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Estados vão apresentar destinos e levar cultura e sabores ao Salão do Turismo

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Imagine conhecer a Região Sul do Brasil, logo depois caminhar até a Região Sudeste e, com mais alguns passos, chegar à Região Norte? Impossível? No Salão do Turismo, não. Essa é exatamente a formatação do espaço dedicado às macrorregiões brasileiras no evento, que acontece de 7 a 9 de maio, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

O Salão — a maior vitrine do setor no país — é organizado pelo Ministério do Turismo e acontece pela primeira vez no Nordeste. 

O evento vai reunir toda a cadeia produtiva do turismo brasileiro em um ambiente estratégico de promoção dos destinos nacionais, articulação e geração de negócios. A entrada para o público é gratuita.

“O Salão do Turismo vai levar a Fortaleza uma ampla diversidade cultural e histórica de cada estado e de cada região do país. E tudo isso poderá ser explorado pelo público em único espaço, que só o Salão proporciona”, afirma o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

•             Vai ao Salão do Turismo? Saiba o que curtir em Fortaleza AQUI.

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Logo na entrada do Salão, os visitantes terão uma visão ampla e completa, com todos os estandes posicionados e divididos por macroregiões. No espaço, os visitantes poderão vivenciar experiências, conhecer a gastronomia típica, se informar sobre os principais produtos, equipamentos e atrativos turisticos e mergulhar na cultura local de cada estado e do Distrito Federal.

Para refletir a identidade, a riqueza e a pluralidade de cada localidade, as regiões serão visualmente reconhecidas por cores, facilitando a visita do público.

Confira a cor de cada região:

– Região Norte: será representada pelo verde, em alusão à floresta e à riqueza natural;

– Região Nordeste: ficará com o vermelho, que remete à energia vibrante da cultura local;

– Região Centro-Oeste: estará simbolizada pelo amarelo, evocando as paisagens do cerrado e do Pantanal;

– Região Sul: será identificado pelo azul-claro, refletindo suas belezas naturais e tradições;

– Região Sudeste: terá o azul-escuro como cor oficial, destacando sua diversidade econômica e cultural.

Todos os estandes dos estados serão padronizados, com uma área de 36 metros quadrados para cada unidade federativa, garantindo igualdade de exposição e reforçando a representatividade nacional no evento.

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Os estados irão apresentar para o público manifestações culturais, atrativos locais e culinária típica regional, com diversas receitas disponíveis para degustação. A iniciativa valoriza a cultura nacional, promove a identidade regional e reforça o papel da gastronomia como um dos grandes atrativos do turismo no Brasil.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil alinhado ao debate contemporâneo no combate à pirataria

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Orlando, 6/5/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou da Conferência Anual da International AntiCounterfeiting Coalition (IACC) 2026, realizada entre 28 e 30 de abril, em Orlando, Flórida, com representante do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Crimes contra a Propriedade Intelectual (CNCP), coordenado pela Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon). 

O secretário-executivo do CNCP, André Avrichir, palestrou em um dos principais painéis do fórum global de combate à falsificação e à pirataria, intitulado “Além das Fronteiras: Lições da Tríplice Fronteira na América Latina”. Na apresentação, foram exploradas práticas regionais, impactos de diferentes legislações sobre a proliferação de produtos falsificados e estratégias de atuação coordenada entre países. 

“O Brasil marcou presença com uma grande delegação no evento, e ficou claro que o País está alinhado com o que há de mais contemporâneo no debate mundial sobre pirataria e contrabando, especialmente nas áreas de rastreabilidade de produtos e de regulamentação do mercado digital”, afirmou o secretário-executivo do CNCP. 

Em sua apresentação, Avrichir destacou o modelo colegiado do CNCP — composto por 20 membros, sendo 15 órgãos federais e cinco representantes do setor privado — como um diferencial institucional no enfrentamento coordenado da pirataria. Mesmo sem poder executivo próprio, o Conselho atua na coordenação, na formulação de políticas e na articulação institucional, consolidando-se como referência internacional de governança. 

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Ao abordar a Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, o secretário contextualizou os desafios estruturais da região.  

“O Brasil possui cerca de 16.900 km de fronteiras terrestres com dez países sul-americanos, e as assimetrias tributárias criam forte incentivo ao contrabando — a carga tributária média sobre cigarros no Brasil supera 60%, enquanto, no Paraguai, é de apenas 13%”, exemplificou. 

Segundo ele, o avanço do comércio eletrônico ampliou a complexidade do problema. Consumidores brasileiros já não precisam se deslocar até a fronteira para adquirir produtos ilegais, que chegam diretamente por plataformas digitais e circulam tanto em comércios tradicionais quanto em grandes centros urbanos, consolidando o ambiente digital como eixo estratégico de atuação do CNCP. 

As discussões contaram ainda com o analista tributário aduaneiro da Receita Federal do Brasil, Renato Bastos Evaristoa especialista em Propriedade Intelectual do escritório Cervieri Monsuarez, Virginia Cervieri; a diretora do Programa de Adidos de Propriedade Intelectual do USPTO, Deborah Lashley-Johnson; e o presidente da CustomsWatch, John Ryan. 

Pirataria e saúde pública

Na área de saúde pública, o representante do CNCP apresentou a crise do metanol de 2025 como exemplo concreto da capacidade de coordenação do Conselho: bebidas adulteradas provocaram 22 mortes e 73 feridos, com resposta integrada entre o MJSP, o Ministério da Saúde (MS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as forças policiais. 

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O episódio impulsionou o Projeto de Lei nº 5.807/2025, já aprovado na Câmara dos Deputados e atualmente em análise no Senado. A proposta prevê o estabelecimento de políticas de rastreabilidade de bebidas alcoólicas, o endurecimento das penas para falsificação — incluindo a tipificação como crime formal — e a adoção de regras mais rigorosas para o controle do metanol e para o combate a pontos clandestinos de venda. 

No campo da saúde, também foi destacado o aumento alarmante das importações irregulares de inibidores GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”. Entre 2025 e 2026, a Anvisa publicou 37 resoluções de proibição relacionadas a esse mercado ilegal. 

A Operação Heavy Pen, realizada em 12 estados, apreendeu mais de 37 mil ampolas e 3,5 kg do insumo ativo — quantidade suficiente para produzir mais de 1 milhão de unidades adicionais em farmácias de manipulação. 

O secretário-executivo ressaltou que a rastreabilidade já existente no setor de medicamentos industrializados foi decisiva para os resultados das operações e que a expansão desse mecanismo para outros produtos sensíveis é prioridade estratégica do CNCP para 2026. 

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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