Agro
Mapa encontra adulteração em mel. Brasil exportou 6,3 milhões de toneladas no primeiro trimestre
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) encontrou adulteração com acréscimo de produtos como xarope de milho e de cana-de-açúcar em 7,46% das 67 amostras de mel analisadas durante a Operação do Mel 2023.
De acordo com o Mapa, o resultado demonstra que ainda há um problema de adulteração do mel no Brasil, apesar da diminuição do índice de não conformidades em relação à operação do ano anterior, quando o resultado foi de 13,13%, das 99 amostras analisadas.
A operação ocorreu nos comércios varejistas em produtos elaborados em estabelecimentos sob Serviço de Inspeção Federal (SIF) e em estabelecimentos com equivalência no Sisbi-POA.
Para a amostragem, foram coletadas 67 amostras em 42 dos 194 estabelecimentos elaboradores de mel com registro no SIF que produziram entre 2022 e 2023.
Isso representa 21,65% do total de estabelecimentos do Brasil.
Entre esses 42 estabelecimentos, quatro obtiveram amostras com resultados não conformes.
Nesta operação específica, não foi coletada nenhuma amostra de mel produzido por estabelecimento importado.
A adição de açúcares ao mel configura fraude econômica ao consumidor. Para cada amostra não conforme, o Serviço de Inspeção Federal adotou as ações fiscais e medidas cautelares previstas na legislação junto aos estabelecimentos produtores e seus produtos.
As amostras foram coletadas pelas equipes dos Serviços de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa) e analisadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA).
MERCADO – De janeiro a março de 2023, cerca de 6.381,1 milhões de toneladas foram encaminhadas à exportação, ou seja, uma redução de 21,5% em comparação com Jan/Mar de 2022.
Foram US$ 22,45 milhões de dólares, uma variação de -27,1% nesse mesmo período. Com isso, o preço médio foi de 3,52 dólares/kg, com uma variação de -6,9%.
Enquanto que no ano de 2022, as exportações de mel totalizaram 137,9 milhões e um equivalente de 36 mil toneladas.
A participação nas exportações totais realizadas pelo país foi de 0,04%, sendo que o mel ocupou o 155º lugar no ranking das exportações.
Já nas exportações do setor agropecuário, o mel teve uma participação de 0,2%, ocupando o 13º lugar no ranking das exportações do segmento no período.
Em se tratando de países de destino das exportações de mel, os Estados Unidos lideram, seguidos pela Alemanha e pelo Canadá e o Reino Unido.
Já em se tratando de estados brasileiros exportadores, os principais são o Piauí, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
Sendo que as principais unidades de desembaraço são o Porto de Santos, Itajaí, Alfândega de Fortaleza, Porto do Rio de Janeiro, Porto de São Francisco do Sul, Porto de Paranaguá, Porto de Rio Grande e Porto de Itaguaí.
Fonte: Pensar Agro
Agro
Proteína animal brasileira é tema de rodada de reuniões com o setor de carnes de Bangladesh
Entre os dias 6 e 9 de abril, em Daca, o adido agrícola do Brasil em Bangladesh, Silvio Testaseca, organizou 11 reuniões de negócios com empresas e lideranças locais dos segmentos de avicultura e carne bovina. A iniciativa reuniu importantes atores do setor de carnes no país e abriu espaço para apresentar o potencial da produção brasileira.
As negociações para a abertura do mercado bangladês às proteínas animais brasileiras seguem em andamento. Nesse contexto, a missão permitiu apresentar a potenciais compradores informações sobre o sistema produtivo brasileiro, os controles sanitários e a capacidade de oferta do país. Embora o mercado ainda permaneça fechado às importações brasileiras desses produtos, a agenda ajudou a esclarecer dúvidas e a dar continuidade à construção de relações comerciais no país.
O Brasil está entre os maiores produtores de proteínas animais do mundo, exporta para mais de 180 países e lidera os embarques globais de carne bovina e de frango. A missão também reforçou a importância da presença brasileira em Bangladesh, país com cerca de 173 milhões de habitantes e que, no último ano, importou mais de US$ 2,66 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro. Entre os principais itens da pauta estão produtos dos complexos sucroalcooleiro e da soja, além de cereais, farinhas e preparações.
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