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Região Oeste

Famílias de vítimas de acidente com três mortos em Cascavel autorizam doação das córneas

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Familiares das vítimas do acidente que deixou três mortos na BR-277, em Cascavel, no oeste do Paraná, no início da tarde de domingo (28), autorizaram a doação das córneas.

No engavetamento envolvendo um caminhão, cinco carros e uma moto, outras cinco pessoas ficaram feridas, uma delas o motorista de um dos automóveis socorrido em estado grave.

O jovem de 24 anos ficou preso às ferragens e foi levado para o Hospital Universitário de Cascavel, onde permanecia internado na manhã desta segunda-feira (29). Exames indicaram uma lesão na coluna e ele deve ser transferido para a UTI ainda pela manhã.

Os demais tiveram ferimentos leves e foram liberados ainda no domingo.

Velórios e sepultamentos

O corpo de Sara Beatriz Teixeira Romano, de 24 anos, que estava no mesmo carro, está sendo velado na capela A da Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Cascavel (Acesc). O enterro está previsto para as 16h, no Cemitério Central.

O velório do piloto da moto, Joel Muniz, de 55 anos, está sendo realizado na capela mortuária do Jardim da Saudade, no Guarujá. O enterro será no Cemitério Cristo Redentor, às 16h.

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Já o corpo do passageiro da moto, Geraldo Aparecido Afonso, de 51 anos, foi levado para Santa Lúcia, onde mora a família. O sepultamento está marcado para as 16h, no Cemitério Municipal.

O acidente

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu por volta das 12h30. O trânsito no local estava lento por causa de obras de sinalização na pista no sentido a Curitiba.

Ainda de acordo com os policiais, o motorista do caminhão frigorífico com placas de Matelândia, também no oeste, não conseguiu frear a tempo e avançou sobre os veículos.

O teste do bafômetro feito com o condutor de 34 anos indicou que ele não havia bebido antes de dirigir.

Imagens de câmeras de monitoramento da rodovia registraram o acidente. O trecho ficou interditado por cerca de duas horas e meia.

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Região Oeste

Sanepar promove limpeza de 16 quilômetros de rede de esgoto em Foz do Iguaçu

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Equipes da Sanepar realizaram nos dois primeiros meses deste ano o trabalho de desentupimento e limpeza de 16,6 quilômetros de rede coletora de esgoto instalada em Foz do Iguaçu. Até o fim do ano, serão vistoriados 80 quilômetros de tubulação em diversos bairros da cidade. O total da rede é bem maior, cerca de 1,2 mil quilômetros, o corresponde à distância entre Foz e Buenos Aires, na Argentina.
Foto: Sanepar
Foto: Sanepar

Equipes da Sanepar realizaram nos dois primeiros meses deste ano o trabalho de desentupimento e limpeza de 16,6 quilômetros de rede coletora de esgoto instalada em Foz do Iguaçu. Até o fim do ano, serão vistoriados 80 quilômetros de tubulação em diversos bairros da cidade. O total da rede é bem maior, cerca de 1,2 mil quilômetros, o corresponde à distância entre Foz e Buenos Aires, na Argentina.

A limpeza é feita com a ajuda de um caminhão de hidrojateamento, nos poços de visitas, que são aberturas na calçada ou na rua que permitem o acesso à rede. Os profissionais retiram o material mais denso e pesado e, na sequência, injetam água com pressão para limpar e desobstruir a rede. Este trabalho preventivo repercute diretamente na casa dos clientes.

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desobstrução da rede pode evitar que o esgoto transborde na rua ou até mesmo retorne para dentro dos imóveis”, explica o coordenador de Redes da Sanepar, Marcos Simoni.

Os maiores problemas de obstrução de rede são causados por pessoas que jogam na tubulação objetos que não deveriam ir para a rede coletora, construída para receber apenas o esgoto doméstico. Os materiais mais comuns encontrados são restos de materiais de construção, além de panos, latas, plásticos e outros resíduos que trazem prejuízo ao bom funcionamento do sistema de esgoto.

O lixo, a água da chuva e outros materiais, além de danificar e entupir a rede, e provocar vazamento e refluxo, podem comprometer o meio ambiente. Resíduos como gordura, por exemplo, causam o entupimento da rede, represando e fechando a tubulação. Por isso, a Sanepar orienta que seja instalada a caixa de gordura para dar o destino correto a esse material.

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