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MJSP defende responsabilidade compartilhada na proteção de crianças e adolescentes em ambiente digital

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Brasília, 15/10/2025 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) destacou a importância da responsabilidade compartilhada entre governo, empresas e famílias na construção de um ambiente digital mais seguro para crianças e adolescentes.

O tema foi foco da participação do secretário nacional substituto de Direitos Digitais, Ricardo Horta, no painel Políticas para Prevenção e Segurança On-line, do I Seminário Conexão Segura: Proteção Digital de Crianças e Adolescentes, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na segunda-feira (13).

O evento reuniu representantes do setor público, empresas de tecnologia e organizações da sociedade civil para discutir caminhos que assegurem mais segurança, responsabilidade e bem-estar ao público infantojuvenil no ambiente virtual.

Durante a apresentação, Ricardo Horta ressaltou que a internet precisa ser repensada sob a perspectiva de crianças e adolescentes, com produtos e serviços digitais projetados de forma adequada à faixa etária dos usuários.

“A internet foi desenhada por adultos e para adultos. Plataformas, jogos e redes sociais devem ser planejados levando em conta as vulnerabilidades e o direito das crianças de acessar um ambiente digital seguro”, afirmou.

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O secretário enfatizou que garantir a segurança de crianças e adolescentes no meio digital exige compromissos mais firmes das plataformas em relação ao design e à operação de seus produtos.

“As empresas precisam pensar seus serviços considerando quem está do outro lado da tela. Não se trata apenas de permitir o acesso, mas de garantir que esse acesso seja seguro. Isso envolve repensar algoritmos, publicidade e mecanismos de recomendação que hoje expõem crianças a riscos indevidos”, pontuou.

Horta também destacou o papel do Estado e da sociedade na construção de uma cultura de segurança digital. “O enfrentamento aos riscos on-line não pode se limitar à punição posterior. É fundamental adotar políticas preventivas, promover a educação midiática e estabelecer parâmetros claros para a atuação das plataformas. A proteção das crianças é um dever coletivo, que começa com o reconhecimento de que elas têm direito a um ambiente digital saudável e livre de abusos”, reforçou.

Durante o debate, o representante da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi) defendeu a cooperação entre os diversos setores como caminho para reduzir vulnerabilidades e promover uma internet mais responsável.

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“Precisamos unir forças. Governo, empresas, escolas e famílias têm papéis complementares nessa agenda. Nenhum desses atores, sozinho, será capaz de resolver os desafios de um mundo digital cada vez mais complexo. É a atuação coordenada que vai permitir transformar o ambiente virtual em um espaço de oportunidades — e não de riscos”, completou.

Ao final, Horta ressaltou que o MJSP tem buscado ampliar o diálogo com diferentes segmentos da sociedade e fortalecer políticas públicas voltadas à proteção digital. Ele mencionou a criação da nova classificação indicativa de 6 anos, que será assinada ainda nesta quarta-feira (15), e o lançamento da consulta pública sobre aferição de idade na internet.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Inscrições para seleção de incubadoras tecnológicas de economia solidária são prorrogadas até 3 de setembro

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As inscrições para o Edital nº 120/2026, que selecionará 10 projetos de incubadoras tecnológicas de economia solidária, foram prorrogadas até as 23h59 do dia 3 de setembro de 2026. A iniciativa tem como objetivo apoiar e fortalecer empreendimentos coletivos autogestionários e de base comunitária, ampliando as ações de extensão tecnológica, inovação social e qualificação da gestão em diferentes regiões do país.

As incubadoras tecnológicas de economia solidária desenvolvem ações de assessoria, formação e acompanhamento de empreendimentos econômicos solidários, contribuindo para o fortalecimento da gestão, da produção, da comercialização e da geração de trabalho e renda nos territórios onde atuam.

A chamada pública é realizada pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC), em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O edital completo e os demais documentos podem ser consultados no Portal Institucional do IFSP.

Confira o novo cronograma:

Publicação e divulgação do edital – 16/06/2026;

Abertura das inscrições – 23/06/2026;

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Prazo final para submissão das propostas de projetos – 03/09/2026;

Divulgação do resultado parcial das propostas aprovadas na Etapa 1 (análise documental) – 10/09/2026;

Prazo para envio de recursos administrativos contra o resultado da Etapa 1 – 11/09/2026;

Divulgação do resultado final da Etapa 1, após o julgamento dos recursos – 14/09/2026;

Divulgação do resultado preliminar das propostas aprovadas na Etapa 2 (avaliação dos projetos) – 21/09/2026;

Prazo para envio de recursos administrativos contra o resultado da Etapa 2 – 22/09/2026;

Divulgação do resultado final da seleção dos projetos – 23/09/2026;

Previsão de início da execução dos projetos (condicionada à assinatura do Acordo de Cooperação Técnica – ACT, conforme Anexo III) – 05/10/2026.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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