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Concessões hidroviárias impulsionam logística do Arco Norte e fortalecem competitividade do agronegócio brasileiro

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O avanço das concessões hidroviárias e a ampliação dos investimentos em infraestrutura de navegação despontam como fatores decisivos para o futuro da logística no Arco Norte. A região amazônica, já consolidada como um dos principais corredores de exportação de commodities agrícolas, minerais e energéticas do país, depende diretamente da eficiência dos rios navegáveis para sustentar sua competitividade.

Com uma extensa malha hidrográfica, a Amazônia utiliza os rios como principal via de transporte, integrando o modal hidroviário ao rodoviário em um sistema intermodal cada vez mais relevante para o agronegócio brasileiro. Essa integração permite reduzir custos logísticos, aumentar a eficiência no escoamento da produção e ampliar a participação da região na balança comercial do país.

Intermodalidade fortalece escoamento da produção pelo Norte

A utilização combinada de diferentes modais de transporte tem sido um dos pilares do crescimento logístico no Arco Norte. A conexão entre rodovias e hidrovias possibilita maior fluidez no transporte de grãos, minérios e cargas líquidas, reduzindo a dependência de rotas mais longas até os portos do Sul e Sudeste.

Na prática, o modelo intermodal permite que a produção agrícola do Centro-Oeste e de outras regiões seja escoada de forma mais rápida e econômica por terminais localizados na região amazônica, fortalecendo portos e estações de transbordo ao longo da Bacia Amazônica.

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Hidrovias dependem de infraestrutura e manutenção contínua

Apesar do potencial natural, nem todo rio navegável é classificado como hidrovia estruturada. Para atingir esse patamar, são necessários investimentos contínuos em dragagem, sinalização, monitoramento e manutenção da navegabilidade, garantindo segurança e regularidade no transporte fluvial.

Nesse contexto, o modelo de concessões à iniciativa privada surge como uma alternativa para acelerar a execução desses investimentos e viabilizar a transformação de vias navegáveis em hidrovias plenamente operacionais.

Segundo especialistas do setor, a participação privada pode acelerar significativamente a modernização da infraestrutura logística da região.

“A concessão é uma forma de você acelerar os investimentos necessários para perenizar a navegação das vias potencialmente navegáveis ou até mesmo elevá-las à condição de hidrovias”, afirma Flávio Acatauassú, presidente da Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Cargas da Bacia Amazônica (Amport).

Concessões ampliam eficiência e atraem novos investimentos

O modelo de concessões permite que empresas privadas assumam a responsabilidade pela execução de obras e serviços de manutenção, sempre sob diretrizes estabelecidas por políticas públicas federais e contratos regulatórios.

A expectativa do setor é que esse formato contribua para acelerar a implantação de infraestrutura hidroviária, elevando rios estratégicos à condição de hidrovias estruturadas em menor tempo e com maior eficiência operacional.

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Além da melhoria logística, o avanço das concessões também é visto como um fator de fortalecimento da segurança da navegação e da soberania sobre rotas estratégicas de transporte.

“Ao investir em vias navegáveis e transformá-las em hidrovias estruturadas, o país amplia a segurança da navegação, reforça a segurança nacional e promove sustentabilidade ambiental”, complementa Acatauassú.

Impactos econômicos para o agronegócio e desenvolvimento regional

A consolidação de hidrovias eficientes no Arco Norte tem impacto direto sobre a competitividade do agronegócio brasileiro. A redução dos custos de transporte e o aumento da capacidade de escoamento tornam a região mais atrativa para investimentos e ampliam a viabilidade econômica da produção em larga escala.

Com logística mais eficiente, setores produtivos ligados ao agronegócio, à mineração e à indústria tendem a ganhar competitividade no mercado internacional, impulsionando a geração de emprego, renda e desenvolvimento regional.

Nesse cenário, as hidrovias assumem papel estratégico na integração logística do país, consolidando a Amazônia como um dos principais eixos de exportação do Brasil e reforçando a importância dos investimentos contínuos em infraestrutura de transporte.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministro André de Paula cumpre agenda em Mato Grosso na quinta-feira (27)

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, estará na próxima quinta-feira (27/08) em Mato Grosso, onde cumprirá agendas em Várzea Grande e na Chapada dos Guimarães.

Pela manhã, em Várzea Grande, o ministro participa do lançamento do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro) e entrega do certificado de equivalência para a ampliação do escopo do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental Alto Teles Pires para a atividade de abate, além da integração do primeiro estabelecimento de abate de ovinos de Mato Grosso ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).

A programação também inclui informações sobre o Projeto ConSIM-MT, que vem contribuindo para a ampliação do Sisbi-POA no estado.

Participam do evento representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental Alto Teles Pires, de consórcios intermunicipais, entre outras autoridades e instituições.

No início da tarde, André de Paula visita a Estação Meteorológica da Chapada dos Guimarães, operada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A rede meteorológica do estado foi ampliada com mais 27 estações automáticas na região. Mato Grosso conta agora com 62 estações em funcionamento.

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Sobre o Sisdagro

Desenvolvido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Sisdagro disponibiliza ferramentas para o monitoramento das condições agrometeorológicas observadas até a data da consulta e para a análise das condições previstas para os cinco dias subsequentes.

As informações meteorológicas são provenientes, em sua maioria, da rede de estações do instituto e incluem dados como umidade relativa do ar, chuva, velocidade e direção do vento, entre outros.

O que é o Sisbi-POA?

O Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) integra o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) e tem como objetivo padronizar e harmonizar os procedimentos de inspeção de produtos de origem animal.

Estados, Distrito Federal, municípios e consórcios públicos municipais podem solicitar a integração de seus serviços de inspeção ao Sisbi-POA. Para isso, é necessário realizar o cadastro no Sistema de Gestão de Serviços de Inspeção (e-Sisbi) e demonstrar que possuem condições de executar a inspeção e a fiscalização de produtos de origem animal com eficiência equivalente à do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

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Confira a agenda:

9h – Lançamento do Sisdagro e entregas do Sisbi-POA
Local: Superintendência de Agricultura e Pecuária em Mato Grosso (SFA/MT) — Alameda Dr. Annibal Molina, s/n, Ponte Nova, em Várzea Grande.

13h – Visita à Rede Meteorológica de Mato Grosso
Local: Horto Florestal de Chapada de Guimarães

CREDENCIAMENTO Os profissionais de imprensa interessados na cobertura deverão encaminhar nome completo, veículo de comunicação e cargo para o e-mail [email protected]

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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