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Economia

Isenção de IR até R$ 5 mil aumenta o consumo e estimula a economia, diz Alckmin

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Durante a inauguração de nova cervejaria em Passos (MG), nesta quinta-feira (06/11), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou que a isenção do Imposto de Renda vai estimular o consumo e impulsionar a economia brasileira. A iniciativa proposta pelo governo federal foi aprovada pelo Senado na quarta-feira (5/11) e agora vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Para ter consumo, precisa ter renda. Ano que vem, para quem ganha até R$ 5 mil reais, zerou o imposto de renda. E para quem ganha de R$ 5 mil a R$ 7.350, reduz. Isso vai melhorar a renda da população brasileira, aumentando ainda mais o consumo e ativando a economia”, afirmou o ministro.

Durante a cerimônia na nova cervejaria do Grupo Heineken no Brasil, Alckmin destacou o potencial da Reforma Tributária em impulsionar a indústria brasileira. Ele citou estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que mostra o potencial de ganho de 12% no PIB brasileiro após 15 anos de implantação da reforma, além de crescimento de 14% nos investimentos.

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“Porque a Reforma vai desonerar totalmente o investimento. Acaba o crédito tributário. E as exportações vão crescer 17% a mais, porque a reforma também desonera as exportações”, explicou o vice-presidente.

Nova cervejaria

Antes de apertar o botão que deu início à operação da fábrica, o ministro lembrou que o Brasil é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, e destacou o investimento de R$ 2,5 bilhões do grupo na unidade, que gerou aproximadamente 300 empregos diretos e 1.800 indiretos.

De acordo com a Heineken, essa é a primeira cervejaria inaugurada pela companhia globalmente em 5 anos e a primeira planta construída do zero no Brasil, se tornando a maior unidade no território brasileiro, com capacidade inicial de produzir 500 milhões de litros por ano.

Alckmin também ressaltou o potencial do Brasil para atração de investimento, em um cenário de crescimento econômico.

“Nós somos um país continental. A décima economia do mundo, e que cresce. Nós estamos com o menor desemprego da série histórica e o melhor ganho de renda da população”, afirmou

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“O Brasil é um mercado dinâmico, com consumidores exigentes e apaixonados por cerveja. A nova unidade reforça nossa confiança no país e no crescimento do segmento premium e puro malte, acompanhando a evolução do consumidor brasileiro, que está bebendo cada vez melhor, ou seja, optando por produtos de mais qualidade”, avaliou Mauricio Giamellaro, CEO do Grupo Heineken Brasil.

Fotos:Cadu Gomes/VPR

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Investigações do MDIC e da Receita interrompem fraudes em importações de vários produtos

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Investigações conduzidas pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Fazenda (MF) interromperam, nos últimos meses, diversas operações de importação que burlavam regras de comércio exterior com práticas como subdeclaração de valor e classificação indevida de mercadorias.

Foram 50 denúncias recebidas entre agosto de 2024 e dezembro de 2025. Em 21 desses casos, as investigações confirmaram os indícios de irregularidades, que alcançavam empresas e produtos dos setores têxtil, siderúrgico, de linha branca, autopeças, químico, eletroeletrônicos e produtos esportivos, além de itens como pneus, secadoras de roupa, redes de pesca e vestuário, entre outros.

Para três dos 50 casos, as denúncias se mostraram improcedentes. Outras 26 denúncias ainda estão sob investigação.

“A atuação do governo busca coibir práticas indevidas na importação, que prejudicam empresas que cumprem as regras. Ao fortalecer os mecanismos de controle e fiscalização, ampliamos a previsibilidade e garantimos um ambiente mais equilibrado para quem atua de forma regular”, afirmou a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

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Os dados sobre as investigações constam de relatório do Grupo de Inteligência de Comércio Exterior (GI-CEX), elaborado conjuntamente pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB).

Constatado o indicativo de conduta irregular, a Secex adota medida de controle prévio sobre as importações da empresa, em relação ao produto alvo da investigação. Conhecida como licenciamento não automático, a ação permite, com base em gestão de riscos, a verificação da autenticidade, veracidade e exatidão das informações prestadas pelos importadores antes do despacho aduaneiro.

A exigência de licenciamento mais rigoroso tem se mostrado eficaz. De acordo com o relatório, entre 19% e 79% das licenças de importação, a depender da empresa e do produto, são canceladas pelo próprio importador ou indeferidas enquanto a medida está em vigor.

A atuação do Grupo de Inteligência também conta com o reforço da fiscalização aduaneira pela Receita Federal, com ações realizadas tanto antes quanto após o desembaraço das mercadorias. O grupo tem como atribuição identificar indícios de infração à legislação de comércio exterior, propor medidas para sua prevenção e repressão, além de articular cooperação com outros órgãos da administração pública federal.

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“Com essa atuação coordenada, o GI-CEX contribui para assegurar isonomia competitiva, fortalecer o ambiente de negócios e coibir práticas irregulares no comércio exterior brasileiro, sem aumento de burocracia”, destaca Renato Agostinho da Silva, diretor do Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secex.

Mais informações, incluindo a íntegra do relatório e orientações para envio de denúncias, estão disponíveis em:
https://www.gov.br/siscomex/pt-br/informacoes/combate-a-praticas-ilegais

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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