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Política Nacional

Comissão da Amazônia discute futuro das florestas públicas não destinadas

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A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quinta-feira (4) para discutir a destinação das florestas públicas não destinadas no Brasil.

O debate será realizado às 9 horas, no plenário 12, a pedido da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG).

Terras vulneráveis
Segundo a parlamentar, essas áreas — que abrangem parte significativa da Amazônia e outras regiões — estão vulneráveis à grilagem, à exploração ilegal de madeira e ao desmatamento. Isso agrava a degradação ambiental e aumenta as emissões de gases de efeito estufa.

Célia Xakriabá lembrou que cerca de 30% do desmatamento anual da Amazônia ocorre nessas florestas. Desse total, aproximadamente 50% está ligado à grilagem em terras públicas.

“Sem uma destinação clara, essas áreas ficam ainda mais expostas a registros fraudulentos no Cadastro Ambiental Rural (CAR), o que impede o poder público de agir de maneira eficaz para protegê-las”, disse a deputada.

Pontos em discussão
Célia Xakriabá quer debater:

  • a destinação prioritária dessas áreas para unidades de conservação ou terras indígenas;
  • a criação de mecanismos legais que garantam o uso sustentável dessas florestas;
  • a tipificação de novos crimes ambientais relacionados ao uso indevido dessas áreas.
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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Hamilton Mourão cobra decisão do STF em relação aos condenados pelo 8 de Janeiro

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O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) voltou a defender a revisão das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (7), ele criticou a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) em analisar a matéria após a derrubada do veto presidencial pelo Congresso. Segundo ele, uma anistia seria a melhor solução para promover a “pacificação nacional”.

Mourão apontou que, passados 60 dias da derrubada do veto, o STF ainda não deu uma definição sobre o tema. Para ele, a demora deixou de ser “apenas uma questão processual para se tornar uma questão humanitária”.

— São 60 dias de silêncio, 60 dias durante os quais brasileiras e brasileiros continuam atrás das grades, aguardando uma decisão — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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