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Litoral: Sanepar usa sensores inteligentes para monitorar redes de água e esgoto

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Os sistemas de água e de esgoto do Litoral do Paraná são vigiados 24 horas por dia pelas equipes da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). O acompanhamento é feito por meio da telemetria, uma tecnologia de monitoramento remoto que coleta dados em tempo real e opera de forma integrada com o Centro de Controle Operacional (CCO) da Sanepar.

Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná contam com 100 pontos de telemetria nas redes de distribuição de água. As cidades de Matinhos e Pontal do Paraná também possuem 30 pontos nas redes coletoras de esgoto. Mais do que uma melhoria operacional, essa é uma ferramenta que contribui diretamente para aprimorar o atendimento ao cliente.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, afirma que o investimento é fundamental para aprimorar os serviços prestados ao detectar, com mais agilidade, qualquer alteração na pressão da água ou na vazão do esgoto. “Assim, nossos técnicos podem avaliar a situação, identificar o problema e agir o mais rápido possível para resolvê-lo. É a tecnologia a serviço da população”, destaca.

PREVENÇÃO DO DESABASTECIMENTO – Na rede de distribuição de água, a telemetria é eficiente para identificar variações na pressão. Os sensores são distribuídos principalmente nos pontos críticos — ou seja, os mais distantes da elevatória, unidade operacional que bombeia a água de um ponto mais baixo para um mais alto.

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O coordenador industrial da Gerência Regional Litoral da Sanepar, Joilson dos Passos, explica que o monitoramento é fundamental para a operação do sistema e auxilia na calibração para evitar a baixa pressão. O sensor transmissor de pressão também é importante para evitar o desabastecimento, uma vez que os dados coletados são utilizados para identificar vazamentos.

“Também utilizamos essa ferramenta para identificar perdas e ocorrências de falta de água. Ao detectar baixa pressão no sistema, a equipe avalia se existe algum problema na unidade de bombeamento. Se não estiver tudo 100%, um técnico vai ao local para fazer uma varredura e verificar se há algum tipo de interrupção ou necessidade de manutenção, visando solucionar o problema o quanto antes”, esclarece.

EXTRAVASAMENTO DE ESGOTO – No sistema de esgoto, a telemetria auxilia a identificar variações inesperadas que podem indicar entupimento na tubulação. A obstrução pode causar refluxos e extravasamentos nas ruas e imóveis.

O sensor é acoplado na tampa do poço de visita (PV) — popularmente conhecido como bueiro, o poço que permite o acesso técnico à rede coletora de esgoto. Ele mede a distância do fundo do PV até a tampa. Por meio dos dados transmitidos, o operador pode acompanhar o comportamento do esgoto, como os ciclos de enchimento ou esvaziamento, conforme ocorre o bombeamento.

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“Ele transmite em tempo real a distância, a capacidade e o nível do poço de visita. Além do CCO, todos os operadores e técnicos têm acesso a esse monitoramento em tablets. Isso proporciona agilidade para que a equipe de manutenção trabalhe de forma preventiva, em vez de corretiva”, ressalta Joilson.

Com a telemetria, é possível identificar se há algum problema na elevatória, na rede de esgoto, no poço de visita ou se é uma situação pontual na residência do cliente. “Se houver uma falha de comunicação na elevatória, conseguimos identificar se é necessária a intervenção de um técnico no local. Essa tecnologia gera muitos benefícios para a operação e também para o cliente”, conclui.

Fonte: Governo PR

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Sede do MPPR recebe alunos de direito da Faculdade Inspirar

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Sede do MPPR em Curitiba recebe alunos de direito da Faculdade Inspirar

Nesta terça-feira, 15 de setembro, a sede do Ministério Público do Paraná, em Curitiba, recebeu a visita dos alunos de Direito da Faculdade Inspirar. Os educandos, acompanhados pelo professor Edison Divonzir Soares, participaram do Tour MPPR, programa promovido pelo Memorial da instituição para apresentar a história, as instalações e a carreira ministerial.

A Procuradora de Justiça e Presidente do Conselho Curador do Memorial, Samia Saad Gallotti Bonavides, iniciou as apresentações ressaltando o papel cidadão do Ministério Público e a importância histórica do Edifício Carta de Curitiba. O prédio, que hoje abriga o Memorial e Escola Superior do MPPR, foi sede do Encontro Nacional que discutiu as propostas para atuação da instituição a serem definidas na Constituição de 1988.

Na sequência, a Procuradora de Justiça Gildelena Alves da Silva contou sobre sua trajetória como Promotora de Justiça nas comarcas do interior e sua atuação como Procuradora de Justiça na área criminal. O Promotor de Justiça e Coordenador Executivo do Memorial do MPPR, William Lira de Souza, continuou as exposições com uma apresentação sobre o histórico do Ministério Público brasileiro e sua relação com a Constituição Cidadã.

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Ao final da tarde, os Historiadores do Memorial, Vitor Lemes de Resende e Cristiano de Oliveira Viana Correia, fizeram um tour guiado com os alunos pelos espaços simbólicos da estrutura do Ministério Público em Curitiba, como a Galeria de Procuradores-Gerais de Justiça e a Sala de Atos, a praça entre os Blocos I e IV (projeto paisagístico de Roberto Burle Marx), o túnel sob a Rua Marechal Hermes e a exposição histórica do Bloco VI. 

Fonte: Ministério Público PR

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