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Com ajuda do Paraná Anjo Inovador, startup vai do vermelho à expansão acelerada

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Com o apoio do programa de subvenção econômica para startups do Governo do Estado, o Paraná Anjo Inovador, a startup Edubot Sistemas de Ensino, de Cascavel, vive uma fase de crescimento acelerado. Em apenas um ano, o faturamento anual da empresa saltou de R$ 1,3 milhão negativo, em 2024, para R$ 3,3 milhões positivo em 2025, um crescimento de 354%.

O avanço financeiro consolida uma nova etapa da empresa, marcada por reestruturação interna, expansão nacional. Fundada em 2019, a Edubot atua na implementação de robótica educacional e pensamento computacional em escolas de ensino regular. Atualmente, está presente em 17 estados e em mais de 50 unidades escolares privadas e 250 unidades escolares públicas. A empresa oferece uma solução completa que ajuda escolas e professores a trabalharem tecnologia de forma prática dentro da sala de aula da educação infantil até o 9º ano do ensino fundamental.

O aporte de R$ 250 mil do Programa Anjo Inovador, viabilizado pela Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA), possibilitou a reestruturação dos materiais didáticos e deu agilidade à execução das melhorias pedagógicas e crescimento no faturamento. Em 2024, a empresa enfrentava um saldo negativo de R$ 1,3 milhão. Após o recebimento do aporte do programa, no mesmo ano, saltou para R$ 1,45 milhão positivo. Em 2025, encerrou o exercício com saldo superior a R$ 3,3 milhão, revertendo o cenário anterior e estabelecendo uma base sustentável para expansão.

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O secretário da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, explica que o objetivo do Anjo Inovador é impulsionar soluções inovadoras das startups paranaenses. “Queremos dar o fôlego necessário para que boas ideias se transformem em negócios sustentáveis e de alto impacto. Ao investir em uma startup de Cascavel que moderniza a educação, não estamos apenas fomentando a economia local, mas garantindo que a inovação paranaense chegue às salas de aula de todo o Brasil, gerando emprego, renda e, acima de tudo, conhecimento para as futuras gerações.”

Para Jocemar do Nascimento, CEO da Edubot, o apoio foi determinante para a virada estratégica da empresa. “O recurso recebido nos permitiu reestruturar completamente nossos materiais didáticos e fortalecer nossa operação. Foi mais do que crescer em faturamento, conseguimos organizar a empresa, sair de um cenário negativo e consolidar um modelo sustentável de expansão. Nosso propósito vai além do lucro: queremos transformar a educação de dentro para fora, incluindo tecnologia com propósito”, destaca.

A empresa desenvolveu um sistema metodológico de gestão educacional com conteúdos, avaliação e acompanhamento do docente, suporte técnico e apoio de marketing, oferecendo um programa completo de capacitação que prepara os educadores para a sala de aula. 

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“Na prática, a solução integra robótica, gestão computacional,  empreendedorismo, ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática com foco no suporte pedagógico para a orientação dos professores, um programa completo que, além de preparar o professor, ajuda os alunos a aprender de forma mais moderna e conectada com o mundo atual”, explica o CEO.

Além de uma nova reestruturação, a empresa também diversificou o portfólio com o desenvolvimento de material didático em inglês voltado a escolas bilíngues e internacionais, segmento que apresentou grande aceitação e contribuiu para o aumento da receita.

PERSPECTIVA – Com base no desempenho financeiro e na expansão territorial, a Edubot projeta manter o ritmo de crescimento nos próximos anos, ampliando a presença em escolas de médio e grande porte e fortalecendo sua atuação no setor público e no mercado bilíngue. A empresa também trabalha no desenvolvimento de materiais mais avançados, com foco no potencial da Inteligência Artificial aplicada ao ensino fundamental.

Fonte: Governo PR

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PGJ defende cooperação internacional permanente para enfrentar o crime organizado transnacional

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O Procurador-Geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, participou nesta quinta-feira, 23 de julho, da Conferenza di Consenso – Para Além das Fronteiras do Crime: A Experiência de Brasil e Itália por uma Aliança de Valores contra as Máfias Transnacionais, realizada na sede do Ministério Público do Estado de São Paulo. O encontro reuniu autoridades brasileiras e italianas para discutir estratégias conjuntas de prevenção e repressão às organizações criminosas que atuam além das fronteiras nacionais.

O PGJ integrou a mesa de abertura do evento ao lado do ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal, ex-Ministro das Relações Exteriores e ex-Juiz da Corte Internacional de Justiça Francisco Rezek; do Ministro da Justiça Wellington César Lima e Silva; do Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Sérgio de Oliveira e Costa; do Procurador-Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antônio José Campos Moreira; do responsável pelos Programas de Justiça e Segurança do Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional da Itália e Diretor-djunto do El Paccto 2.0, Giovanni Tartaglia Polcini; da Vice-Secretária-Geral e Secretária Técnico-Científica da Organização Internacional Ítalo-Latino-Americana (IILA), Tatiana Ribeiro Viana; e do Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo e Conselheiro da Escola de Segurança Multidimensional da Universidade de São Paulo (ESEM-USP), Lincoln Gakiya.

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Posição estratégica – Em sua apresentação, Zanicotti destacou as profundas transformações do crime organizado nos últimos anos e a necessidade de as instituições evoluírem na mesma velocidade para enfrentá-lo. Segundo ele, as facções criminosas ampliaram sua atuação internacional, operam em rede, movimentam recursos em diferentes países, exploram brechas regulatórias, utilizam tecnologias cada vez mais sofisticadas e buscam infiltrar-se na economia formal e nas estruturas públicas.

O PGJ também chamou atenção para a posição estratégica do Paraná nesse cenário. Com a tríplice fronteira e o Porto de Paranaguá — principal porto graneleiro da América Latina —, o Estado ocupa posição sensível nas rotas utilizadas pelo crime organizado, o que exige investimentos permanentes em inteligência, tecnologia e integração entre as instituições.

Modelo permanente e descapitalização – Durante a conferência, Zanicotti defendeu que a cooperação internacional deixe de ocorrer apenas de forma pontual e passe a constituir um modelo permanente de atuação, baseado no compartilhamento de inteligência, na interoperabilidade entre bases de dados, em investigações financeiras coordenadas e na recuperação internacional de ativos ilícitos. Para ele, acordos de cooperação somente produzem resultados quando se traduzem em ações contínuas entre as instituições.

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Outro ponto enfatizado foi a necessidade de concentrar esforços não apenas na responsabilização dos integrantes das organizações criminosas, mas também na descapitalização dessas estruturas. O Procurador-Geral defendeu estratégias voltadas ao rastreamento do fluxo financeiro do crime, ao confisco de bens e ao combate à infiltração das facções na economia legal, além da atuação integrada entre Ministério Público, Poder Judiciário, forças policiais, órgãos de inteligência e administrações tributárias.

Investimentos – Ao apresentar iniciativas desenvolvidas pelo Ministério Público do Paraná, Zanicotti destacou os investimentos em inteligência artificial, ciência de dados, integração de bases de informações e fortalecimento das investigações patrimoniais. Também citou operações conduzidas pelo Gaeco e o trabalho desenvolvido em cooperação com outros órgãos públicos no combate às organizações criminosas e na recuperação de ativos.

Encerrando sua participação, o Procurador-Geral afirmou que o avanço das organizações criminosas exige respostas igualmente articuladas, fortalecendo a cooperação institucional com parceiros nacionais e internacionais. Segundo ele, a proteção da sociedade, da economia legal e do Estado de Direito depende de uma atuação integrada, permanente e baseada no compartilhamento de conhecimento e de inteligência.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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