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Paraná

Litoral terá fim de semana com chuvisco e temperaturas amenas, segundo o Simepar

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Mais da metade dos dias de janeiro de 2026 teve registro de temperaturas acima dos 30°C no Litoral. Nos últimos quatro dias, entretanto, as temperaturas tiveram declínio e seguirão amenas no próximo fim de semana, de acordo com o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná). Até domingo (25) a nebulosidade seguirá nas praias, e há possibilidade de chuva fraca ocasional. 

Desde a segunda-feira (19) as temperaturas máximas no Litoral estão abaixo de 28,5°C, e as mínimas ficaram entre 17°C e 20°C. Ainda assim, não foram os dias mais frios do ano. Entre os dias 4 e 6 de janeiro as cidades litorâneas no Paraná também estavam com muita nebulosidade e registraram temperaturas máximas entre 21°C e 27°C.

“Essa condição acontece por conta do avanço de uma massa de ar mais seca e fria, que provocou a queda das temperaturas em várias regiões. No Litoral, esse resfriamento é reforçado pela atuação dos ventos marítimos, que ajudam a manter as temperaturas mais amenas, principalmente durante a noite e nas primeiras horas da manhã”, explica Raíssa Pimentel, meteorologista do Simepar.

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As temperaturas amenas em pleno verão, aos poucos, vão embora. Ao longo do fim de semana, as temperaturas mínimas sobem de forma mais significativa, especialmente em cidades como Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná. Já as máximas não variam muito, permanecendo mais amenas durante a tarde, entre 25°C e 26°C.

Entre sexta-feira (23) e domingo (25), o tempo no litoral do Paraná será marcado por variação de nebulosidade, com aberturas de sol em vários momentos do dia. “Entre esses períodos, há possibilidade de chuva fraca ocasional, de forma isolada e mal distribuída. Não há indicativo de temporais”, afirma Raíssa.

Durante a noite, a sensação térmica segue mais agradável, com temperaturas em torno dos 22°C e possibilidade de chuva fraca e passageira em alguns momentos.

PREVISÃO – Para que a população possa acompanhar pessoalmente os índices de raios ultravioleta, temperaturas, velocidade do vento e rajadas e ainda monitorar a aproximação das chuvas no Litoral, o Simepar instalou cinco painéis fixos em Pontal do Paraná, Matinhos e Guaratuba, e mantém um painel móvel trafegando nas áreas de maior movimento do litoral paranaense.

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Os painéis têm atualizações em tempo real e, além da previsão do tempo de forma dinâmica e objetiva, também trazem, em parceria com o Governo do Estado, telas com informações da Sanepar, e da programação de shows do Verão Maior Paraná.

Juntamente com a Defesa Civil, os meteorologistas do Simepar atuam 24 horas em Curitiba monitorando toda a orla. Em caso de risco de tempestades, alertas são enviados diretamente para a população. Para receber em seu celular, basta enviar um SMS para o número 40199 com o CEP de sua residência. Se a tempestade for de alto risco, um cell broadcast é emitido e todos receberão o alerta no celular, independente do cadastro.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Lei Antifacção é pauta de encontro entre representantes do Ministério Público e do Supremo Tribunal Federal, em Brasília 

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Líderes do Ministério Público brasileiro, entre eles o Procurador-Geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, estiveram na sede do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, nesta quarta-feira (26/), para discutir os impactos da Lei Antifacção (Lei 15.358/2026) e medidas de combate ao crime organizado.

A reunião ocorreu após audiência pública realizada pelo STF nesta semana para debater a constitucionalidade da lei. Os Procuradores-Gerais se encontrarão novamente em cerca de um mês para apresentar propostas de aperfeiçoamento legislativo, administrativo e institucional no combate ao crime organizado. 

Os participantes discutiram compartilhamento de informações, inteligência, sistema penitenciário, varas especializadas, audiências de custódia e efeitos da lei sobre a execução penal e o direito de defesa. 

A proteção de Promotores e Magistrados que atuam em processos envolvendo facções e a necessidade de maior controle sobre o sistema penitenciário também foram questões mencionadas, além da importância da cooperação entre as instituições para enfrentar organizações que atuam de forma articulada.

*Com informações do STF

Fonte: Ministério Público PR

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