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Atletas de ginástica rítmica se apresentam e dão colorido ao Verão Maior Paraná

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O domingo (14) foi de apresentação de ginástica rítmica no Verão Maior Paraná, na praia de Caiobá, em Matinhos. A atleta Bárbara Domingos, medalha de ouro na última edição dos Jogos Pan-Americanos de Santiago, em 2023, e Márcia Aversani, presidente da Federação Paranaense de Ginástica (rítmica e artística), estiveram presentes para prestigiar a apresentação de atletas da equipe Fantástica Associação de Ginástica Rítmica, instituição sem fins lucrativos, de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, e do Instituto Clube GET Flex, da Capital.

Bárbara é atleta bolsista do Geração Olímpica e Paralímpica, maior programa de incentivo ao esporte na modalidade bolsa-atleta do Brasil que tem patrocínio da Copel.  Em sua 12ª edição, o programa recebeu R$ 5,2 milhões para 1.276 bolsas a atletas e técnicos desde a categoria de base até atletas olímpicos, como é o caso de Bárbara.

A ginasta, campeã pan-americana individual no Pan de Santiago, destacou a iniciativa do Governo do Estado em divulgar a modalidade aos veranistas que passam a temporada no Litoral do Paraná. “É muito legal ter a ginástica rítmica no verão do Paraná porque é importante mostrar o nosso esporte, afinal, a ginástica rítmica ficou muito visível pelas conquistas que a gente teve ano passado”, ressaltou Bábara.

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GERAÇÃO OLÍMPICA E PARALÍMPICA – A ginasta também destacou a ajuda que recebe do programa Geração Olímpica e Paralímpica. Ela afirma que está desde o começo do projeto, quando ainda era da base do esporte e tinha apenas 5 anos. “O Geração vem incentivando muitos atletas, não só da ginástica, mas de outros esportes. É muito importante a gente estar aqui representando os atletas bolsistas para as pessoas saberem que tem incentivo ao esporte e a gente está crescendo com esse incentivo”, elogia a ginasta.

FANTÁSTICA ASSOCIAÇÃO – A Fantástica Associação de Ginástica Rítmica de Pinhais levou 14 de suas 40 atletas do pré-infantil ao adulto para se apresentar na praia de Caiobá. Desde 2016, a entidade sem fim lucrativos forma ginastas na cidade da Região Metropolitana de Curitiba.

A educadora esportiva e presidente Fantástica Associação, Thais Marques Machado dos Santos, 35 anos, afirma que poder se apresentar em um evento como o Verão Maior Paraná é oportunidade de divulgar a modalidade. Thais também elogiou a estrutura montada.

“O evento está lindo, com uma estrutura maravilhosa, porque a ginástica rítmica demanda um tablado, um tapete e tudo isso foi cumprido fantasticamente. Por isso estamos muito felizes em trazer o nosso esporte para a praia, que é uma coisa inusitada”, ressaltou a presidente da equipe.

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Uma das ginastas que se apresentou em Caiobá foi a jovem Geovana Tanjoni Aranda, de 14 anos. Treinando na modalidade há 7 anos, Geovana disse que foi uma experiência muito bacana poder mostrar a ginástica rítmica ao público que passa a temporada no Litoral do Paraná. “É importante a gente mostrar o nosso esporte, um pouco de como é nosso dia a dia de treinos e competições. Isso é uma forma de incentivar outras pessoas a virem para a ginástica rítmica, para conhecer o nosso trabalho”, elogiou Geovana.

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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MPPR lança segunda fase de operação contra loteamentos irregulares em Ibiporã, com o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão em Londrina

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O Ministério Público do Paraná deflagrou nesta terça-feira, 2 de junho, a segunda fase da Operação Miragem, que investiga a suposta exploração de loteamentos clandestinos e intimidações a agentes públicos responsáveis pela fiscalização e investigação desses loteamentos. O Núcleo Regional de Londrina, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em atuação conjunta com a 1ª Promotoria de Justiça de Ibiporã, cumpriu mandados de prisão preventiva, de busca e apreensão e de busca pessoal em investigação sobre uma associação criminosa voltada à exploração de loteamentos clandestinos, lavagem de capitais, falsidade ideológica e fraude processual. Além disso, o grupo criminoso estaria fazendo ameaças e atos de intimidação direcionados a autoridades públicas e agentes de fiscalização.

Acesse álbum com imagens

Acesse áudio do Promotor de Justiça Jorge Fernando Barreto da Costa

As apurações apontam que o principal investigado liderava a implantação e a comercialização do loteamento clandestino Recanto Água Bonita, em área rural de Ibiporã. O empreendimento ilegal abrangia uma área total de 68.100 m², subdividida ilegalmente em 62 lotes de aproximadamente 1.000 m² cada, comercializados sem qualquer licença ambiental ou alvará urbanístico.

Outro investigado liderava a implantação e a comercialização do loteamento clandestino Recanto dos Sonhos, também na área rural de Ibiporã. O empreendimento ilegal abrangia uma área de 36.300 m², subdividida ilegalmente em 23 lotes também comercializados irregularmente, sem licença ambiental ou alvará urbanístico.

Fraude processual – Em relação ao loteamento Recanto Água Bonita, decisão judicial cível havia determinado a imediata paralisação das atividades e a apresentação em juízo de todos os contratos envolvendo os adquirentes. Entretanto, os líderes do esquema orquestraram uma fraude processual para ocultar e destruir provas, transferindo clandestinamente os contratos físicos para caixas guardadas em um sítio na zona rural e fazendo a exclusão dos arquivos digitais armazenados em nuvem. Para induzir o juízo a erro, protocolaram uma manifestação falsa afirmando que os documentos haviam sido integralmente perdidos em razão de uma suposta “corrosão e falha material do disco rígido” do computador da empresa.

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Lavagem de dinheiro – Mesmo proibidos expressamente por ordem judicial cível de receber qualquer valor decorrente da venda dos lotes, os investigados continuaram cobrando e recebendo as parcelas das vítimas. Para contornar os bloqueios judiciais das contas da empresa original, os requeridos constituíram uma empresa de fachada em nome da irmã do líder do grupo, que atuava como “laranja”. Os compradores eram induzidos em erro por meio de comunicados que alegavam uma falsa “instabilidade bancária” na conta principal e instruíam o direcionamento dos pagamentos via Pix para o CNPJ da empresa de fachada ou para a conta do escritório de advocacia da investigada. O rastreamento financeiro demonstrou que os valores eram rapidamente integrados ao patrimônio pessoal da própria advogada do grupo por meio de transferências eletrônicas sucessivas.

Ameaças e intimidação – As investigações revelaram que alguns dos integrantes do grupo adotaram posturas reiteradamente intimidatórias contra autoridades locais. Apurou-se que o líder da associação criminosa proferiu uma promessa direta de violência e morte contra o Promotor de Justiça do caso, afirmando textualmente em arquivos de áudio que iria “sumir com ele, literalmente”. Os investigados também passaram a monitorar a vida privada da autoridade, rastreando perfis em redes sociais de familiares, planejando eventual aproximação. Além disso, em conversas com outro loteador irregular da região, os alvos planejaram atos coordenados de violência, chegando inclusive a cogitar o sequestro e a morte de fiscais municipais de Ibiporã e um atentado contra o Fórum local (disparos de arma de fogo contra o transformador de energia do edifício, possivelmente com a finalidade de sabotar a realização de uma audiência pública sobre os loteamentos ilegais).

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Bloqueio de valores – As medidas judiciais foram deferidas pelo Juízo das Garantias e pelo Juízo Criminal de Ibiporã. Além das prisões preventivas, o Judiciário determinou o levantamento da inviolabilidade profissional e dos instrumentos de trabalho da advogada investigada. Foi ainda determinado o bloqueio de quaisquer valores depositados em contas bancárias relacionadas ao empreendimento irregular Recanto Água Bonita, bem como de investimentos e aplicações dos investigados e de suas empresas, além do sequestro de bens móveis e imóveis até o montante atualizado de R$ 3,5 milhões – o valor é o produto direto auferido com o esquema criminoso e visa assegurar o ressarcimento dos danos causados às 62 famílias lesadas, bem como a satisfação de multas e custas processuais.

Matéria anterior:

08/01/2026 – MPPR cumpre mandados de busca e apreensão em operação que investiga diversos crimes ligados a loteamento irregular em Ibiporã

Coletiva de imprensa
Às 9h30, na sede do Gaeco de Londrina (Rua Capitão Pedro Rufino, 605 – Jardim Europa), os responsáveis pela operação estarão disponíveis para atendimento à imprensa.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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