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IAT fecha trilhas do Anhangava e Samambaia para celebração da Missa da Paz

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O Instituto Água e Terra (IAT) vai fechar temporariamente, a partir das 20h desta quinta-feira (30), as trilhas de acesso aos morros do Anhangava e do Samambaia, dentro do Parque Estadual da Serra da Baitaca, nos municípios de Piraquara e Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. Os locais serão reabertos ao público às 14h de sexta-feira (1º), após a tradicional Missa da Paz do Dia do Trabalhador, celebrada no Morro do Samambaia.

As trilhas do Pão de Loth e do Itupava, contudo, funcionarão normalmente, já que não interferem no evento religioso.

A celebração ocorre há 76 anos na Unidade de Conservação (UC) e é organizada pela Paróquia São Sebastião, de Quatro Barras. De acordo com o IAT, órgão responsável pela administração do parque estadual, a interrupção no acesso busca facilitar o fluxo de pessoas e não gerar impactos negativos ao meio ambiente.

A missa é acompanhada de uma caminhada de seis quilômetros pelo interior do complexo ambiental, com os fiéis em canto, liturgia e oração pela paz. A estimativa é que cerca de 500 pessoas participem do ato religioso. O início está previsto para as 10h.

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A tradição religiosa começou em 1950. Na época, dezenas de famílias que moravam na região subiam em grupos o Morro Anhangava para rezar o terço e orar pela manutenção da paz, resquício da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Rito que é mantido até hoje pelos moradores de Quatro Barras.

Mais informações pelo telefone (41) 3672-1144.

PARQUE – O Parque Estadual Serra da Baitaca é uma Unidade de Conservação (UC), estabelecida por meio do Decreto Estadual n°5.765 de 05 de junho de 2002. O Plano de Manejo do complexo ambiental, que permite entre outras ações a celebração da missa, foi concluído em 2017 e aprovado por Ato Legal através da Portaria n°124, de 06 de julho de 2017.

Os principais atrativos do parque são o Caminho do Itupava, o Morro do Anhangava e o Morro Pão de Loth. O Anhangava, com 1.420 metros de altitude, é o local mais importante para a escalada em rocha no Paraná, sendo considerado uma espécie de campo-escola por exercer um papel de importante local de formação e desenvolvimento de escaladores. Do cume é possível avistar Curitiba, a represa do Iraí, entre Pinhais e Piraquara, e a Serra do Mar.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

MPPR ajuíza ação civil pública para reparação de dano ambiental contra empresa que fez lançamento irregular de efluentes em curso d’água de Paraíso do Norte

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Paraíso do Norte, ajuizou ação civil pública para reparação de dano ambiental contra uma empresa que fez o lançamento irregular de efluentes industriais no Ribeirão Suruquá. A irregularidade foi constatada a partir de investigação iniciada em 2020, após laudo técnico apontar que os efluentes lançados pela empresa apresentavam índices de poluição significativamente acima dos limites legais. Em uma das análises, a carga de matéria orgânica chegou a quase cinco vezes o valor permitido, evidenciando falhas no sistema de tratamento.

Áudio da Promotora de Justiça Bruna Britto Martins

Ao longo da apuração, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo (unidade especializada do MPPR) realizou vistorias no local, elaborou relatórios técnicos e analisou dados de automonitoramento e Declarações de Carga Poluidora da empresa. Os levantamentos evidenciaram um histórico prolongado de irregularidades, indicando que, ao longo de aproximadamente oito anos, foram lançados milhões de metros cúbicos de efluentes em desacordo com os padrões legais, contribuindo para a degradação do curso hídrico. Os estudos técnicos do MPPR estimaram em R$ 69.536.880,00 o montante necessário para a reparação dos danos ambientais acumulados ao longo do tempo pelas ações irregulares da empresa – valor requerido que a empresa pague em caso de condenação na ação civil pública.

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Antes de ajuizar a ação, o Ministério Público buscou solucionar a questão de forma extrajudicial, inclusive propondo a celebração de um termo de ajustamento de conduta, com medidas de compensação ambiental. No entanto, não houve consenso quanto às condições necessárias para a reparação integral dos danos, razão pela qual foi proposta a ação civil pública com o objetivo de responsabilizar a empresa, assegurar a reparação integral dos danos ambientais causados ao Ribeirão Suruquá e garantir o efetivo respeito às normas de proteção ao meio ambiente, prevenindo a ocorrência de novas irregularidades.

Processo 0000491-85.2026.8.16.0127

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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