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MCTI fecha parceria em pesquisas de melhoramento genético de cães de assistência

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) assinou, nessa sexta-feira (26), um Termo de Execução Descentralizada (TED) para implementação do Programa de Melhoramento Genético e Reprodutivo de Cães de Assistência para pessoas com deficiência (PCDs). As pesquisas serão desenvolvidas junto ao Centro de Formação de Treinadores e Instrutores de Cães-Guia e Inclusão do Instituto Federal Catarinense (IFC-Camboriú).

Para a secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do MCTI, Germana Pires, a iniciativa representa o fortalecimento de uma política pública que reconhece a tecnologia assistiva como um instrumento de garantia de direitos. “No MCTI, entendemos que investir em ciência e inovação significa desenvolver soluções capazes de transformar a vida das pessoas e o apoio à pesquisa reafirma esse compromisso com a construção de um ecossistema nacional de tecnologia assistiva cada vez mais robusto, integrado e orientado às necessidades da população”, disse.

O IFC-Camboriú é pioneiro na formação de animais de assistência no Brasil, destacando-se pela implantação de um Centro de Formação de Treinadores e Instrutores, inaugurado em 2012. “Hoje, no Brasil, a demanda por cães-guia é muito maior do que a oferta. E, mesmo quando alguém recebe um cão, invariavelmente, o animal precisa se aposentar, muitas vezes precocemente, em virtude de doença ou de alguma circunstância genética”, explica o coordenador-geral de Tecnologia Assistiva do MCTI, Milton de Carvalho.

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Assim, a parceria pretende melhorar e diminuir as chances de certas doenças genéticas de modo a aumentar a longevidade dos animais de apoio. “A principal razão dessa parceria é para que a gente possa melhorar a qualidade dos animais e evitar esse fato da aposentadoria precoce, o que impacta também na melhor qualidade de vida para os usuários que recebem”, afirma o coordenador-geral.

Durante o evento, ainda foi apresentada a Ninhada U, composta por futuros animais de apoio do centro que passarão pelo treinamento. Além do TED com o MCTI, também foi assinado um termo para certificação de treinadores e instrutores de cães-guias com a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

Cães-guias

Incluído no Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Novo Viver Sem Limites), do governo federal, o MCTI já apoia programas de treinamento de animais de assistência. Em dezembro de 2025, a pasta concedeu cinco cães para pessoas com deficiência visual, além da doação de um veículo adaptado para o Centro de Formação de Urutaí (GO).

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“Essa atuação demonstra que a ciência brasileira pode produzir inovação com impacto social, aproximando universidades, institutos federais, centros de pesquisa e governos em torno de um objetivo comum de promoção da inclusão, autonomia e qualidade de vida para as pessoas com deficiência”, finaliza a secretária.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Brasil

Campanha Nacional de Multivacinação encerra nesta terça-feira (1º) com mais de 8 milhões de doses aplicadas

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A Campanha Nacional de Multivacinação termina nesta terça-feira (1º) com mais de 8 milhões de doses aplicadas em todo o país. A mobilização, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com estados e municípios, ampliou o acesso à vacinação e incentivou pais e responsáveis a verificarem a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos. No Dia D, realizado em 22 de agosto, mais de 1 milhão de doses foram aplicadas.

O encerramento da campanha não significa o fim da oferta dos imunizantes. As vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação permanecem disponíveis regularmente no SUS, nos pontos de vacinação organizados pelos estados e municípios. Somente em 2026, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 198 milhões de doses de vacinas em todo o país.

Pais e responsáveis ainda podem aproveitar o último dia da mobilização para procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para atualização do Calendário Vacinal. A vacinação é feita de acordo com o histórico de cada criança ou adolescente: após a avaliação da caderneta, os profissionais de saúde identificam quais vacinas são necessárias para iniciar, completar ou atualizar o esquema recomendado.

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A vacinação protege contra diversas doenças, entre elas formas graves de tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, rotavírus, pneumonias e meningites causadas por pneumococos e meningococos, influenza, covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, infecções pelo HPV e dengue.

Pneumo 20 integra campanha pela primeira vez

Uma das novidades desta edição é a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada neste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante passa a integrar a estratégia de multivacinação e amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites. A vacina é indicada para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal.

Reforço contra o sarampo em São Paulo

A vacinação contra o sarampo também foi intensificada nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Neste ano, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 13 milhões de doses da tríplice viral aos estados e ao Distrito Federal. Desse total, mais de 6,8 milhões foram destinadas ao estado de São Paulo, mais de 3,1 milhões foram aplicadas.

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Em 2025, foram registrados 38 casos de sarampo importados ou relacionados à importação no país. As ocorrências foram controladas com ações de bloqueio vacinal, busca ativa e reforço da vigilância nas regiões afetadas. O Brasil segue livre da circulação endêmica do sarampo.

Vacinas disponíveis

A campanha contempla os imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação, aplicados conforme a idade e a situação vacinal de cada pessoa: 

  • BCG;
  • Hepatite B recombinante;
  • Penta (DTP/Hib/HB)
  • Pólio inativada VIP;
  • Rotavírus humano;
  • Pneumo 10-v e 20-v;
  • Meningo C;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Meningo ACWY;
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • Pneumo 23-v;
  • dT;
  • HPV 4;
  • Dengue tetravalente.

Amanda Milan
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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