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Em Londrina, ex-deputado federal investigado por prática de “rachadinha” é preso em flagrante pelo MPPR durante cumprimento de mandados de busca e apreensão

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Em Londrina, o Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo local do Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu nesta quarta-feira, 19 de julho, mandados de busca e apreensão contra um ex-deputado federal investigado por possível prática de concussão (na modalidade de “rachadinha” – desvio de dinheiro de assessores). Durante a ação, o investigado foi preso em flagrante por posse ilícita de arma de fogo.

A ação apura possíveis investidas ilícitas promovidas pelo ex-parlamentar contra seus ex-assessores e testemunhas da ação penal que investiga o delito que teria sido cometido quando o investigado cumpria seu mandato. Foram apreendidos celulares e computadores, além de uma arma.

Segundo testemunhas e vítimas ouvidas pelo Gaeco, o ex-deputado estaria usando as redes sociais, reiteradamente, para atacá-las, possivelmente buscando desacreditá-las e atemorizá-las para atrapalhar a instrução processual.

Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Criminal de Londrina, que determinou ainda a monitoração eletrônica do ex-deputado (com o uso de tornozeleira) e a proibição de que ele mantenha contato físico ou por qualquer meio de comunicação com as testemunhas – inclusive postagens na internet e mensagens de aplicativos –, não devendo aproximar-se delas a menos de 200 metros de distância.

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4469

Fonte: Ministério Público PR

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Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

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O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.

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“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

Fonte: Governo PR

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