Paraná
Estande da Copel é destaque na Expoingá
Até domingo (17), a cidade de Maringá respira a Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Maringá (Expoingá) 2026. A Copel é parceira oficial da Expoingá e está presente com um estande moderno e que traz facilidades para o cliente, com a oferta de inúmeros serviços.
O evento está na 52ª edição, sendo a 29ª internacional, e acontece no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro. O espaço funciona de segunda a sexta, das 13h às 21h e sábados e domingos, das 14h às 20h. O atendimento presencial é por ordem de chegada. Também há um totem de autoatendimento.
Uma das novidades é a divulgação do Copel Agro. Produtores rurais do Paraná que trabalham com proteína animal podem fazer o cadastro no serviço que oferece vantagens e atendimento humanizado, 24h por dia, sete dias por semana.
Estão disponíveis os seguintes serviços: relatório de histórico de consumo, emissão de segunda via da conta de luz, consulta aos débitos, troca de titularidade, informações gerais, dentre outros.
O estande da Copel na Expoingá amplia o atendimento da Companhia na cidade, posto que a Agência Maringá, que fica na Avenida Governador Bento Munhoz da Rocha Neto, 896, zona 7, atende normalmente durante os dias da Feira.
COPEL AGRO – O Copel Agro está operando desde 6 de abril, com atendimento exclusivo e dedicado aos produtores rurais, prioritariamente da cadeia de proteína (frango, leite, peixe e suínos), com a atividade registrada no Cadastro do Produtor Rural (CAD/PRO) do Estado do Paraná. O novo programa é dirigido a cerca de 73 mil de clientes com este perfil de consumo atendidos pela Copel.
ATENDIMENTO HUMANO – Pela linha direta 0800 643 76 76, exclusiva do Copel Agro, os produtores rurais são atendidos por teleatendentes que atuam 24 por dia, sete dias por semana, para o encaminhamento de demandas relacionadas à energia elétrica.
No primeiro mês de funcionamento, foram mais de 25 mil atendimentos a produtores via telefone e aplicativo de WhatsApp, com 7 mil ligações de retorno com previsão de restabelecimento da energia. O serviço alcançou neste início, índice de satisfação CSAT (Customer Satisfaction Score) de 95,4%.
Ao acionar o Copel Agro, o produtor rural tem a solicitação acompanhada de ponta a ponta, desde a recepção, passando pelo direcionamento à área responsável, o encaminhamento da solução até a devolutiva ao cliente com a previsão do retorno da energia.
Todos os pedidos recebidos são atendidos, com o encaminhamento da solução das demandas e cadastrados pela companhia. As informações integram um banco de dados com o perfil dos clientes, tipos de demanda, entre outros insumos para a orientação e consolidação do programa.
Fazem parte da consolidação do Programa Copel Agro a atuação de uma equipe dedicada no Centro de Operações, com 70 profissionais trabalhando em escala com atuação 24 horas por dia; a ampliação do quadro de eletricistas para a atuação em regiões com maior produção agrícola; a implantação de uma escola de eletricistas para o reforço do quadro próprio de profissionais e a utilização de tecnologia de ponta para a conectividade das equipes de campo (Starlink).
Fonte: Governo PR
Paraná
PGJ defende cooperação internacional permanente para enfrentar o crime organizado transnacional
O Procurador-Geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, participou nesta quinta-feira, 23 de julho, da Conferenza di Consenso – Para Além das Fronteiras do Crime: A Experiência de Brasil e Itália por uma Aliança de Valores contra as Máfias Transnacionais, realizada na sede do Ministério Público do Estado de São Paulo. O encontro reuniu autoridades brasileiras e italianas para discutir estratégias conjuntas de prevenção e repressão às organizações criminosas que atuam além das fronteiras nacionais.
O PGJ integrou a mesa de abertura do evento ao lado do ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal, ex-Ministro das Relações Exteriores e ex-Juiz da Corte Internacional de Justiça Francisco Rezek; do Ministro da Justiça Wellington César Lima e Silva; do Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Sérgio de Oliveira e Costa; do Procurador-Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antônio José Campos Moreira; do responsável pelos Programas de Justiça e Segurança do Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional da Itália e Diretor-djunto do El Paccto 2.0, Giovanni Tartaglia Polcini; da Vice-Secretária-Geral e Secretária Técnico-Científica da Organização Internacional Ítalo-Latino-Americana (IILA), Tatiana Ribeiro Viana; e do Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo e Conselheiro da Escola de Segurança Multidimensional da Universidade de São Paulo (ESEM-USP), Lincoln Gakiya.
Posição estratégica – Em sua apresentação, Zanicotti destacou as profundas transformações do crime organizado nos últimos anos e a necessidade de as instituições evoluírem na mesma velocidade para enfrentá-lo. Segundo ele, as facções criminosas ampliaram sua atuação internacional, operam em rede, movimentam recursos em diferentes países, exploram brechas regulatórias, utilizam tecnologias cada vez mais sofisticadas e buscam infiltrar-se na economia formal e nas estruturas públicas.
O PGJ também chamou atenção para a posição estratégica do Paraná nesse cenário. Com a tríplice fronteira e o Porto de Paranaguá — principal porto graneleiro da América Latina —, o Estado ocupa posição sensível nas rotas utilizadas pelo crime organizado, o que exige investimentos permanentes em inteligência, tecnologia e integração entre as instituições.
Modelo permanente e descapitalização – Durante a conferência, Zanicotti defendeu que a cooperação internacional deixe de ocorrer apenas de forma pontual e passe a constituir um modelo permanente de atuação, baseado no compartilhamento de inteligência, na interoperabilidade entre bases de dados, em investigações financeiras coordenadas e na recuperação internacional de ativos ilícitos. Para ele, acordos de cooperação somente produzem resultados quando se traduzem em ações contínuas entre as instituições.
Outro ponto enfatizado foi a necessidade de concentrar esforços não apenas na responsabilização dos integrantes das organizações criminosas, mas também na descapitalização dessas estruturas. O Procurador-Geral defendeu estratégias voltadas ao rastreamento do fluxo financeiro do crime, ao confisco de bens e ao combate à infiltração das facções na economia legal, além da atuação integrada entre Ministério Público, Poder Judiciário, forças policiais, órgãos de inteligência e administrações tributárias.
Investimentos – Ao apresentar iniciativas desenvolvidas pelo Ministério Público do Paraná, Zanicotti destacou os investimentos em inteligência artificial, ciência de dados, integração de bases de informações e fortalecimento das investigações patrimoniais. Também citou operações conduzidas pelo Gaeco e o trabalho desenvolvido em cooperação com outros órgãos públicos no combate às organizações criminosas e na recuperação de ativos.
Encerrando sua participação, o Procurador-Geral afirmou que o avanço das organizações criminosas exige respostas igualmente articuladas, fortalecendo a cooperação institucional com parceiros nacionais e internacionais. Segundo ele, a proteção da sociedade, da economia legal e do Estado de Direito depende de uma atuação integrada, permanente e baseada no compartilhamento de conhecimento e de inteligência.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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