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Ministério da Saúde e Museu da Pessoa lançam chamada para coletar relatos de vida sobre aids

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Em alusão aos 40 anos da resposta brasileira à aids, o Ministério da Saúde promove diversos eventos em dezembro. Entre eles, destaca-se a mostra virtual “O que vi da história da aids no Brasil”, produzida em parceria com o Museu da Pessoa, para reunir relatos de vida de pessoas que vivenciaram essa trajetória de luta, solidariedade, ciência e cidadania.

Para participar da Mostra, basta acessar o site do Museu da Pessoa entre 5 de novembro e 5 de dezembro de 2025, gravar e enviar um relato conforme as orientações da instituição. Os testemunhos enviados vão passar por curadoria e os selecionados vão integrar a exposição “40 nos da resposta brasileira à aids”, a ser realizada no Sesilab, em Brasília-DF, de 1º de dezembro de 2025 a 30 de janeiro de 2026.

Após o período de visitação ao público, a exposição e a Mostra Virtual vão ficar disponíveis em formato digital, permitindo que memórias pessoais e coletivas componham um acervo vivo sobre a construção da resposta brasileira à aids.

Para o diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do MS, Draurio Barreira, mais do que uma celebração, a iniciativa reafirma os princípios da participação e do controle social que, desde o início da epidemia, foram fundamentais para o sucesso das políticas públicas brasileiras e para o protagonismo das pessoas vivendo com HIV ou aids, movimentos sociais, profissionais de saúde, pesquisadores e gestores. “Ao dar voz às experiências individuais, o Ministério da Saúde reforça o compromisso histórico de construir a política de enfrentamento à epidemia com base na escuta, no diálogo e na valorização da diversidade de trajetórias que marcam esses 40 anos”, afirma Draurio.

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Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Ministério da Justiça e Segurança Pública notifica Google e Apple sobre aplicativos de bets ilegais

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Brasília – 18/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) enviou ofícios à Google Brasil e à Apple, nesta sexta-feira (17,) solicitando esclarecimentos sobre a disponibilização de aplicativos de apostas ilegais — os chamados bets — em suas respectivas lojas virtuais, a Play Store e a App Store, sem autorização do Ministério da Fazenda.

Os Ofícios nº 455 e nº 456/2026, assinados pelo Secretário Nacional de Direitos Digitais e pelo Secretário Nacional do Consumidor, foram produzidos a partir de monitoramento de rotina da Coordenação-Geral de Classificação Indicativa da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (SEDIGI).

O levantamento identificou, em caráter preliminar, inúmeros aplicativos disponíveis para download que aparentemente promovem, ofertam ou viabilizam o acesso a apostas de quota fixa e outras modalidades lotéricas sem autorização regulatória emitida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

De acordo com os ofícios, os aplicativos identificados não estão sequer dissimulados sob o pretexto de outras funcionalidades, sendo encontrados com facilidade por meio de termos de busca simples, como a expressão “jogo do Tigrinho”. Exemplos dos aplicativos levantados constam nos anexos dos documentos.

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O Ministério aponta que as condutas identificadas, em juízo preliminar, contrariam a legislação de proteção dos direitos da criança e do adolescente na internet — especificamente o art. 6°, inciso IV, da Lei nº 15.211/2025 — e o Código de Defesa do Consumidor (arts. 10, 18 e 39, inciso IV), podendo resultar em responsabilização solidária de toda a cadeia de fornecedores. Destaca-se ainda o art. 21 do Decreto 12.880/ 2026, que regulamenta o ECA Digital e determina expressamente que lojas de aplicações e sistemas operacionais devem impedir a disponibilização de produtos ou serviços que promovam acesso a loterias não autorizadas pelos órgãos competentes.

As empresas notificadas devem apresentar esclarecimentos circunstanciados e acompanhados de documentação comprobatória sobre as políticas internas aplicáveis à distribuição de aplicativos de apostas; os procedimentos de triagem prévia adotados para verificar autorizações regulatórias e mecanismos de verificação de idade; e uma relação nominal atualizada de todos os aplicativos das categorias Loterias, Apostas, Cassino, Bets e correlatas atualmente disponíveis para usuários no Brasil, com indicação do desenvolvedor responsável, classificação indicativa e autorização regulatória declarada.

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O Ministério ressalta que a lista oficial das operadoras de apostas de quota fixa regularmente autorizadas no âmbito federal é mantida pelo Ministério da Fazenda e está disponível para consulta pública em gov.br/fazenda (acrescentar link), o que torna a verificação da regularidade dos aplicativos uma providência de baixa complexidade operacional.

Os ofícios têm natureza informativa e instrutória, não constituindo, por si sós, aplicação de sanção. Contudo, as respostas apresentadas — ou sua ausência — poderão permitir a instauração de procedimento administrativo próprio.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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