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Da montanha ao mar, do café à história: o Sudeste mostra a variedade de roteiros no Catálogo de Experiências do MTur

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A diversidade do Sudeste brasileiro ganha destaque no Catálogo de Experiências do Brasil, publicação do Ministério do Turismo (MTur) que reúne vivências autênticas, sustentáveis e conectadas à identidade de cada destino. Depois das regiões Norte, Nordeste, Sul e Centro-Oeste, é a vez do Sudeste apresentar um conjunto de experiências que encantam pela riqueza natural, pelo patrimônio histórico e cultural, pelas tradições locais e pelas possibilidades de imersão sensorial.

ESPÍRITO SANTO – No estado, o Parque Estadual Paulo César Vinha (Setiba), em Guarapari, destaca a preservação da restinga e oferece trilhas, banhos de lagoas e observação de fauna e flora endêmicas. A visitação, mediante agendamento no Iema, permite vivenciar paisagens naturais preservadas em qualquer época do ano.

Também no estado, a Rota do Café conduz o visitante pelas montanhas capixabas e pelo Caparaó Capixaba em uma verdadeira viagem sensorial. Em propriedades premiadas, é possível acompanhar a colheita, a torra artesanal e degustações guiadas que conectam o visitante à tradição rural e ao processo “do grão à xícara”.

Em Vitória, a observação de baleias-jubarte emociona turistas entre junho e novembro. Guiados por especialistas, os visitantes contemplam gigantes marinhos em seu habitat natural, aprendem sobre conservação e vivenciam a cultura e a gastronomia local.

Outro destaque capixaba é a Aldeia Temática Tekoá Mirim, em Aracruz. Criada por indígenas da comunidade Piraqueaçu para resgatar o modo de vida Guarani, a aldeia oferece etnoturismo com vivências em ocas, rodas de conversa com o cacique, danças, gastronomia e passeios de caiaque no Rio Piraque-Açu.

MINAS GERAIS – Em Belo Horizonte, o catálogo apresenta o Menuuh de Experiências, conjunto inovador de 19 vivências que celebram a essência belo-horizontina. Gastronomia, agroecologia, arte, cervejarias e design compõem a oferta que conecta visitantes às tradições locais, como a cultura de bares e os patrimônios reconhecidos internacionalmente.

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Na região do Caparaó Mineiro, o café se transforma em símbolo de identidade. Em municípios como Alto Caparaó, Jequitibá e Espera Feliz, visitantes encontram fazendas centenárias, plantações de cafés especiais, cervejarias, trilhas e paisagens de tirar o fôlego. O Parque Nacional do Caparaó, que abriga o Pico da Bandeira, amplia a experiência com natureza preservada e aventura.

A grandiosidade mineira também aparece na Cordilheira do Espinhaço, única do tipo no Brasil e reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera. Com cerca de 1.200 km de extensão, a cordilheira abriga biomas diversos, cidades coloniais do Ciclo do Ouro, centros históricos como Ouro Preto e Diamantina, rotas do queijo e importantes parques nacionais.

Já a monumental Trilha Transmantiqueira conecta três estados em mais de 1.200 km de caminhos dentro da Mata Atlântica. Cruzando picos icônicos – como a Pedra da Mina – e 36 unidades de conservação, oferece uma imersão profunda em natureza, cultura e aventura.

RIO DE JANEIRO – A capital fluminense apresenta a Trilha Transcarioca, uma travessia de 183 km por florestas, praias selvagens, montanhas e áreas históricas. O visitante pode alcançar cartões-postais como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar por trilhas que cruzam nove unidades de conservação.

No interior do estado, o roteiro Um Rio de Vivências Rurais conecta fazendas históricas, comunidades quilombolas, produções artesanais de queijos, cachaças e vinhos, além de experiências típicas da vida no campo. A imersão une gastronomia, cultura e atividades rurais em municípios como Valença, Petrópolis, Nova Friburgo e Campos dos Goytacazes.

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A capital também abriga a Experiência Imersiva na Pequena África, que conduz visitantes pela história, pela resistência e pela cultura afro-brasileira. O percurso inclui o Museu de Arte do Rio, o Morro da Conceição, o Largo de São Francisco da Prainha, a Pedra do Sal e o Cais do Valongo – patrimônio mundial reconhecido pela Unesco – com encerramento gastronômico na Casa Omolokum.

SÃO PAULO – Na região, o catálogo destaca o afroturismo paulista, com dez roteiros em cidades como a capital, Campinas, Santos, Ubatuba e Eldorado. As experiências valorizam danças típicas, agricultura quilombola e manifestações culturais que celebram a contribuição afro-brasileira.

Já o Litoral Norte oferece vivências em Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba, unindo ecoturismo, cultura caiçara, gastronomia à base de frutos do mar e esportes náuticos. O avistamento de cetáceos é o ponto alto entre maio e agosto.

No Vale do Ribeira, o Distrito Turístico Portal da Mata Atlântica destaca-se pela natureza preservada, biodiversidade abundante e experiências sustentáveis, como o Legado das Águas – considerado um dos maiores acervos de Mata Atlântica do país.

O Catálogo de Experiências do Brasil reforça o compromisso do Ministério do Turismo com a valorização de vivências autênticas, a preservação ambiental, o fortalecimento de comunidades locais e a ampliação da oferta turística qualificada em todo o país. Acesse AQUI.

Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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Mercado Livre de Energia: entenda como funciona a migração e as regras para contratação de energia

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O Mercado Livre de Energia é a modalidade em que os consumidores habilitados podem escolher de quem comprar energia elétrica e negociar condições contratuais diretamente com fornecedores, geradores ou comercializadores, ampliando a competitividade. Nesse ambiente, é possível definir aspectos como preço, quantidade de energia contratada, prazo de fornecimento, forma de pagamento e, em alguns casos, a origem da energia adquirida.

Todos os consumidores conectados em média e alta tensão, classificados no Grupo A (tensão igual ou superior a 2,3 kV), já estão aptos a migrar. Se a carga individual do consumidor for menor que 500 kW, a participação exige a intermediação de um agente varejista, que gerencia a compra e assume a representação do consumidor junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse formato simplifica toda a gestão da comercialização no mercado livre para consumidores com pequenas cargas.

No Brasil, a comercialização ocorre em dois ambientes:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR) – A energia é fornecida pelas distribuidoras com condições definidas pela regulação setorial.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL) – As condições comerciais são negociadas entre compradores e vendedores.

Como funciona a contratação?

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No Mercado Livre de Energia, o fornecimento do serviço da entrega da energia para o consumidor continua utilizando a rede da distribuidora local, que permanece responsável pela entrega e manutenção do serviço de energia elétrica. A diferença está no modelo comercial, o consumidor segue pagando pelo uso da rede de distribuição (fio), mas ganha a liberdade de negociar o preço e as condições da energia diretamente com geradores, comercializadores ou produtores independentes.

Essa modalidade envolve diferentes agentes do setor elétrico:

  • Geradores – Responsáveis pela produção da energia elétrica;
  • Comercializadores – Realizam a compra e venda da energia;
  • Consumidores livres e especiais – Empresas e unidades consumidoras habilitadas a contratar energia no ACL;
  • Distribuidoras – Responsáveis pela operação e manutenção das redes de distribuição; e
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – Entidade responsável pelo registro dos contratos e pela contabilização e liquidação das operações de mercado.

Quando os consumidores de baixa tensão poderão migrar?

A partir do final de 2027 os consumidores atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV), como pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais e indústrias de menor porte, hospitais e escolas, poderão exercer o direito de escolha do seu fornecedor de energia, de acordo com o Decreto nº 13.097/2026. Segundo o texto do regulamento, a abertura de mercado ocorrerá nas seguintes datas para esses consumidores: 

  • Em novembro de 2027 – Todos os consumidores industriais e comerciais com qualquer carga e tensão poderão começar a migrar para o mercado livre;
  • Em novembro de 2028 – Para todos os demais consumidores.
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O texto estabelece o prazo mínimo para que esses consumidores comuniquem à distribuidora a escolha de um novo fornecedor de energia elétrica, de acordo com as próprias necessidades, e determina as regras que precisarão ser obedecidas para fazer a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Isso inclui requisitos para formalizar a opção, representação por agentes varejistas e prestação de informações aos consumidores. O texto também disciplina o chamado Supridor de Última Instância (SUI), que é quem vai garantir a energia elétrica ao consumidor, caso o novo fornecedor dele tenha algum problema.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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