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Em Rio Branco do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia 21 pessoas por associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, denunciou, nesta segunda-feira, 22 de dezembro, 21 pessoas por associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Entre os denunciados, 11 estão presos e seis encontram-se foragidos.

Áudio da Promotora de Justiça Thaís Bueno Martins Ribeiro

Segundo a denúncia, entre 2023 e 29 de outubro de 2025, nos municípios que integram a Comarca de Rio Branco do Sul, 17 dos denunciados associaram-se com o fim de praticar o crime de tráfico de drogas. As apurações demonstraram que o grupo realizava a venda e a entrega de diversos entorpecentes, entre eles cocaína, maconha e crack. Para organizar a produção e a distribuição dos produtos, o homem apontado como líder do grupo reunia-se com seus subordinados em uma chácara da região. As investigações revelaram não apenas quem era o líder do grupo, mas também seus auxiliares mais próximos e o papel de cada um dos integrantes da organização.

Nove membros do grupo (alguns já processados por associação para o tráfico) foram denunciados por lavagem de dinheiro, praticada entre 20 de fevereiro de 2024 e 29 de outubro de 2025, uma vez que, nesse período, “ocultaram e dissimularam, de forma reiterada, a natureza e a origem dos valores provenientes do crime de tráfico de drogas, pois receberam, movimentaram e transferiram valores depositados em suas contas bancárias”.

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Processo: 0002432-44.2025.8.16.0147

Informações para a imprensa:

Assessoria de Comunicação

[email protected]

(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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MP em Movimento impulsiona avanços na gestão de resíduos sólidos em municípios da região Norte do Estado

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Durante cerca de 20 anos, moradores de Faxinal, na região Norte do Paraná, conviveram com os impactos causados por um lixão a céu aberto. Hoje, a situação está diferente. O local foi desativado no mês passado e o município passou a adotar medidas para adequar a destinação dos resíduos às normas ambientais, com implantação da coleta seletiva, organização da reciclagem e elaboração de projeto para um aterro sanitário.

A mudança em Faxinal é um dos resultados das articulações promovidas pelo Ministério Público do Paraná durante o MP em Movimento. Balanço elaborado pela regional do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) mostra que diversos municípios do Norte Central do Estado avançaram na gestão de resíduos sólidos após reunião realizada em abril de 2025, que reuniu gestores públicos, órgãos ambientais e representantes do Ministério Público para discutir a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Evolução – Além de Faxinal, outros municípios também registraram avanços importantes. Em Jataizinho, o antigo lixão foi desativado, a coleta seletiva foi estruturada, uma cooperativa de recicladores entrou em funcionamento e o município passou a terceirizar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.

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De acordo com a presidente da cooperativa, Vanessa Maria Pereira, 15 pessoas sustentam suas famílias com a renda obtida por meio da coleta e separação de materiais recicláveis. “Os benefícios da cooperativa são para toda a população, que está aprendendo a fazer a separação correta dos recicláveis e evitando a poluição”, afirmou.

Também registraram avanços importantes os municípios de Florestópolis, Lupionópolis, Santa Cecília do Pavão, Rosário do Ivaí, Grandes Rios, São João do Ivaí e Cambé.

Entre as medidas adotadas estão a regularização de áreas de transbordo, a implantação ou o fortalecimento da coleta seletiva, o licenciamento ambiental de estruturas e a elaboração de projetos para recuperação de áreas degradadas e aprimoramento da gestão dos resíduos.

Além dos benefícios ambientais, o relatório do Gaema destaca reflexos diretos das mudanças na saúde pública e na qualidade de vida da população, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água, diminuindo a proliferação de vetores de doenças e fortalecendo a reciclagem e a inclusão social por meio da atuação de cooperativas e associações de catadores.

Pendências – O acompanhamento do Gaema mostra que alguns municípios ainda enfrentam desafios. Centenário do Sul permanece entre as situações mais críticas da região, embora tenha iniciado medidas de regularização ambiental. Porecatu mantém o lixão em operação e ainda precisa avançar no licenciamento ambiental de suas estruturas.

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Em Kaloré, houve retrocesso, com a paralisação das obras da nova área de transbordo e a manutenção do lixão em funcionamento. O caso segue em fase de cumprimento de sentença, e o MPPR adotou novas medidas para que o Município regularize a situação e viabilize a implantação do aterro sanitário e do barracão de reciclagem.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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