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Com programa Conectividade Rural, Paraná é finalista em prêmio nacional de inovação

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O programa de Conectividade Rural do Paraná é um dos finalistas da 7ª edição do Prêmio Espírito Público, do Instituto República.org, que reconhece projetos e servidores da administração pública brasileira. A iniciativa do Governo do Estado é coordenada pela Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA) e concorre na categoria Gestão e Transformação Digital, junto ao Rio Grande do Sul.

São cinco categorias com dois finalistas cada. O anúncio dos vencedores acontece em 27 de novembro, durante uma cerimônia em Brasília. Ainda em outubro, o concurso vai contar com uma votação popular.

Além da SEIA, o programa de Conectividade Rural é executado em conjunto com a Secretaria de Agricultura e do Abastecimento, Secretaria da Fazenda e 17 órgãos entre estatais e instituições. Também envolve 15 players do setor privado, como operadoras e empresas de tecnologia, e mais seis entidades representantes da sociedade civil.

O secretário da Inovação e Inteligência Artificial do Paraná comemora a classificação no prêmio e reafirma o compromisso do governo estadual em possibilitar uma transformação digital para as comunidades rurais. “É uma ação transformadora, que possibilita uma maior qualidade de vida para os moradores de zonas rurais, garantindo maior acesso à educação e serviços básicos, como saúde e segurança, mas também traz desenvolvimento para o agronegócio, o que resulta em mais rentabilidade”, explica.

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Entre as principais ações do programa estão o mapeamento de áreas desconectadas e parcerias com operadoras de telecomunicação. O objetivo é conectar 100% do campo paranaense até o final de 2026.

O projeto já fez o mapeamento técnico de 980 localidades desconectadas, com governança dos órgãos envolvidos e fomento via compensação de ICMS (sem uso direto de recursos públicos) que viabilizou a contratação de 541 torres de internet e telefonia desde o início do projeto, em 2023.

De acordo com o IBGE, apenas 51% da área rural do Paraná estava conectada à internet. Após iniciar o projeto, a cobertura rural subiu para 62,2% em menos de um ano, segundo estudo da Anatel. A expansão da cobertura já resulta em um acréscimo anual de R$ 2,08 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná, segundo um levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

De acordo com Amauri Ferreira Pinto, gerente de Políticas Públicas do IDR-Paraná, o projeto Conectividade Rural não é apenas um plano para levar internet ao campo.

“Este é um grande desafio porque não é só levar internet para quem vive no meio rural, mas é incentivar a sucessão familiar, é fazer com que o jovem se interesse em ficar no campo. É desenvolver ainda mais a agricultura paranaense. A internet no campo possibilita o acesso à informação, assistência técnica mais rápida, entre outras melhorias que a tecnologia nos proporciona atualmente”, afirma Amauri.

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PARCERIAS – Entre as parcerias, está a firmada com a operadora TIM, que investiu R$ 22 milhões para a construção de 116 antenas em 83 municípios, atendendo em torno de 40 mil pessoas diretamente e mais 2 milhões de forma indireta. Dessas, todas já foram entregues.

Outra parceria foi assinada com a operadora Claro para a implementação de 378 antenas de telecomunicação em 194 municípios. Ao todo, a operadora vai investir R$ 99,8 milhões no projeto que, além de construir torres em localidades rurais, também vai contemplar pontos estratégicos de rodovias, áreas de fronteiras e cidades do Litoral, impactando mais de 7 milhões de pessoas.

Na parceria com a Claro, até o momento já foram mais de 106 torres instaladas e mais 21 previstas até o final de setembro. A expansão continuará com a entrega de mais 73 torres até o fim do ano, totalizando 200.

Fonte: Governo PR

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Milhares de atletas cruzam a Ponte de Guaratuba na 1ª Maratona Internacional do Paraná

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A largada da primeira etapa da Maratona Internacional do Paraná (MIP) movimentou o Litoral logo nas primeiras horas deste sábado (2). Sob neblina e chuva, milhares de atletas percorreram os trajetos de 5 km e 21 km pelas ruas de Guaratuba e Matinhos.

O cronograma de largadas começou às 6h com os Atletas com Deficiência (ACD) na categoria de 5 km, seguidos pelo público geral da mesma distância. Às 7h25, foi a vez dos competidores ACD no percurso de 21 km, antecedendo as categorias Elite Feminina, Masculina e o pelotão geral da meia maratona.

O grande diferencial é o percurso sobre a Ponte de Guaratuba, recém-inaugurada sexta-feira (1º) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. Principal cartão-postal da prova, a estrutura integra todos os trajetos, unindo o desafio físico a uma paisagem privilegiada. A travessia eleva o nível da competição ao conectar o atletismo a um dos projetos de infraestrutura mais emblemáticos do Estado.

MARATONA PONTE

“Estamos falando de um evento que une esporte, turismo e um símbolo muito forte para o Paraná. A Ponte de Guaratuba representa um sonho coletivo, e atravessá-la durante a prova é algo marcante para esses milhares de atletas”, destaca Marcos Pinheiro, diretor-geral do evento.

ESPORTE EM FAMÍLIA – No meio da multidão que acompanhava os competidores, estava Milena Louise Silva, de oito anos, que acordou cedo para assistir e incentivar o irmão, Ryan, a correr. “Ele corre bastante e eu também queria, mas acho que ainda não estou preparada. Ele já ganhou o segundo lugar em uma competição”, contou orgulhosa.

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Do outro lado, Ryan Gabriel da Silva, de 20 anos, não escondia a ansiedade de participar de uma prova de 21 km no Litoral. “Trouxe toda a família para me assistir. Sou nascido e criado em Curitiba e é muito legal participar da primeira Maratona Internacional do Paraná”, detalhou.

MARATONA PONTE

E o exemplo familiar tem muita força. O primeiro lugar na categoria feminina dos 5 km ficou com Gabriella Costa Rosa, de apenas 13 anos, que cresceu acompanhando o pai nas provas. “Meu pai é maratonista e minha inspiração. Fico muito feliz de ter vencido com essa idade. Meu sonho é ser maratonista também e vou conseguir”, contou emocionada. Ela completou a prova em 22 minutos e seis segundos.

ESTRATÉGIA E DIFICULDADES — Nas provas de 5 km e 21 km, o maior desafio surgiu logo após a largada. Os trajetos contaram com uma subida íngreme logo no início, seguida por uma descida técnica que levou os atletas até a travessia da ponte.

Osvaldo Reonosteu competiu na prova mais curta aos 79 anos. Ele, que começou a correr já na terceira idade, acumula 170 medalhas. “A descida era um dos pontos mais difíceis e eu a fiz ao contrário, para parecer uma subida”, brincou. “A vista da ponte é linda, meu Deus do céu”, disse, mesmo com o tempo encoberto.

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O retorno exigiu atenção redobrada e controle de ritmo desde os primeiros metros. Para Jean Carlos de Almeida, a resistência e a coordenação da respiração foram testadas. “Saí em explosão e pensei: ‘será que vou conseguir me manter nesse ritmo forte?’. Aí veio a subida difícil e a descida mais ainda; fiquei com medo de cair e tive que diminuir. Na metade da prova já estava no automático, mas o pessoal gritando e incentivando me ajudou”.

O vencedor do trajeto de 21 km é ex-atleta profissional e treinador. Para Guilherme Czuy, o sentimento é de gratidão, apesar dos desafios do clima e do percurso. Ele e seus alunos vieram de Guarapuava, no Centro-Sul, para participar da primeira Maratona Internacional do Paraná.

“Para mim, é emocionante desfrutar deste evento e ver os meus atletas passando durante a prova e gritando meu nome”, contou. Em relação às dificuldades, a umidade foi o que mais impactou. Durante a manhã, segundo o Simepar, a umidade variou entre 62% e 98%, com precipitação acumulada de 4.4 mm.

MARATONA E MARATONINHA — Ainda neste sábado, às 16h, ocorre a Maratoninha, que reúne crianças e adolescentes de 4 a 13 anos em percursos que variam entre 100 e 800 metros. O ponto alto da Maratona Internacional do Paraná acontece neste domingo (3), a partir das 6h, com as largadas dos 10 km e dos 42 km (maratona)

Fonte: Governo PR

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