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Complexo Solar Barro Alto amplia geração de energia renovável no setor elétrico brasileiro

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A geração de energia fotovoltaica ganhou mais um reforço com a entrada em operação do Complexo Solar Barro Alto. Localizado no município de Vila Propício, em Goiás, o empreendimento iniciou, em março, a operação comercial das duas últimas usinas do conjunto – UFV Barro Alto I e UFV Barro Alto VI –, contribuindo para ampliação da participação da fonte solar no Sistema Elétrico Brasileiro.

Integrante da carteira de investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o complexo reforça o compromisso do Brasil na expansão para uma matriz energética cada vez mais limpa e renovável.

Com estimativa de R$ 1,6 milhão em investimentos, o Complexo Solar Barro Alto é formado por sete usinas solares que juntas somam 1.218 unidades geradoras, totalizando 350 megawatts (MW) de capacidade instalada. Para viabilizar a implantação de empreendimentos deste porte, estima-se a necessidade de mais de 16 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

Para viabilizar a conexão à rede básica do Sistema Interligado Nacional (SIN), o complexo conta com uma subestação coletora instalada junto às usinas e uma linha de transmissão de 230 kV, em circuito simples, com cerca de 13 quilômetros de extensão. A conexão será realizada no barramento de 230 kV da Subestação Barro Alto.

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O licenciamento ambiental do projeto foi conduzido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (SEMAD), responsável por avaliar a conformidade ambiental do empreendimento.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Caminho de Santana: entre serras e cachoeiras, os encantos de Cavalcante

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Para quem gosta de natureza, paisagens preservadas e de histórias que fazem parte da identidade de um destino, Cavalcante, em Goiás, oferece uma experiência especial. É ali que começa e termina o Caminho de Santana, uma trilha de 78 quilômetros que atravessa diferentes cenários da Chapada dos Veadeiros e pode ser percorrida em até oito dias.

O ponto de partida e de chegada é a praça da Igreja Matriz de Sant’Ana, no Centro Histórico de Cavalcante. A rota passa pela bacia do Rio das Almas, entre as serras das Araras e de Santana, e integra uma região reconhecida pela diversidade de ambientes naturais. Cavalcante abriga uma extensa área do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Patrimônio Natural Mundial da Unesco, além de outras áreas protegidas. A paisagem reúne cânions, vales, rios e centenas de cachoeiras que fazem da região um dos principais destinos de natureza do Centro-Oeste. 

Uma trilha pelo Cerrado

Mais do que uma longa caminhada, o roteiro foi pensado para aproximar o turista da diversidade do Cerrado. Durante o trajeto, é possível observar a vegetação típica do bioma, diferentes espécies de animais, cursos d’água e formações geológicas que ajudam a contar a história natural da Chapada dos Veadeiros.

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Ao todo, o Caminho de Santana se relaciona com 11 áreas protegidas, entre unidades de conservação públicas e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs). Entre elas estão o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a Área de Proteção Ambiental de Pouso Alto, o Parque Natural Municipal do Lava-pés e reservas como Bacupari, Vale das Araras, Ponte de Pedra e Água Santa. 

Cachoeiras e cultura quilombola

O percurso também permite conhecer uma das regiões mais procuradas de Goiás, pela quantidade e variedade de cachoeiras. Em Cavalcante, estão atrativos como as cachoeiras Santa Bárbara, Capivara, Candaru e o Complexo do Prata, além da Ponte de Pedra, uma formação natural sobre o Rio São Domingos.

A famosa Santa Bárbara chama atenção pelas águas de tonalidade azul-turquesa. Já o Complexo do Prata reúne diversas quedas d’água e piscinas naturais em meio ao Cerrado. São experiências que podem complementar a caminhada e transformar a visita à região em uma viagem de vários dias. 

Mas o roteiro não se limita às paisagens. Cavalcante está inserida em uma região de forte presença da cultura Kalunga, uma das principais referências culturais da Chapada dos Veadeiros. O território quilombola se estende também pelos municípios de Monte Alegre e Teresina de Goiás e preserva tradições, festas, saberes e modos de vida transmitidos entre gerações. É uma oportunidade de conhecer a história de quem vive no território e experimentar a cultura local.

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Por Isadora Lionço

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

 

Fonte: Ministério do Turismo

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