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Em evento da ATP, ministro de Portos e Aeroportos destaca parceria com setor privado na expansão da infraestrutura portuária

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O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou da inauguração da nova sede da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), na noite dessa segunda-feira (4), em Brasília. Na ocasião, destacou a importância da atuação integrada entre o poder público e a iniciativa privada para a expansão, modernização e aumento da eficiência da infraestrutura portuária brasileira.

Segundo o ministro, o diálogo permanente com entidades representativas do setor produtivo tem sido fundamental para o aprimoramento das políticas públicas e o fortalecimento do ambiente de negócios. “Para o Ministério de Portos e Aeroportos, a ATP é uma parceira estratégica. As contribuições do setor privado são essenciais para aperfeiçoarmos nossos instrumentos e garantirmos condições adequadas à ampliação dos investimentos no país”, afirmou.

Atualmente, a ATP reúne 39 empresas de grande porte e congrega 75 Terminais de Uso Privado (TUPs) em todo o Brasil. Juntas, as associadas são responsáveis por 60% da movimentação de cargas portuárias e por cerca de 47 mil empregos diretos e indiretos, consolidando o papel do segmento como um dos principais vetores de desenvolvimento logístico nacional.

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Além de ampliar a capacidade operacional dos portos, a atuação das empresas privadas tem impulsionado a incorporação de novas tecnologias, o aumento da eficiência e a adoção de práticas sustentáveis, em alinhamento com as diretrizes do Governo Federal para o setor. Nesse contexto, o ministro destacou que a nova sede da ATP simboliza o amadurecimento desse ambiente de cooperação entre o poder público e a iniciativa privada.

“O crescimento da ATP se reflete nesta nova sede e evidencia a importância de um ambiente institucional sólido e organizado. Esse avanço traduz os ganhos de uma infraestrutura bem estruturada, com participação ativa do setor privado. Além disso, as contribuições da Associação são fundamentais para subsidiar a formulação de políticas públicas, a partir das demandas e experiências das empresas associadas”, afirmou.

Inovação, sustentabilidade e competitividade

O secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, também participou do evento e reforçou o compromisso do MPor com a implementação de políticas públicas voltadas à inovação, sustentabilidade e competitividade. “Estamos trabalhando para consolidar um ambiente regulatório estável, que estimule investimentos e promova um setor portuário cada vez mais moderno e eficiente”, destacou.

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Por fim, o ministro Tomé Franca ressaltou que o Governo Federal tem avançado em pautas estruturantes, como a ampliação da segurança jurídica, a simplificação dos processos de outorga e renovação contratual junto à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e a melhoria das condições logísticas.

“O fortalecimento da infraestrutura portuária passa por uma atuação coordenada. Estamos avançando em iniciativas como dragagens, melhoria dos acessos e aumento da eficiência operacional, com foco na redução de custos e no aumento da competitividade”, concluiu.

A nova sede da ATP está localizada no 6º andar da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em Brasília (DF).

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Mutirões do SUS vão realizar mais de 13 mil atendimentos especializados em territórios indígenas durante o mês de junho

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Mais de 13 mil atendimentos entre consultas, exames e procedimentos especializados estão previstos para junho em territórios indígenas dos estados do Ceará, Pernambuco, Amapá e Pará. As ações integram o programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, e são executadas pela Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS).

Para a secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (SESAI/MS), Lucinha Tremembé, ampliar o acesso dos povos indígenas à atenção especializada é um compromisso do SUS com a equidade. “Os povos indígenas têm direito ao mesmo acesso à atenção especializada disponível em qualquer parte do país. O que estamos fazendo é aproximar o Sistema Único de Saúde (SUS) desses territórios, reduzindo desigualdades e ampliando a capacidade de resposta da rede de saúde indígena. Essa é uma prioridade do Ministério da Saúde e da SESAI”, afirmou.

Os cinco mutirões ocorrerão nos territórios atendidos pelos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) Ceará, Pernambuco, Amapá e Norte do Pará e Guamá-Tocantins. A programação inclui consultas, exames diagnósticos, procedimentos especializados e cirurgias oftalmológicas em áreas como pediatria, ginecologia e obstetrícia, cardiologia, clínica médica, dermatologia e cirurgia geral.

As ações contam com a parceria de instituições com experiência em territórios indígenas e regiões remotas, como o projeto Aldeia em Foco, a Associação Médicos da Floresta (AMDAF), o Hospital Israelita Einstein e a ONG Zoé.

Desde o início da estratégia, em agosto de 2025, já foram realizados 14 mutirões em diferentes regiões do país, contemplando os territórios dos DSEI Alto Rio Solimões, Médio Rio Solimões, Vale do Javari, Xavante, Yanomami e Ye’kwana, Alto Rio Negro, Guamá-Tocantins, Altamira e Rio Tapajós. Em 2025, foram registrados mais de 9,5 mil procedimentos especializados. Em 2026, o número já ultrapassa 17 mil atendimentos entre consultas, exames e procedimentos.

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Na avaliação do diretor-presidente da AgSUS, André Longo, a estratégia amplia o acesso dos povos indígenas à atenção especializada. “O programa Agora Tem Especialistas nas Aldeias amplia o acesso à consultas, exames e procedimentos especializados dentro dos territórios indígenas. Isso significa aproximar o SUS de quem mais precisa. Essa estratégia reduz barreiras de acesso, diminui o tempo de espera por atendimento e fortalece a integralidade do cuidado, respeitando as especificidades culturais e as realidades de cada povo indígena”, afirma.

O gestor executivo da Unidade de Saúde Indígena da AgSUS, Edson Oliveira, também destaca que os mutirões são estruturados a partir das necessidades identificadas pelas próprias equipes que atuam nos territórios.

“Essas ações são construídas a partir das necessidades identificadas pelos próprios DSEIs e pelas equipes que atuam nos territórios. O objetivo é concentrar, em períodos oportunos e estratégicos, uma oferta qualificada de consultas, exames, procedimentos e avaliações especializadas, respeitando os aspectos culturais locais, ampliando a capacidade de diagnóstico e definindo condutas terapêuticas que muitas vezes não conseguem ser ofertadas de forma regular em regiões de difícil acesso”, explica.

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Foto: Dan Pellicciari/Aldeira em Foco

Mutirões nos territórios indígenas

No território Xukuru do Ororubá, atendido pelo DSEI Pernambuco, o mutirão de oftalmologia será realizado entre os dias 14 e 20 de junho, com atendimento a mais de 30 aldeias. Nos dias 1º e 2 de julho, serão realizadas cirurgias de catarata e pterígio em pacientes previamente triados.

No DSEI Ceará, a ação contemplará os polos-base Anacé, Potyrô Tapeba, Aquiraz e Maracanaú. Já no DSEI Amapá e Norte do Pará, a Casa de Saúde Indígena (Casai) de Macapá concentrará atendimentos especializados em ginecologia e obstetrícia, pediatria, cardiologia, anestesiologia e ultrassonografia.

No território indígena Tumucumaque, também atendido pelo DSEI Amapá e Norte do Pará, os polos-base Bona e Missão Tiriyó receberão equipes multiprofissionais para atendimentos em oftalmologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, clínica médica e odontologia.

No DSEI Guamá-Tocantins, a Terra Indígena Zo’é receberá atendimento especializado nos dias 20 e 21 de junho. Serão realizadas consultas, exames de imagem e cirurgias, com o apoio de um profissional fluente na língua Zo’é para garantir a mediação cultural e facilitar a comunicação com a comunidade.

A iniciativa fortalece a oferta de serviços especializados do SUS em regiões remotas e contribui para garantir um cuidado mais próximo, oportuno e adequado às realidades dos povos indígenas. 

Adriã Galvão

Fonte: Ministério da Saúde

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