Paraná
Cohapar entrega residencial com 128 apartamentos em Ibiporã
A Cohapar entregou nesta terça-feira (30) as chaves aos novos moradores do Residencial Capadócia, em Ibiporã, região Norte do Estado. O empreendimento é composto por 128 apartamentos, dos quais 113 contaram com subsídio do Governo do Estado para custeio parcial ou integral do valor de entrada. A obra recebeu R$ 25 milhões em investimentos, entre recursos do governo federal, governo estadual e iniciativa privada.
O aporte de recursos através do Programa Casa Fácil para a entrada totalizou R$ 1,7 milhão e foi destinado ao público com renda familiar mensal de até quatro salários mínimos. Além do auxílio estadual, os beneficiários puderam acessar descontos variáveis do programa Minha Casa, Minha Vida, bem como utilizar o saldo do FGTS para abatimento do saldo a ser financiado.
Para a servente Cláudia Regina Américo, 50 anos, e o filho Caio Augusto da Silva, 17 anos, o apoio do Estado contribuiu não só para a realização de um sonho, mas também representa a despedida de anos de aluguel. “Esse subsídio foi uma benção que caiu do céu, porque sem ele seria praticamente impossível. E hoje estamos aqui, recebendo as chaves da tão sonhada casa própria, depois de dez anos pagando aluguel. Não vemos a hora de estar aqui no nosso apartamento”, comemorou.
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RESIDENCIAL – O empreendimento, executado pela Pride Construtora, possui imóveis de 45,65m², divididos em dois quartos, sala, banheiro social, cozinha e área de serviço, além da estrutura de lazer completa, com piscina, quadra esportiva, espaço gourmet, churrasqueira e área infantil.
As unidades, comercializadas a partir de R$ 196 mil, são financiadas pela Caixa Econômica Federal pelo prazo de até 30 anos, com taxas de juros reduzidas e prestações mais acessíveis que o custo do aluguel praticado no município.
Fonte: Governo PR
Paraná
Área do milho na primeira safra cresce 31% no Paraná e será recorde na segunda
A área cultivada com milho no Paraná na primeira safra aumentou 31%. De acordo com o relatório mensal de safra do Deral (Departamento de Economia Rural) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a cultura ocupou 364,9 mil hectares, frente à 278,3 mil ha na safra 24/25. O preço mais estável do milho, em relação ao da soja, foi a principal razão desse crescimento. A safra de soja ficou em 21,7 milhões de toneladas e está entre as três maiores colheitas do Estado.
De acordo com Edmar Gervásio, agrônomo do Deral, o aumento da área cultivada com milho no Paraná se deu, principalmente, pelo cenário menos favorável à comercialização da soja, o que não ocorria em períodos anteriores. “O milho tem uma capacidade produtiva maior do que a soja que está com preços não muito atrativos. Os preços mais estáveis levaram o produtor a optar pelo milho. A produção chegou a mais de 4 milhões de toneladas na primeira safra”, destacou.
Na segunda safra de milho, a área cultivada com o cereal avançou sobre o espaço do trigo. São 2,9 milhões de hectares, 7% a mais que a safra anterior e a maior área da história. Se não houver nenhum fenômeno climático adverso, o Paraná pode ter uma produção acima de 17,5 milhões de toneladas.
“As últimas geadas trouxeram problemas pontuais na região Sul do Estado que não tem relevância para a cultura do milho. Se não tiver geada nos próximos 15 dias, boa parte dessas áreas vão ter o seu potencial produtivo mais definido. As duas safras de milho somadas devem render mais de 21 milhões de toneladas. Quanto à safra de soja, a produção ficou em 21,7 milhões de toneladas, uma das maiores obtidas no Estado.
TRIGO – Os cultivos de trigo encontram-se em bom estado de desenvolvimento. Mais de 61% da área do estado já foram plantados e a previsão é que a cultura ocupe 722 mil ha no Paraná. A produção estimada é de 2,4 milhões de toneladas.
Marcelo Garrido, do Deral, acredita que a previsão de um intenso El Niño, no segundo semestre, com menos frio e mais chuvas, aponte para um inverno menos rigoroso, o que pode beneficiar o trigo e o plantio da safra de verão do próximo ano.
OLERÍCOLAS – A primeira safra de batata já foi concluída e apresentou uma queda na área e produção, em relação à safra anterior. Paulo Andrade, do Deral, informou que as chuvas prejudicaram a colheita da segunda safra. A produção estimada teve uma redução de 2% e a produtividade também foi reduzida em 6%.
A área cultivada com cebola vem caindo no Brasil e no Paraná. Os primeiros números referentes à safra 2026/2027 apontam que já foram plantados 212 ha, representando 9% da área projetada de 2,4 mil ha. A expectativa da colheita é de 93,3 mil toneladas, devendo se iniciar em outubro, a depender do clima.
De acordo com Andrade, a principal razão para a queda da área plantada é a pressão do excesso de produção dos últimos anos que resultaram em preço mais baixo ao produtor.
Porém, ele aponta que a melhoria da tecnologia no campo – uso de híbridos, semeadura direta e irrigação – ampliaram a produtividade que passou de 26.092 kg/há em 2018 para 39.075 kg/ha para esta safra.
Em 2024 o Paraná respondeu por 5,6% da produção brasileira de cebolas, segundo levantamento do IBGE (Instituto de Geografia e Estatística). Foi o sétimo produtor nacional. As regiões de Guarapuava, Irati e Curitiba concentram a atividade no Estado.
BOLETIM SEMANAL – O Deral também divulgou o boletim desta semana que mostra um cenário de valorização em toda a cadeia do leite, apoiada pela menor captação do produto pelas indústrias. O preço do leite cru, pago ao produtor, aumentou 13% em comparação à média de abril.
A avicultura se consolida com a liderança absoluta do Paraná nas exportações. No primeiro quadrimestre, o Estado embarcou 791,1 mil toneladas e faturou US$ 1,43 bilhão. O volume é 6,2% superior ao mês anterior e os ganhos superam em 4,1% o verificado anteriormente. A demanda continua forte por parte da China e Japão.
Fonte: Governo PR
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