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Paraná

Clima de Copa: exposição do Arquivo Público retrata história do futebol paranaense

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O Arquivo Público do Paraná, vinculado à Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (Seap), convida para a exposição “Futebol: Paixão Paranaense”, que será inaugurada nesta quinta-feira (11), às 15h. Na mostra, a história e a rica trajetória do futebol profissional e amador do Estado ganham um novo olhar por meio de um acervo documental e iconográfico.

A coleção reúne itens históricos como as faixas de Campeão Brasileiro do Coritiba (1985) e do Paraná Clube (Série B, 1992), camisas oficiais e de treino, incluindo relíquias da Seleção Brasileira de 1982, além de documentos raros, como a carta de 1942 que comunica a mudança de nome do Palestra Itália para Palestra Paranaense durante a Segunda Guerra Mundial.

Complementam a exposição maquetes de estádios, discos de vinil, revistas antigas e contratos de trabalho de atletas pioneiros, preservados por instituições como o Arquivo Público do Paraná, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e coleções particulares.

Na mostra, por meio da leitura de QR Code, é possível acessar o universo dos gramados paranaenses, eternizado por biografias de grandes lendas que atuaram na região, como Sicupira (maior artilheiro da história do Athletico com 158 gols), Dirceu Krüger (o eterno “Flecha Loira” do Coritiba), Bellini (capitão do mundial de 1958) e o goleiro Rafael Cammarota, pilar do título nacional de 1985.

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A diretora do Arquivo Público do Paraná, Patricia Moreno, destaca que, por outro lado, o futebol amador e de várzea surgiu como o verdadeiro coração pulsante e celeiro de talentos das comunidades paranaenses, consolidando-se como uma poderosa ferramenta social de inclusão, liderança e pertencimento.

“Seja na rigidez dos contratos profissionais ou no romantismo democrático dos campos de várzea, o futebol paranaense se reafirma como um patrimônio cultural indispensável para compreender as relações sociais, a memória política e a identidade do povo paranaense”, disse ela.

Serviço:

Inauguração da exposição “Futebol: Paixão Paranaense”

Data: 11/06, quinta-feira

Horário: 15h

Visitação até 02/07

Local: Arquivo Público do Paraná

De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h, e das 13h às 17h

Rua dos Funcionários, 1796 – Cabral – Curitiba

Entrada gratuita

Fonte: Governo PR

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Paraná

A pedido do Ministério Público do Paraná, Judiciário decreta prisão preventiva de guardas municipais de Paranaguá denunciados por tortura e abuso de autoridade

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O Tribunal de Justiça do Paraná determinou a prisão preventiva de dois guardas municipais de Paranaguá, no Litoral do estado, denunciados pelo Ministério Público do Paraná pela prática dos crimes de tortura e abuso de autoridade. A decisão atende a um recurso apresentado pela 3ª Promotoria de Justiça da comarca, após o Juízo de primeiro grau haver indeferido inicialmente o pedido de prisão preventiva.

De acordo com a denúncia, os fatos ocorreram na madrugada de 5 de setembro de 2025, quando dois agentes abordaram um homem no Centro Histórico da cidade sob o falso pretexto de cumprimento de mandado de prisão – ele teria sido indicado como possível autor do furto de uma bicicleta, o que não foi comprovado. A vítima foi subjugada com o uso de algemas, colocada na viatura oficial e conduzida até um local ermo e de difícil acesso na localidade conhecida como Sidrão, na Ilha dos Valadares. Ao chegarem no local, os guardas retiraram as algemas e passaram a agredir a vítima violentamente, em sessão de tortura que resultou em lesões corporais de natureza grave, incapacitando-o para ocupações habituais por mais de 30 dias em decorrência das extensas queimaduras de segundo grau.

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Fraudes – A ação penal também abrange um terceiro guarda municipal que, após os atos de tortura e diante da iminente repercussão do caso, teria instruído e auxiliado os outros dois a forjarem uma versão oficial dissimulada. Os agentes envolvidos formalizaram um boletim de ocorrência com informações inverídicas, no qual alegavam que haviam abordado a vítima apenas para resguardá-la contra populares ou vigilantes privados, com o objetivo claro de encobrir as agressões e afastar a responsabilização criminal. Esse terceiro agente e os outros dois guardas que praticaram os atos de violência também foram denunciados por abuso de autoridade. Diante da extrema gravidade dos atos, o MPPR ingressou com ação cautelar e recurso em sentido estrito junto ao Tribunal de Justiça, argumentando que os investigados atuaram sistematicamente para subverter a instrução criminal, ocultar provas e combinar versões.

A liminar foi concedida pela 1ª Câmara Criminal do TJPR, determinando a suspensão da decisão de primeiro grau e a expedição dos mandados de prisão cautelar. No mérito da denúncia, o Ministério Público requer a condenação dos envolvidos, a decretação da perda do cargo público dos agentes e a fixação de valor mínimo de R$ 30 mil para a reparação dos danos sofridos pela vítima.

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Notícia anterior:

25/02/2026 – Em Paranaguá, Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a dois guardas municipais suspeitos de atearem fogo em uma pessoa

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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