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Em Fortaleza, MPA debate desafios do setor aquícola e pesqueiro.

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A etapa cearense da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca (CNAP), foi realizada nesta quarta-feira (17), em Fortaleza. Teve como objetivo debater propostas do setor. Contou com a presença do secretário-executivo do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Lázaro Medeiros, de pescadores, aquicultores, trabalhadores, comunidades pesqueiras e empresários da indústria de pesca do estado.

Segundo Lázaro, a relevância do Ceará é grande no cenário da Pesca e Aquicultura do país, pois o estado é o maior produtor de camarão, tem a pesca e exportação da lagosta e a pesca do atum. “Nesta conferência ouvimos a sociedade civil, os nossos pescadores, aquicultores, representantes da pesca industrial para que sejam eleitos os delegados que irão apresentar as propostas na conferência nacional, em novembro, que serão compiladas e entregues diretamente ao Presidente da República, mostrando todos os anseios da nossa pesca e aquicultura para os próximos 10 anos”, salienta.

Este evento é uma retomada histórica, visto que a última edição ocorreu em 2009. O Governo Federal reforça a participação social no setor de Pesca e Aquicultura colocando em prática o parágrafo único do artigo 193 da Constituição Federal: “O Estado exercerá a função de planejamento das políticas sociais, assegurada, na forma da lei, a participação da sociedade nos processos de formulação, de monitoramento, de controle e de avaliação dessas políticas”.

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O tema da etapa nacional será: ‘De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional’, acontecerá de 11 a 13 de novembro de 2026, em Brasília (DF). O Governo Federal reafirma o compromisso com a participação social para a melhoria do setor aquícola e pesqueiro.

Élen Gorski

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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MCTI dobra número de escolas no Programa Mais Ciência na Escola em Santa Catarina

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou mais uma etapa do programa Mais Ciência na Escola, dessa vez em Santa Catarina. Nesta quarta-feira (17), a ministra Luciana Santos anunciou a inclusão de mais 15 escolas públicas, totalizando 30 unidades atendidas, em evento no Bairro da Juventude, em Criciúma (SC).

Para a ministra, o lançamento no estado faz parte de uma estratégia mais ampla do MCTI de reconstruir a capacidade do Brasil de investir em conhecimento. “Nós estamos falando de uma política que nasce de uma convicção muito profunda: a ciência precisa começar cedo. Ela não pode ser vista como algo distante, reservada apenas aos grandes laboratórios ou aos centros de pesquisa. A ciência precisa entrar na escola pública como parte da formação dos nossos meninos e meninas, como instrumento de curiosidade, pensamento crítico, criatividade e cidadania”, disse.

Na primeira fase do programa no estado, iniciada em 2025, foram atendidas 15 escolas, com um investimento de R$ 1,5 milhão. Agora, os números dobram, passando para 30 colégios participantes e R$ 3 milhões aplicados na região pelo MCTI, com execução do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Com a inclusão das novas unidades, agora serão 300 bolsas para estudantes e 300 bolsas para professores, ambos da educação básica. Além disso, o investimento também proporciona a instalação de equipamentos como impressoras 3D, cortadoras a laser, notebooks, telescópios e ferramentas voltadas ao desenvolvimento de projetos de experimentação científica e tecnológica.

Segundo Luciana Santos, o programa faz parte da decisão de abrir caminhos para que as escolas públicas também sejam locais de criação, experimentação e construção de futuro. “Quando um país leva ciência para dentro da escola, ele está dizendo à sua juventude que o conhecimento também lhe pertence, que a tecnologia não precisa ser apenas consumida, mas pode ser compreendida, criada e colocada a serviço da sociedade”, concluiu a ministra.

A secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do MCTI, Germana Pires, relata que o Mais Ciência na Escola é um programa que funciona na ponta, nas escolas. “Vemos desenvolvimento de pesquisas cientificas, crianças criando robôs, tecnologias, pesquisas inovadoras. Esse programa tem dado muitos resultados concretos. Quando falamos de futuro, esses meninos já estão pesquisando e inovando neste momento, enquanto crianças. No futuro, podemos imagina-los em outro patamar”.

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Para a reitora em exercício do IFSC, Ana Paula Kuczmynda, o anúncio reforça os resultados positivos já atingidos pelo programa. “Nenhuma mudança social é feita sem parcerias, e esse programa mostra que, quando trabalhamos juntos, as coisas dão certo. Estamos muito animados com esse novo passo e trabalhamos para que dê cada vez mais certo”, analisou.

As escolas atendidas pela iniciativa são distribuídas em mais de 25 municípios, como Florianópolis, São José, Palhoça, Blumenau, Pomerode, Criciúma, Caçador, Concórdia, Palmitos, Chapecó e São Carlos. A iniciativa é executada pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

Mais Ciência na Escola

Lançado em 2024, o programa tem o objetivo de promover o letramento digital e a educação científica com a implementação de laboratórios Mão na Massa, espaços montados dentro das escolas públicas em que os estudantes podem colocar em prática ideias e criações inovadoras, transformando teoria em prática. A iniciativa ainda oferece planos de atividades, formação de professores e bolsas para educadores e alunos.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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