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Paraná

Gaeco cumpre 17 mandados de busca e apreensão em Maringá e Sarandi na Operação Polivalente, que apura fraudes em procedimentos licitatórios

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu na manhã desta terça-feira, 27 de fevereiro, 17 mandados de busca e apreensão na Operação Polivalente, em Maringá e Sarandi, no Norte Central do estado.

A operação investiga a possível prática dos crimes de associação criminosa, frustração do caráter competitivo de licitação, falsidade ideológica, uso de documento falso, violação de sigilo funcional, patrocínio simultâneo ou tergiversação e lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores. Os ilícitos teriam o envolvimento de agentes e ex-agentes públicos, além de particulares, incluindo dois advogados.

Investigações – As investigações tiveram início em abril de 2023, após o Gaeco de Maringá receber notícias da prática de direcionamento de licitações no Município de Sarandi. Indícios apontavam para o possível envolvimento do então chefe de gabinete do Executivo, que, concomitantemente, prestava assessoria para empresas privadas com o objetivo de lhes garantir êxito em certames licitatórios no Município. Durante a apuração, foram identificados vários procedimentos com irregularidades.

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Expedidas pela 2ª Vara Criminal de Sarandi, as ordens judiciais foram cumpridas em endereços relacionados aos investigados. As diligências foram acompanhadas por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), uma vez que dois alvos são advogados.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Tribunal do Júri de Ponta Grossa condena a 37 anos e 6 meses de prisão dois homens denunciados pelo MPPR por homicídios de mãe e filha

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O Tribunal do Júri de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, condenou nesta terça-feira, 21 de julho, dois homens denunciados pelo Ministério Público do Paraná pelos homicídios qualificados de duas mulheres, mãe e filha, de 45 e 26 anos. As vítimas foram mortas a tiros na madrugada de 21 de janeiro de 2025, dentro da residência onde moravam, no Bairro Boa Vista. Cada um dos réus foi condenado à pena de 37 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

Áudio do promotor de Justiça Michael Gebeluky

As motivações dos crimes não foram totalmente esclarecidas, mas teriam sido praticados em contexto de disputa por território relacionado ao tráfico de drogas. Conforme apurado, os denunciados invadiram a residência das vítimas durante a madrugada e efetuaram diversos disparos de arma de fogo.

Na denúncia, o Ministério Público sustentou a qualificadora do emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas, uma vez que o crime foi praticado durante o período de repouso noturno. O Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo MPPR e condenou os réus por homicídio qualificado, nos termos da denúncia.

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Os dois condenados, que já se encontravam presos, permanecerão recolhidos ao sistema penitenciário para o cumprimento das penas.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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