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Brasil reafirma no BRICS o compromisso com programas de apoio aos setores pesqueiro e aquícola

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou do 2º Diálogo BRICS sobre Pesca e Aquicultura, realizado em 28 de maio de 2026, em formato virtual. O encontro foi organizado pelo Governo da Índia, que ocupa a presidência do BRICS em 2026. O grupo é formado por 11 países membros – Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.

Ao reunir formuladores de políticas públicas e pesquisadores vinculados a entidades governamentais dos membros, o encontro favoreceu a troca de informações sobre os setores pesqueiro e aquícola de cada país, com foco em governança, programas de desenvolvimento e apoio a pescadores e aquicultores, medidas de conservação ambiental e coordenação em fóruns multilaterais. Também contribuiu para a identificação de sinergias e complementaridades entre as ações dos distintos governos, potenciais áreas de cooperação em ciência e inovação e oportunidades de comércio e investimentos.

Desde a primeira Reunião de Ministros da Agricultura dos BRICS, em 2010, a promoção da segurança alimentar e do desenvolvimento sustentável da agricultura firmou-se como objetivo central da instituição.

A partir de então, foram adotados quatro planos de ação para nortear o trabalho das autoridades responsáveis pelos setores agrícolas de cada país. Implementados em ciclos de quatro anos (Planos de Ação 2012–2016, 2017–2020, 2021–2024 e 2025–2028), os planos buscam fomentar a cooperação técnica e científica, a inovação, os investimentos e o comércio justo e aberto entre os BRICS, visando promover a inclusão social e produtiva e elevar os níveis de vida das populações empregadas na lavoura, na pecuária, no pastoreio, na silvicultura e na pesca e na aquicultura.

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Em 2025, na Presidência brasileira, foi adotado o Plano de Ação 2025–2028 para a cooperação agrícola, com um capítulo dedicado aos sistemas alimentares aquáticos, proposto pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). O plano orienta os governos dos países do BRICS a trabalharem de forma colaborativa para a expansão e a intensificação sustentável da aquicultura, a modernização e a gestão eficaz da pesca, e o aprimoramento das cadeias de valor dos alimentos aquáticos, alinhado à Transformação Azul da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

De maneira particular, encoraja a cooperação em inovação e tecnologias de pontas aplicadas na produção de alimentos e bioinsumos aquáticos e a facilitação do acesso a equipamento e maquinários que diminuam a penosidade do trabalho e aumentem a produtividade dos setores pesqueiro e aquícola. O plano recomenda iniciativas que priorizem e salvaguardem a pesca artesanal e a aquicultura de pequena escala.

Para orientar a implementação do Plano de Ação 2025–2028, institui-se o Diálogo BRICS sobre Pesca e Aquicultura, uma plataforma de intercâmbio regular de informações, de aprofundamento de debates técnicos e de fomento de parcerias científicas e produtivas nos setores aquícola e pesqueiro.

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Pesca e aquicultura nos países do BRICS

Os onze países membros do BRICS respondem conjuntamente por mais de 60% da produção global de pescado – representando cerca de 25% da pesca de captura e 75% da aquicultura mundial. Também respondem por mais de 85% da produção global de algas.

Juntos, os 11 países também detêm 33% das lavouras e 39% dos recursos hídricos globais, respondendo por 42% da produção agrícola do planeta. O grupo ainda compreende aproximadamente 35% da economia e 60% da população mundial.

Em dezembro de 20025, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma Resolução sobre Pesca Sustentável, na qual reconheceu o diálogo estabelecido entre os países do BRICS, Destacaram-se serem seus objetivos o aprimoramento da gestão pesqueira, a promoção da segurança alimentar e nutricional, a inclusão social e o desenvolvimento econômico.

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Dia Mundial da Energia: a força que conecta o Brasil ao desenvolvimento

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A energia elétrica é fundamental para o dia a dia da população e para o crescimento do Brasil. Presente em cada região, ela garante a operação de serviços essenciais, movimenta a indústria, fortalece o agronegócio, conecta pessoas, impulsiona o comércio e leva mais qualidade de vida a milhares de famílias brasileiras. Da iluminação das casas ao funcionamento de hospitais, escolas e sistemas de abastecimento, a energia é uma das principais bases para o desenvolvimento econômico e social do país.

Neste Dia Mundial da Energia, celebrado em 29 de maio, o setor elétrico brasileiro se destaca pela modernização, segurança e avanço da sustentabilidade, garantindo assim eletricidade para milhares de pessoas e contribuindo diretamente para o crescimento econômico nacional. 

Setor elétrico brasileiro: matriz limpa, diversificada e estratégica

A matriz elétrica brasileira se consolida como uma das mais renováveis do planeta. Líder em produção de energia limpa, o país já soma mais de 218 GW de potência fiscalizada, distribuídos em cerca de 24 mil usinas em operação comercial. Desse total, cerca de 85% vêm do uso de fontes renováveis. 

As fontes de geração de energia elétrica no país baseiam-se em hídrica, eólica, solar, biomassa, termelétrica e nuclear. Juntas, essa diversidade converge para o Sistema Interligado Nacional (SIN), uma das maiores redes integradas do mundo, com capacidade para garantir eletricidade em todo o território nacional. 

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Somente em 2025, mais de 6,5 GW de nova capacidade de geração foram adicionados ao sistema elétrico nacional, fortalecendo a integração de fontes renováveis, aumentando a confiabilidade no fornecimento de energia e garantindo mais segurança e equilíbrio ao atendimento das diferentes regiões do país. Esse aumento também segue acompanhado da ampliação da infraestrutura elétrica, com investimentos em linhas de transmissão, subestações e modernização do sistema.

Energia que transforma vidas

A chegada da eletricidade transforma diretamente a vida das pessoas ao impulsionar o desenvolvimento social e econômico, ampliar oportunidades e fortalecer o acesso a serviços essenciais. Com energia, escolas operam em melhores condições, unidades de saúde conseguem armazenar vacinas e medicamentos com mais segurança, pequenos produtores aumentam sua capacidade de produção e as famílias passam a ter mais conforto, segurança e acesso à informação e à conectividade em tempo real.

Com intuito de garantir que toda a população brasileira tenha acesso à energia elétrica, o Ministério de Minas e Energia (MME), por meio do programa Luz para Todos, tem levado eletricidade a regiões remotas e rurais de difícil acesso no país. Desde sua criação, mais de 3,8 milhões de famílias foram atendidas pelo programa. Aliado a esse objetivo, o programa Luz do Povo garante desconto na tarifa de energia elétrica para milhões de famílias de baixa renda, combatendo assim a pobreza energética e ampliando a inclusão social.

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Celebrar a energia é celebrar o desenvolvimento e a inclusão. O Governo do Brasil segue construindo um setor elétrico cada vez mais preparado para os desafios do futuro, ampliando o uso de fontes renováveis, fortalecendo a segurança energética e expandindo o acesso à população. Em cada casa iluminada, em cada indústria em funcionamento e em cada comunidade atendida, a energia continua sendo uma das principais forças que movem o Brasil.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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