Connect with us


Brasil

Curso de atualização prepara condutores do Susp para direção de veículos de emergência

Publicado em

Brasília, 10/09/2025 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), lançou, nesta quarta-feira (10), o curso de Atualização de Condutores de Veículos de Emergência.

A formação, que integra a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, tem como objetivo garantir que os profissionais do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) estejam preparados para conduzir veículos de emergência com segurança, responsabilidade e eficiência.

A iniciativa atende a uma exigência do Código de Trânsito Brasileiro e reforça o compromisso do MJSP em assegurar que policiais, bombeiros, profissionais da saúde e demais servidores que utilizam viaturas e ambulâncias estejam capacitados para atuar em situações de risco, protegendo vidas e reduzindo acidentes.

Segundo a diretora de Ensino e Pesquisa da Senasp, Michele dos Ramos, o curso cumpre um papel essencial diante da realidade brasileira no trânsito, marcada por altos índices de violência e acidentes.

“O profissional condutor de veículo de emergência deve estar preparado para situações de estresse extremo. O curso de atualização é uma etapa fundamental para apoiar este profissional e contribuir com sua integridade e da população beneficiária de sua atividade”, destacou.

Leia mais:  Ministério dos Transportes defende ampliação do transporte ferroviário em painel sobre logística verde

Além de reforçar a responsabilidade que acompanha a função, a formação busca sensibilizar os profissionais sobre a importância da condução defensiva, do respeito à vida e da atenção redobrada em cenários adversos.

Conteúdo prático e interativo

O curso, que será oferecido na modalidade de ensino a distância, passou por uma reformulação e conta agora com nova carga horária, passando de 16h/a para 40 h/a. A metodologia foi desenvolvida para oferecer uma experiência dinâmica e envolvente, reunindo videoaulas, apostilas digitais, exercícios interativos, indicações de sites de referência, textos complementares e vídeos temáticos.

A grade curricular está estruturada em quatro módulos progressivos e interligados:

– Legislação de trânsito

– Direção defensiva

– Noções de primeiros socorros, respeito ao meio ambiente e convívio social

– Relacionamento interpessoal

Ao final, o participante terá condições de aplicar técnicas de direção defensiva, conduzir veículos de emergência de forma segura em diferentes contextos, minimizar riscos de acidentes, respeitar normas ambientais e fortalecer a solidariedade e a tolerância no trânsito.

Inscrições abertas

As matrículas já estão disponíveis na Rede EaD Senasp. Para se inscrever, é necessário ter cadastro prévio na Plataforma Sinesp do MJSP.

Leia mais:  Resorts brasileiros registram aumento na taxa de ocupação no segundo trimestre do ano

O aluno terá até 60 dias para concluir a formação. A certificação, concedida a quem atingir no mínimo 70 pontos de aproveitamento, poderá ser obtida a partir de 7 dias.

Com a abertura dessa capacitação, o MJSP reafirma sua prioridade em investir na qualificação de profissionais da segurança pública, assegurando que aqueles que salvam vidas no dia a dia também estejam protegidos e preparados para agir da melhor forma nas ruas e rodovias de todo o Brasil.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Comentários Facebook

Brasil

Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

Published

on

Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

Leia mais:  Em Moscou, Ministério da Saúde defende soberania tecnológica como pilar de sustentabilidade para o SUS

Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

Leia mais:  MME debate oportunidades da mineração brasileira em cenário de transição energética

“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262