Conferência discute ações em busca de um mundo melhor e mais justo

Published

on

Pela primeira vez na história, o Brasil será sede da Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) – um evento grandioso que vai discutir medidas com objetivo de erradicar a pobreza extrema, combater a desigualdade e a injustiça, e reparar mudanças climáticas.

A 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é promovida pelo Governo Federal, por meio da Secretaria-Geral da Presidência da República. O evento vai funcionar como um espaço democrático de participação social, reunindo o poder público e sociedade civil para debater, avaliar e propor caminhos para a implementação da Agenda 2030.

A Agenda 2030 é um plano de ação global adotado por todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas (incluindo o Brasil) em setembro de 2015. Ela funciona como um guia para que países, empresas e a sociedade civil trabalhem juntos para diminuir as desigualdades, proteger o planeta e garantir prosperidade para todos até 2030.

Podem participar da Conferência governos estaduais, o Distrito Federal, movimentos sociais, organizações da sociedade civil, coletivos, universidades e redes temáticas para debater e aprimorar as políticas públicas de sustentabilidade, direitos humanos e de redução das desigualdades.

Leia mais:  Turismo supera 1,5 milhão de contratações e impulsiona geração de empregos em 2025

Antes do principal evento, em Brasília, acontecem até o dia 30 de abril as conferências estaduais, do Distrito Federal e as conferências livres. O documento orientador está disponível neste link.

Para guiar as trocas de ideias, o evento traz como tema central o fortalecimento democrático e a defesa dos direitos fundamentais, enxergando a Agenda 2030 como uma ferramenta real de planejamento territorial, capaz de dialogar com os desafios sociais e econômicos do país.

Toda a formulação de propostas está organizada em seis grandes eixos:

  • O fortalecimento da democracia e das instituições;
  • A sustentabilidade ambiental;
  • A promoção da inclusão social e o combate às desigualdades;
  • A inovação tecnológica a favor do desenvolvimento sustentável;
  • A governança participativa;
  • A colaboração multissetorial e o financiamento da Agenda 2030.

A estrutura da Conferência foi pensada para conectar o nível local ao nacional de forma transparente.

Até o fim de abril, governos, movimentos sociais, coletivos, universidades e diversas organizações têm a chance de liderar esses encontros locais descentralizados.

Em seguida, entre os dias 1º e 20 de maio, o processo ganha o ambiente online com a Etapa Digital Nacional. Acessando a Plataforma Brasil Participativo, qualquer pessoa poderá debater e validar as ideias levantadas nas fases anteriores.

Leia mais:  Governo Federal propõe criação de nova faixa de Classificação indicativa: "não recomendada para menores de 6 anos"

O grande encontro que consolida toda essa jornada será a Etapa Nacional, marcada para o período de 29 de junho a 2 de julho de 2026, em Brasília: este momento reunirá delegadas e delegados eleitos nas etapas locais para a aprovação final das diretrizes de um desenvolvimento sustentável.

Todos os detalhes, guias metodológicos e o portal de participação estão disponíveis no site oficial da Conferência.

Turismo

A Agenda 2030 reconhece o setor do turismo como um poderoso motor de desenvolvimento econômico e social, possuindo metas diretas em três objetivos principais: Trabalho Decente e Crescimento Econômico (que foca na criação de políticas para um turismo sustentável que gere empregos e valorize a cultura local); Consumo e Produção Responsáveis (que cobra a implementação de ferramentas de monitoramento dos impactos do setor para garantir o uso eficiente de recursos); e Vida na Água (que destaca a urgência de uma gestão sustentável dos ecossistemas marinhos, fundamentais para a preservação e o desenvolvimento saudável dos destinos turísticos litorâneos).

Saiba mais clicando aqui.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262