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Paraná

Porto de Paranaguá recebe mais 30 veículos blindados para o Exército Brasileiro

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O Porto de Paranaguá recebeu mais 30 viaturas blindadas especiais de posto de comando M577A2 adquiridas pelo Exército Brasileiro. Os equipamentos chegaram sexta-feira (6) e a liberação é finalizada nesta quarta-feira (11). Este é o terceiro e último lote de um total de 90 veículos vindos dos Estados Unidos.

De acordo com o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, o desembarque mostra a capacidade da estrutura portuária paranaense para recepcionar os mais diversos tipos de cargas, além da competência logística nos granéis líquidos e sólidos e também nos contêineres.

Garcia afirma que os Portos de Paranaguá e Antonina estão sempre à disposição das Forças Armadas. “Já temos uma relação estreita com a Marinha do Brasil e também com o Exército, servindo como porta de entrada para a chegada dos mais diversos equipamentos e mostramos, também, que temos estrutura para movimentar variados tipos de carga, além de sermos referência em granéis líquidos e sólidos”, destacou.

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OPERAÇÃO – Toda a operação é realizada em parceria entre a Portos do Paraná, Terminal de Contêineres de Paranaguá e a 5ª Região Militar. Carretas especiais fazem o deslocamento da carga direto do cais até o Parque Regional de Manutenção em Curitiba. Na Capital, os equipamentos serão modernizados dentro dos padrões das Forças Armadas Brasileiras.

Este é o terceiro lote dos modelos M577A2 recebidos no Porto de Paranaguá. Já chegaram também 30 modelos em 2016 e outros 30 em 2020. Eles foram embarcados no Porto de Gavelston, no Texas, Estados Unidos. Os veículos possuem motor de 212HP e são compatíveis com diversos tipos de materiais optrônicos, inclusive de visão noturna. Por sua versatilidade podem ser usados como ambulância, central de tiro e comunicações. Outros equipamentos militares também já desembarcaram em Paranaguá.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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