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Com investimentos do Estado, iluminação de LED chega a 75% nas cidades do Paraná

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O Paraná deve fechar o ano de 2026 com 100% da iluminação pública substituída por luminárias de LED, segundo a Secretaria das Cidades, que coordena o programa Ilumina Paraná, responsável por este salto urbanístico que leva mais conforto e segurança para os municípios paranaenses.

Segundo dados da Copel, das quase 1,4 milhão de lâmpadas na iluminação pública paranaense, há quase 1,1 milhão de luminárias LED (75,11%), seguida das de vapor de sódio (22,46%) e outras (2,43%). Em 2019, apenas 3,12% da iluminação pública do Paraná era composta de LED.

De acordo com o secretário Guto Silva, os números do Estado avançam mês a mês e chegam a números muito melhores que os do próprio país. “Atingimos a marca histórica de 75% da iluminação do Paraná em LED. Essa é uma iluminação que permite economizar recurso público, porque ela é mais sustentável, ao mesmo tempo em que melhora as cidades no período noturno, iluminando ainda mais o futuro desses municípios”, diz.

Comparativamente ao Brasil, o Paraná está muito à frente no objetivo de ter uma iluminação mais eficiente e econômica, visto que em 2025, segundo o Censo da Iluminação Pública do Brasil, apenas 19,6% dos 22 milhões de pontos de iluminação pública do País tinham cobertura LED. Ou seja, o Paraná tem, proporcionalmente, quase quatro vezes mais luminárias de LED que o país, e menos da metade das lâmpadas de vapor de sódio de todo o Brasil. 

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“Pretendemos chegar até o final de 2026 com 100% iluminado. O Ilumina Paraná reduz criminalidade, o vandalismo, a violência contra a mulher, sem contar que valoriza essas cidades, que podem respirar ambientes públicos mais adequados, mais seguros, mais gostosos para o cidadão paranaense”, afirma o secretário.

Já foram ou estão sendo substituídas cerca de 200 mil luminárias no Estado, com aplicação de mais de R$ 333 milhões – somado o investimento na substituição por LED como componente do programa Asfalto Novo, Vida Nova, e o investimento no Ilumina Paraná, lançado mais recentemente para abarcar especificamente essa iniciativa – que tem gerado uma economia de custo anual de R$ 9,4 milhões para os municípios, com previsão de chegar a R$ 15 milhões. A estimativa é que a substituição promova 30% de economia nos gastos com iluminação pública pelo município.

Até o momento, 251 municípios têm iniciativas de substituição em diversos status, de projetos em elaboração até trocas já integralmente concluídas, que somam 150 cidades. Entre as últimas entregas estão as feitas nos municípios de Alvorada do Sul, Itaguajé, Sabáudia, Braganey, Maripá, Quarto Centenário, Primeiro de Maio, Coronel Vivida, Califórnia, Terra Rica, Uraí, Curiúva, Barbosa Ferraz.

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Fonte: Governo PR

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Na Espanha, Fundação Araucária lança programa de cooperação em CT&I Paraná-Catalunha

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Uma delegação paranaense liderada pela Fundação Araucária cumpre nesta semana uma agenda em Barcelona, na Espanha, com o objetivo de ampliar a cooperação internacional em Ciências da Vida e da Saúde. A missão, que começou segunda-feira (13) e segue até esta quinta (16), reúne representantes de universidades, hospitais, centros de pesquisa, setor público e empresas, em uma estratégia voltada à consolidação do ecossistema de inovação no Paraná.

Entre os destaques das atividades está o lançamento do programa Interconexões em CT&I Paraná-Catalunha, que tem como objetivo fortalecer a cooperação internacional em ciência, tecnologia e inovação, conectando pesquisadores paranaenses a profissionais e instituições de excelência vinculados à Catalunha. O lançamento aconteceu em encontro com dirigentes, pesquisadores e cientistas da Universidade Barcelona.

Também foi apresentado o programa Ganhando o Mundo da Ciência, que proporciona a alunos de graduação, que estão ou estiveram em estágio de Iniciação Científica no Paraná, a oportunidade de realizar mobilidade internacional por um período de até três meses, a depender das áreas prioritárias para a consolidação da cooperação internacional.

O programa Interconexões busca estimular a formação de redes colaborativas, promover o intercâmbio de conhecimento e ampliar a inserção do Paraná em ambientes globais de pesquisa. “Com investimento inicial de cerca de R$ 3 milhões, o Interconexões Paraná-Catalunha prevê o apoio a projetos conjuntos entre universidades, centros de pesquisa e empresas, incentivando a mobilidade acadêmica e o desenvolvimento de soluções inovadoras em áreas estratégicas”, destacou a top manager da Fundação Araucária e coordenadora do programa, Maria Zaira Turchi.

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O presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, ressaltou que a missão busca estruturar, no Paraná, um modelo semelhante ao adotado na Catalunha, referência internacional no setor. “A delegação paranaense reúne importantes representantes da comunidade científica e tecnológica na área da saúde. Esperamos, nos próximos anos, consolidar o Cluster Paraná de Ciências da Vida e da Saúde, inspirado no modelo da Catalunha, que hoje responde por mais de 7% da produção de saúde da Europa. Esse resultado não aconteceu por acaso, mas por meio de uma estratégia estruturada”, afirmou.

Segundo ele, a iniciativa envolve a articulação entre universidades, hospitais universitários, poder público e empresas. “Estamos aqui para estreitar laços e construir, ao longo dos próximos meses e anos, um cluster dinâmico e consistente, com a participação de instituições e empresas como a Prati Donaduzzi e o Biopark”, completou.

A missão também anunciou a chamada pública voltada a pesquisas clínicas. Segundo a assessora de Relações Internacionais da Fundação Araucária, Eliane Segati, serão investidos R$ 20 milhões voltados a pesquisas clínicas, fortalecendo de forma concreta a cooperação internacional em saúde e inovação. “Com esta delegação, que representa o ecossistema de ciências da vida e da saúde do Paraná, reafirmamos o nosso compromisso com parcerias estratégicas e com o avanço da ciência de impacto global”, ressaltou Eliane. 

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A programação da missão conta, ainda, com reuniões institucionais, visitas técnicas e assinatura de acordos com instituições de referência, como a Universidade de Barcelona e o Hospital Vall d’Hebron. Inclui também visitas a centros de pesquisa biomédica, parques de inovação e empresas de biotecnologia, como a SpliceBio, além de encontros com lideranças científicas e gestores de saúde. 

A delegação também conta com representantes de instituições como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), Fiocruz Paraná, hospitais universitários e a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, reforçando a integração entre pesquisa, assistência e inovação. 

INTERCONEXÕES – O Programa Interconexões em Ciência, Tecnologia e Inovação: Paraná–Catalunha busca impulsionar a formação de redes colaborativas, promovendo a troca de conhecimento e o desenvolvimento conjunto de projetos estratégicos. 

O edital, de R$ 3 milhões, prevê apoio a propostas que envolvam universidades, centros de pesquisa e empresas, estimulando a mobilidade acadêmica e a integração entre ciência e inovação. As manifestações de interesse dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) vão até 13 de maio e dos pesquisadores brasileiros vinculados a instituições da Catalunha ocorrem a partir de 10 de junho. O prazo de submissão de propostas de colaboração Paraná-Catalunha vai até 30 de junho. 

Fonte: Governo PR

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